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Armas que Prevalecem no Conflito Espiritual

Armas que Prevalecem no Conflito Espiritual

I. Introdução

A. Efésios 6:10-12 — Paulo nos alerta que inevitavelmente nos envolveremos em uma Intenso conflito espiritual contra um adversário muito astuto — o diabo. Satanás comanda uma força de espíritos rebeldes — “pessoas sem corpos” — organizada em vários níveis de autoridade

B. Efésios 2:2 — Satanás tem autoridade legítima sobre todos os que são desobedientes.

C. Col. 1:12–13 — Através da intervenção de Deus, podemos ser libertos das garras de Satanás. autoridade e transferida para o reino de Cristo. Fora de Cristo, existe uma sistema de trevas, dirigido dos céus, que busca dominar este mundo.

1. A Bíblia revela que existe mais de um céu:

a. 2 Coríntios 12:2 — Se existe um terceiro céu, deve haver um primeiro e um segundo.

b. Efésios 4:10 — A expressão “todos” os céus indica que existem pelo menos três céus. A palavra que a versão King James traduz como “lugares altos” em Efésios 6:12 é Em outros lugares, traduzido como “celestial”. Veja Ef 1:3, 20; 2:6; 3:10.

c. Por inferência, o “primeiro” céu é o céu visível, com sol, lua e estrelas; o “terceiro” céu é a morada de Deus; e o quartel-general de Satanás são num paraíso intermediário.

D. Mateus 12:24-28 — Satanás tem um reino que ele domina e que não é dividido. Está em dois níveis. Nos céus, como “Satanás”, ele reina sobre os rebeldes. anjos. Na Terra, como “Belzebu” (Senhor das moscas), ele reina sobre os demônios.

A evidência específica de que o reino de Satanás é desafiado pelo reino de Deus é Ministério de libertação.

E. Daniel 10:2–3, 12–13—Em seu caminho do céu de Deus para Daniel na terra, Um anjo de Deus enfrentou a oposição de anjos rebeldes nos lugares celestiais.

Levou três semanas para ele conseguir. A oração de Daniel deu início à ação. céu, e então ajudou o anjo de Deus a passar.

F. 2 Coríntios 10:3-5 — Porque estamos em uma guerra espiritual, Deus nos deu meios apropriados

Armas espirituais para derrubar as fortalezas de Satanás. O campo de batalha A guerra que está sendo travada reside no domínio da mente.

Armadura Defensiva


I. Introdução


A. Efésios 6:10-12 — Paulo nos exorta a “revestir-nos de toda a armadura de Deus” como proteção contra o diabo. Nosso confronto com Satanás é inevitável e devemos estar preparado para a batalha.

B. Daniel 10:2–3, 12–13, 20 — O anjo de Deus levou três semanas para chegar a Daniel. porque ele teve que lutar contra os anjos rebeldes de Satanás.

C. 2 Coríntios 10:3-5 — Deus nos deu as armas apropriadas para combater isso. O campo de batalha é a mente.

D. Ef 6:13–17—Paulo descreve a armadura protetora que Deus providenciou para Cristãos:

1. Cinto da verdade

Devemos nos livrar de toda hipocrisia religiosa e sermos completamente honestos sobre nós mesmos e uns sobre os outros.

2. Couraça da justiça

Isso protege o coração (compare com Provérbios 4:23). É fé e amor (compare com 1 Tessalonicenses 5:8; Romanos 10:10)

3. Sapatos da preparação do Evangelho da paz

É necessária uma dupla preparação: intelectual, uma compreensão do Evangelho; espiritualmente, a paz de Deus em nosso coração.

4. Escudo da fé

Uma fé que abrange todas as áreas de nossas vidas.

5. Capacete da salvação

Isso protege a mente — particularmente do “espírito de tristeza” (ver Isaías).

Às vezes, primeiro é necessária a libertação (veja Joel 2:32). Depois vem o capacete é a esperança (ver 1 Tessalonicenses 5:8; Romanos 8:24; Efésios 2:12; Colossenses 1:27; Hebreus 6:17-20).

6. A Espada da Palavra de Deus

Rhema, não logos. Devemos proclamar pessoalmente a Palavra de Deus com fé (como Jesus)

Armas de Ataque


I. Introdução


A. Efésios 6:12 — Paulo descreve o reino satânico que se opõe a nós, aquele que nós devemos superar

B. 2 Coríntios 10 — Temos as armas necessárias para vencer a batalha espiritual.

C. Efésios 6:13-17 — As seis peças da armadura que Deus nos deu para nos proteger.

D. Efésios 6:18 — A oração é a arma vital e agressiva. Vigiar (para orar)

Enquanto outros dormem, isso faz parte (Isaías 62:6, Lucas 18:7). A abnegação de ambos.

Dormir e comer são necessários para fortalecer a oração. A oração é o nosso míssil balístico intercontinental espiritual.

E. Col. 2:13–15 — Satanás já foi derrotado. Nossa tarefa é administrar derrota. A morte de Cristo realizou três coisas:

1. Obtivemos o perdão de nossos pecados passados.

2. Anulou a lei como meio de justiça (Ef 2:15, Rm 10:4)

3. Derrotou Satanás e o despojou de suas armas. As únicas armas restantes de Satanás eram as que lhe restavam.

A arma é um blefe.

Nossas três principais armas são:

a. A Palavra de Deus

b. O nome de Jesus

c. O sangue de Jesus

F. Salmo 8:2, Mateus 21:16 — Todas as armas espirituais são lançadas pela boca.

A força inata do povo de Deus é o louvor perfeito. Por meio dele, podemos silenciar Apocalipse 16:13 — A boca é também o canal das armas da maldade usado pelos servos de Satanás

H. Ef. 3:20—O Espírito Santo é o poder que lança as armas contra o diabo (1 Coríntios 4:20). O Espírito Santo sabe pelo que orar e como orar por isso.

(Romanos 8:26-27, Efésios 6:18).

I. As quatro principais maneiras pelas quais usamos nossas bocas para enviar as armas espirituais são:


1. Oração — Atos 4:17, 23–25, 29–31

2. Louvor — Atos 16:25-26

3. Pregação — Atos 19:8–20

4. Testemunho — Atos 1:8, 4:33, 5:28, Apocalipse 12:7–11

a. Embora o Apocalipse esteja escrito no passado, seu principal cumprimento ainda está em curso  Vencemos Satanás quando testemunhamos pessoalmente o que o

A Palavra de Deus diz que o sangue de Jesus faz isso por nós.

b. Padrão de depoimento:

(1) Ef 1:7, Salmo 107:2

(2) 1 João 1:7

(3) Rom. 5:9

(4) Hebreus 13:12

(5) 1 Coríntios 6:19-20

(6) Apocalipse 12:11

Oração agressiva

I. Introdução


A. Efésios 6:14-17 — Deus nos deu seis itens de equipamento de proteção para usarmos em nossa batalha contra Satanás

B. A oração é a nossa arma de ataque mais poderosa. Ela precisa ser reforçada por Abnegação do jejum e da vigília (oração enquanto outros dormem)

C. Colossenses 2:13-15 — Cristo derrotou Satanás por meio de sua morte na cruz.

II. A Oração de Ligar e Desligar


A. Mateus 16:19; 18:18-20 — A harmonia é o requisito básico. Mateus 18:18-19

Contém toda a autoridade que jamais será necessária na oração.

B. Mateus 12:28-29; Lucas 11:21-22

1. O Espírito Santo nos mostra que devemos lidar com (amarrar) o Homem Forte.

(O representante de Satanás) antes que nossos ministérios possam ser eficazes.

2. Exemplos da experiência pessoal: Excomunhão do ancião principal; o javali; os fantoches.

Armas que Prevalecem no Conflito Espiritual
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III. Orações específicas, direcionadas e persistentes dadas pelo Espírito Santo


A. Josué 8:18, 24–26 — A lança estendida de Josué tinha um propósito espiritual, não militar.

B. 2 Reis 13:14–19, 25 — As três vitórias de Israel sobre a Síria foram resultado direto de ações simbólicas ordenadas pelo Espírito Santo por meio do profeta Eliseu—as

As setas são imagens de oração direcionada.

O Poder do Testemunho Pessoal

 O Poder do Testemunho Pessoal

Uma verdade fundamental: o cristianismo não é uma filosofia de argumentos, mas uma vida de experiências compartilhadas. Como diz a frase citada: "O homem com uma experiência não está à mercê de um homem com argumentos." O testemunho pessoal é a ferramenta mais poderosa para validar a realidade de Jesus Cristo perante o mundo.

Aqui está uma síntese desse estudo sobre o poder de ser uma testemunha viva:


I. O Combustível e o Propósito do Testemunho

O testemunho eficaz não nasce da força de vontade humana, mas da capacitação divina.

    • O Batismo no Espírito Santo: Segundo Atos 1:8, o objetivo principal desse batismo é a eficácia. Ele nos tira da teoria e nos coloca na prática como testemunhas.

    • O Simbolismo do Candelabro (Êxodo 26:35): * O Candelabro: Representa a Igreja (Apocalipse 1:20).

        ◦ O Azeite: Representa o Espírito Santo (o combustível).

        ◦ O Fogo: Representa o Batismo (a ignição).

        ◦ O Pão da Proposição: Representa Jesus, o Pão da Vida.

      A função da Igreja é iluminar Jesus para que o mundo possa vê-Lo e alimentar-se d'Ele. Sem o "fogo" do Espírito, o candelabro não cumpre sua função.


II. Modelos de Testemunhas Fiéis

A Bíblia nos apresenta diferentes facetas do que significa testemunhar:

A. João Batista: A Lâmpada

João não era a Luz, mas uma "lâmpada que ardia e alumiava" (João 5:35). Ele entendeu que sua missão era apontar para o Cristo. O testemunho triunfa sobre as trevas simplesmente ao aparecer; a luz não precisa de argumentos para provar que a escuridão acabou.

B. Os Apóstolos: O Relato do Olhar

Para os apóstolos, testemunhar era uma impossibilidade de se calar: "Não podemos deixar de falar do que temos visto e ouvido" (Atos 4:20).

    • A Base: Eles testemunharam a vida, o ministério, a morte e, principalmente, a Ressurreição.

    • A Obediência: A fidelidade ao que viram era superior à autoridade humana (Atos 5:29).

C. Paulo: O Modelo Perfeito

Paulo transformou seu encontro no caminho de Damasco em uma estratégia de vida. O seu modelo em Atos 26:16-23 é um roteiro para todos nós:

    1. Experiência Direta: Ele teve uma visão e um encontro pessoal.

    2. Obediência Imediata: Ele não consultou carne e sangue; ele agiu.

    3. Persistência: Ele testemunhou "ano após ano", sem desanimar.

    4. Alcance Inclusivo: Testemunhou para "pequenos e grandes".

    5. Fundamentação Bíblica: Ele conectava sua experiência pessoal às Escrituras, provando que Jesus é o cumprimento das promessas de Deus.


III. A Essência do Seu Testemunho

Testemunhar, na prática, resume-se a três verbos simples: Ver, Ouvir e Contar.

    • Você não precisa ser um teólogo para ser uma testemunha.

    • Você só precisa relatar o que Jesus fez na sua vida.

    • O seu testemunho é a "luz" que brilha no mundo agora que Jesus subiu ao Pai.

O Poder do Testemunho Pessoal
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Ponto de Reflexão: Paulo não escondia nada (Atos 20:20). Ele ensinava publicamente e de casa em casa. O testemunho mais eficaz costuma ser aquele compartilhado na intimidade dos relacionamentos.


5 Exemplos da Fé de Abraão que devemos aprender

 5 Exemplos da Fé de Abraão que devemos aprender

Abraão é amplamente conhecido como o "Pai da Fé" (Romanos 4:11-12). No entanto, sua jornada não foi um salto único para a perfeição, mas sim uma série de passos — muitas vezes difíceis e graduais — de "desapego" e confiança em Deus.

Para caminharmos nos passos de Abraão, precisamos entender que a fé bíblica está intrinsecamente ligada à nossa capacidade de abandonar o que é conhecido para abraçar o que Deus prometeu.


I. Passo 1: Saindo da Pátria (Ur dos Caldeus)

O primeiro chamado de Deus para Abrão (Gênesis 12:1-4) exigia uma ruptura tripla: deixar seu país, sua parentela e a casa de seu pai.

    • A Obediência Parcial: Segundo Hebreus 11:8, Abrão partiu sem saber para onde ia. No entanto, o relato de Gênesis 11:31 mostra que ele inicialmente viajou com seu pai, Terá, e parou no meio do caminho, em Harã.

    • A Lição: Às vezes, começamos nossa jornada de fé, mas paramos no "meio do caminho" porque ainda estamos carregando bagagens que Deus pediu para deixarmos para trás.

II. Passo 2: A Saída de Harã

Abrão só retomou sua jornada em direção à Terra Prometida após a morte de seu pai (Atos 7:4).

    • O Rompimento com o Passado: Harã representava o conforto da estrutura familiar e a segurança das tradições do pai. A morte de Terá forçou Abrão a uma segunda libertação.

    • A Lição: Algumas etapas da nossa caminhada com Deus só avançam quando decidimos que o nosso passado (a "casa de nosso pai") não pode mais ditar o nosso futuro.

III. Passo 3: A Separação de Ló (O Véu)

Mesmo após sair de Harã, Abrão ainda levava consigo seu sobrinho, Ló. Surgiram conflitos entre seus pastores, tornando a separação necessária (Gênesis 13:5-7).

    • Significado Espiritual: Em hebraico, o nome Ló significa "véu" ou "cobertura".

    • A Visão Liberada: O texto bíblico é enfático: somente depois que Ló se separou dele, Deus disse a Abrão: "Levanta agora os teus olhos, e olha..." (Gênesis 13:14). Enquanto Abrão mantinha Ló (o véu), sua visão da herança estava limitada.

    • A Lição: Existem relacionamentos ou dependências que agem como "véus". Quando os deixamos ir, Deus nos permite ver a amplitude do que Ele preparou para nós.


IV. Passo 4: Deixando Ismael Ir

Ismael foi o resultado do esforço humano de Abraão para "ajudar" Deus a cumprir Sua promessa (Gênesis 21:9-14).

    • Confrontando Erros: Ismael representava a carne e as soluções humanas. Deixá-lo ir foi doloroso para Abraão, mas necessário para que Isaque (a promessa divina) ocupasse seu lugar de herdeiro.

    • A Lição: Devemos ter a coragem de admitir nossos erros e abandonar nossas "soluções caseiras" para que o milagre autêntico de Deus possa florescer. O que produzimos por conta própria muitas vezes impede o progresso do que Deus quer gerar em nós.

V. Passo 5: O Sacrifício de Isaque (A Entrega Total)

Este é o ápice da fé de Abraão (Gênesis 22). Deus pede de volta o filho do milagre.

    • O Princípio da Multiplicação: Deus não queria a morte de Isaque, mas o coração de Abraão. Quando Abraão demonstrou que confiava mais no Dador do que no presente, Deus jurou abençoá-lo e multiplicar sua descendência (Hebreus 6:13-18).

    • A Lição: Deus só multiplica aquilo que entregamos a Ele. Se seguramos algo possessivamente, limitamos seu potencial; se o entregamos no altar, Deus o torna eterno.

5 Exemplos da Fé de Abraão que devemos aprender

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Conclusão: De Servo a Amigo

Tiago 2:23 resume que foi este último ato de entrega que levou a fé de Abraão à plenitude e lhe rendeu o título de "Amigo de Deus".

A fé vitoriosa, como a de Paulo em 2 Timóteo 1:12, não se baseia em entender tudo, mas em um compromisso de entrega: "porque eu sei em quem tenho crido e estou certo de que ele é poderoso para guardar o meu depósito".


A Diferença entre Autoridade Secular e Espiritual

 A Diferença entre Autoridade Secular e Espiritual

A compreensão cristã da autoridade não se limita ao exercício do poder político. Existe uma distinção clara entre a autoridade secular (instituída por Deus para a ordem do mundo) e a autoridade espiritual (concedida aos Seus servos por meio da Sua Palavra).


I. A Origem e o Alcance da Autoridade

A. Autoridade Secular:

    • Foi colocada no mundo por Deus para manter a ordem e a justiça social.

    • Opera no plano terreno e jurídico.

B. Autoridade Espiritual:

    • É o nível superior de autoridade, pois opera no nível celestial e divino.

    • Embora seja superior em natureza, ela não infringe a lei secular. O exemplo de Jeremias mostra que ele possuía autoridade sobre nações e reinos através da palavra profética, mas nunca desobedeceu à estrutura legal da sua época.


II. O Instrumento da Autoridade: A Palavra de Deus

A autoridade espiritual não provém da capacidade humana, da idade ou da posição social, mas sim da Palavra de Deus (Jeremias 1:4-7).

    • Chuva e Neve (Isaías 55:10-13): A Palavra de Deus é comparada à precipitação. Ela traz os pensamentos e caminhos de Deus para a vida humana, transformando "espinhos" (nossos caminhos) em "pinheiros" (caminhos de Deus).

        ◦ Chuva: Representa a Palavra que é facilmente aceitável e amolece o coração.

        ◦ Neve: Representa a Palavra que pode parecer "dura" ou difícil no início, mas que, ao "derreter" (ser processada), traz um benefício ainda maior e profundo.

    • A Palavra e o Espírito: Quando a Palavra e o Espírito de Deus agem juntos, eles nunca voltam vazios; eles executam o propósito divino na Terra.


III. O Papel do Crente no Governo Espiritual

Os cristãos são chamados a "reinar em vida" (Romanos 5:17) e a exercer uma influência que afeta o destino de nações.

1. Ligar e Desligar (Mateus 18:18-20):

    • A autoridade de "ligar e desligar" no céu começa com a iniciativa na Terra.

    • O segredo está na concordância de "dois ou três". Quando o povo de Deus se reúne em nome de Jesus, eles ativam a "vara da Sua força" (Salmo 110:1-2), governando espiritualmente em meio aos seus inimigos.

2. Executar Juízo Escrito (Salmo 149:7-9):

    • Os santos têm a honra de executar a vingança de Deus contra as forças espirituais da maldade e influenciar o curso da história humana através da oração e do testemunho.

3. Governar com Reis (Jó 36:7):

    • Deus não retira os Seus olhos dos justos; Ele os assenta com reis para que exerçam autoridade divina na Terra.


IV. A Responsabilidade do Profeta e da Igreja

A autoridade espiritual exige uma postura específica diante de Deus:

    • Separação e Arrependimento (Jeremias 15:19): Para ser a boca de Deus, é preciso separar o precioso do vil (o trigo do joio). A Palavra de Deus deve ser mais importante do que agradar às pessoas.

    • Oração Intercessória (Ezequiel 22:30; 2 Crônicas 7:14): Deus procura pessoas que "se coloquem na brecha". A responsabilidade pelo estado de uma nação recai sobre o povo de Deus. Se o povo que se chama pelo Seu nome se humilhar e orar, Ele ouvirá e sarará a terra.

    • Revelação traz Autoridade: Onde há revelação da vontade de Deus, ali há autoridade para agir. Como Eliseu, que sabia os segredos dos exércitos inimigos através da revelação, o crente que ora orações inspiradas pelo Espírito torna-se uma peça estratégica na arena política e espiritual (2 Reis 6).

A Diferença entre Autoridade Secular e Espiritual

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Resumo Prático: 

Enquanto a autoridade secular cuida do corpo e da ordem pública, a autoridade espiritual cuida da alma e do destino espiritual das nações. O cristão deve respeitar a primeira, mas exercer a segunda com ousadia, sabendo que as decisões tomadas em oração na Terra têm eco na eternidade.


As 7 Imagens do Povo de Deus em Efésios

 As 7 Imagens do Povo de Deus em Efésios

As sete imagens de Efésios fornecem uma visão panorâmica e profunda da identidade do Povo de Deus. Elas descrevem não apenas quem somos, mas como devemos nos relacionar com Deus e uns com os outros.

Abaixo está uma síntese dessas imagens baseada no seu estudo, seguida por uma representação visual do Povo de Deus reunido.


As 7 Imagens do Povo de Deus em Efésios

    1. A Assembleia (Ekklesia): Refere-se ao povo chamado para fora, reunido para expressar a vontade de Deus na terra. É uma reunião oficial com autoridade (Ef 1:22).

    2. O Corpo: Destaca a unidade e a interdependência. Cristo é a cabeça, e nós somos os membros. Cada um tem uma função específica e os membros "mais fracos" são, muitas vezes, os mais necessários (Ef 1:23; 1 Co 12).

    3. A Obra-prima (Poiēma): Somos a obra de arte de Deus. Ele é o Oleiro que nos molda sob pressão para atingirmos a forma desejada e manifestarmos Sua multiforme sabedoria (Ef 2:10).

    4. A Família: O Povo de Deus é um lar. Deus é o Pai, e a revelação de Sua paternidade é o clímax da verdade. Somos irmãos de Cristo, crescendo em amor fraternal e ágape (Ef 2:19).

    5. O Templo: Uma morada espiritual. Enquanto o templo individual é o nosso corpo, o templo coletivo é construído com "pedras vivas" (os crentes) sobre o fundamento dos apóstolos e profetas (Ef 2:21).

    6. A Noiva: Representa o relacionamento de amor, fidelidade e glória. A Igreja está no período de noivado, preparando-se em santidade e justiça para o casamento final com o Cordeiro (Ef 5:25-27).

    7. O Exército: O povo de Deus em guerra espiritual. Equipados com a armadura de Deus, somos soldados chamados à perseverança e ao compromisso para manifestar o triunfo de Cristo sobre as trevas (Ef 6:10-13).

As 7 Imagens do Povo de Deus em Efésios

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Reflexão Prática

Como você observou em seu roteiro, para que essas imagens se tornem realidade, é necessário:

    • Em relação a Deus: Reconhecer Sua autoridade, buscar Sua revelação e submeter a nossa vontade à d'Ele.

    • Em relação uns aos outros: Manter relacionamentos selados por aliança (articulações e ligamentos), exercer respeito mútuo e reconhecer o "carisma" (dom) de cada irmão.

"Não organize — reconheça!" A verdadeira maturidade da Assembleia surge quando paramos de tentar apenas criar estruturas humanas e passamos a reconhecer o que o Espírito Santo já está fazendo no meio do Seu povo.


Justiça Própria versus a Justiça de Deus

 Justiça Própria versus a Justiça de Deus

O tema da Justiça Própria versus a Justiça de Deus é o divisor de águas entre a religiosidade exaustiva e a verdadeira liberdade em Cristo. Como você destacou, a tentativa de estabelecer a própria justiça é o que leva à cegueira espiritual, pois ignora que Cristo é o fim da lei para todo aquele que crê (Romanos 10:4).

Aqui está uma síntese comparativa para ajudar a discernir essas duas realidades:


I. O Perigo da Justiça Própria (Autojustiça)

A justiça própria não é apenas "tentar ser bom"; é uma tentativa de ser aceito por Deus com base no próprio desempenho. O profeta Isaías (64:6) é contundente: aos olhos de Deus, nossas melhores obras de justiça própria são como "trapos imundos".

As 5 Marcas da Justiça Própria (Lucas 18:9-14):

    1. Egocêntrica: O foco está no "eu" (ex: "Eu jejuo", "Eu dou o dízimo").

    2. Despreza os outros: Cria um sentimento de superioridade em relação a quem não segue as mesmas regras.

    3. Compara-se com os outros: Busca validação ao olhar para "baixo" e não para o padrão de santidade de Deus.

    4. Baseada em Regras: Consiste em uma lista de "pode" e "não pode", focando mais no exterior do que no coração.

    5. Estática: Não permite mudanças ou crescimento real; é um sistema fechado e rígido.

O Resultado: O legalismo transforma o que deveria ser uma bênção (como o Sábado) em um fardo pesado. Jesus curava propositalmente no sábado para mostrar que a lei foi feita para o homem, e não o contrário.


Característica

Como funciona a Justiça de Deus

Foco

Centrada em Cristo. Nossa aceitação depende do que Ele fez, não do que fazemos.

Atitude

Aceitação dos outros. Porque fomos aceitos apesar de nossas falhas, paramos de julgar os outros (Romanos 14:3).

Padrão

Jesus Cristo. Paramos de nos comparar com pessoas e olhamos apenas para Ele como o objetivo final.

Motivação

Vontade Interior. Deus opera em nós o "querer" e o "realizar". Não fazemos o certo por obrigação, mas por desejo.

Progresso

Dinâmica e Crescente. Como a luz da aurora, ela brilha mais e mais até ser dia perfeito (Provérbios 4:18).

II. A Glória da Justiça de Deus

A justiça de Deus não é algo que fabricamos, mas algo que recebemos. É a convicção de que somos "aceitos no Amado" (Efésios 1:6).


III. O Fim da Cegueira Espiritual

O legalismo cega porque foca na letra e perde o espírito da lei, que é o Amor (Mateus 22:37-40). Quando abandonamos o esforço de sermos "bons o suficiente" e descansamos na justiça de Cristo, o véu é removido.

Passamos a viver uma vida onde:

    • A santidade é um fruto natural da união com Cristo.

    • O crescimento é contínuo (de glória em glória).

    • A paz substitui a ansiedade de tentar agradar a Deus por esforço próprio.

Justiça Própria versus a Justiça de Deus

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Conclusão:

A justiça própria nos mantém escravos de uma lista; a justiça de Deus nos torna filhos que amam fazer a vontade do Pai.


Como ser Guiados Continuamente pelo Espírito?

 Como ser Guiados Continuamente pelo Espírito? 

Introdução:

O problema fundamental de muitos cristãos hoje é que não foram ensinados a serem guiados pelo Espírito Santo. No entanto, a Bíblia é clara: não há substituto para Ele. A força e o intelecto humano não podem transformar corações; apenas o Espírito pode (Zacarias 4:6). Além disso, ser guiado por Ele diariamente é o único caminho para a maturidade cristã (Romanos 8:14).


I. O Espírito Santo como Pessoa e Senhor

Para ser guiado pelo Espírito, primeiro você deve entender quem Ele é.

    • Ele é uma Pessoa: Jesus enviou o Espírito Santo para tomar o Seu lugar na Terra. Ele não é uma "influência" ou uma "força", mas uma Pessoa divina a quem Jesus se refere como "Ele" (João 16:7, 13).

    • Ele é o Senhor: Onde o Espírito do Senhor está, há liberdade (2 Coríntios 3:17). A religiosidade impõe servidão e regras, mas o Espírito traz vida. Devemos tratá-Lo com a mesma reverência que temos pelo Pai e pelo Filho.


II. A Sensibilidade: A Pomba e o Cordeiro

O relacionamento com o Espírito Santo exige sensibilidade. João Batista viu o Espírito descer como uma pomba sobre Jesus (João 1:29-34).

A Analogia: O Espírito Santo (a Pomba) está sempre buscando a natureza do Cordeiro (Jesus). Ele é atraído por certas características e repelido por outras.

O que Atrai o Espírito (Natureza do Cordeiro)

O que Repele o Espírito (Efésios 4:29-32)

Pureza de intenção e vida.

Palavras torpes e fofoca.

Mansidão e humildade.

Amargura, ira e raiva.

Sacrifício: Uma vida entregue a Deus.

Maledicência e malícia.

Bondade e perdão.

Gritos e hostilidade.

III. A Palavra e a Oração: O Papel do Intérprete

O Espírito Santo não trabalha independentemente das Escrituras ou da sua vida devocional; Ele é o motor de ambas.

A. O Intérprete da Palavra:

A Bíblia é como um piano (a estrutura), mas o Espírito Santo é o pianista (o Intérprete). Sem o pianista, o piano não produz música viva. Ele inspirou os autores e é o único que pode revelar o significado profundo para você hoje (2 Pedro 1:20-21).

B. O Auxílio na Oração:

Temos uma "dupla fraqueza": nem sempre sabemos pelo que orar, nem como orar. O Espírito Santo nos ajuda intercedendo por nós (Romanos 8:26-27).

Existem quatro níveis de oração guiada pelo Espírito:

    1. Baseada nas Escrituras: Orar as promessas de Deus de volta para Ele.

    2. Diretamente Inspirada: Quando palavras fluem além do seu entendimento natural.

    3. Sobrenatural: Oração em línguas (1 Coríntios 14:14-15).

    4. Dores de Parto: Gemidos inexprimíveis que refletem o anseio de Deus pela criação.


IV. O Caminho da "Estultícia" e da Fraqueza

Ser guiado pelo Espírito muitas vezes exige que você pareça "tolo" aos olhos do mundo. Deus frequentemente escolhe o que é louco para envergonhar os sábios (1 Coríntios 1:22-29).

    • Exemplos de "Loucura" pela Fé: Noé construindo uma arca no seco; Moisés usando um pedaço de madeira para adoçar águas amargas; Jesus usando lodo para curar um cego.

    • A Força na Fraqueza: Deus só manifesta Sua força total quando admitimos nossa fraqueza (2 Coríntios 12:7-10). Se você se acha forte o suficiente para seguir regras sozinho, você não precisa do Espírito.

    • Graça vs. Regras: Não volte ao sistema de regras (Gálatas 5:18). O Espírito Santo nos une a Cristo como em um casamento (Romanos 7:1-6), onde a motivação é o amor e a adoração, não a obrigação legalista.

Como ser Guiados Continuamente pelo Espírito?

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Conclusão:

Ser guiado pelo Espírito Santo é um aprendizado contínuo de ouvir e responder. Exige que mantenhamos a "natureza do cordeiro" para que a "pomba" permaneça sobre nós.


Certifique-se de Que Sua Vocação Seja Verdadeira

 Certifique-se de Que Sua Vocação Seja Verdadeira

A sua vocação não é apenas uma carreira ou uma preferência pessoal; é um chamado sagrado que provém da eternidade. Como exorta 2 Pedro 1:10, devemos nos empenhar para tornar firme o nosso chamado e eleição. O momento em que Deus confronta você com o Seu chamado é, sem dúvida, o ponto de virada mais significativo da sua existência.


I. O Chamado: O Impacto da Eternidade no Tempo

De acordo com Romanos 8:29-30, o chamado não é um improviso de Deus, mas o resultado de um plano traçado antes da fundação do mundo. Antes de o chamado ecoar em sua vida no tempo presente, três coisas ocorreram na eternidade:

    1. Presciência: Deus conhecia você pessoalmente antes de você nascer.

    2. Escolha: Ele o escolheu com base nesse conhecimento eterno.

    3. Predestinação: Ele planejou o curso e o destino da sua vida.

O chamado é o ponto exato onde esse propósito eterno emerge da eternidade e impacta a sua realidade atual. A forma como você responde a esse impacto determina todo o seu destino.


II. A Natureza da Vocação Sagrada

Sua vocação está intrinsecamente ligada à sua salvação (2 Tessalonicenses 2:13-14). Ela possui características que a distinguem de qualquer ambição comum:

    • Prioridade Absoluta: Como uma vocação sagrada, ela tem precedência sobre todas as outras áreas da vida.

    • Baseada na Graça: Você não é chamado para fazer o que é capaz de fazer sozinho. A graça de Deus começa justamente onde termina a sua capacidade humana (2 Timóteo 1:9).

    • Muitos Chamados, Poucos Escolhidos: Jesus alertou em Mateus 22:14 que o chamado é amplo, mas a "escolha" (o comissionamento final) depende de como atendemos às condições de Deus.


III. Requisitos para Cumprir a Vocação

Para que sua vocação seja "verdadeira" e frutífera, Deus exige certas posturas do crente:

A. Prioridade Intransigente (A Cruz)

Jesus foi radical em Lucas 14:26-33. O discipulado exige "odiar" (amar menos em comparação a Cristo) os parentes e a própria vida. A cruz é o ponto onde a vontade de Deus e a sua vontade se cruzam. É o lugar onde o ego, a ambição pessoal e o talento natural devem morrer para que a vida de Cristo floresça.

B. O Padrão do Corredor

Conforme Hebreus 12:1-2, cumprir uma vocação é como correr uma maratona:

    • Livre-se do Pecado: Aquilo que corrompe sua caminhada.

    • Livre-se do Peso: Coisas que podem não ser "pecado", mas são distrações desnecessárias que tornam você mais lento.


IV. Os Três Estágios do Sucesso Espiritual

Em Apocalipse 17:14, vemos a descrição daqueles que vencem com o Cordeiro. Eles passaram por três estágios cruciais:

    1. Chamados: O convite inicial de Deus para a salvação e o serviço.

    2. Escolhidos: Aqueles que responderam ao chamado com determinação e aceitaram as condições de Deus.

    3. Fiéis: Aqueles que permaneceram, persistiram e completaram a jornada.

A Chave do Sucesso: A essência de completar sua vocação é descrita em Apocalipse 14:4: seguir o Cordeiro para onde quer que Ele vá. A fidelidade não é apenas chegar ao fim, mas não se desviar do caminho traçado pelo Líder.


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Você sente que já identificou qual é o seu chamado específico, ou gostaria de conversar sobre como discernir a vontade de Deus em meio às distrações do dia a dia?


Por Que Devemos Sentir Saudade de Cristo? Ansiando por Sua Aparição!

 Por Que Devemos Sentir Saudade? Ansiando por Sua Aparição

Introdução: A Bíblia identifica um grupo especial de crentes: aqueles que amam a Sua vinda (2 Timóteo 4:8). Essa "saudade" espiritual não é um escapismo, mas a motivação central para a vida cristã. Existe uma recompensa específica, a coroa da justiça, reservada para aqueles que vivem na expectativa do retorno de Cristo.

A graça de Deus não apenas nos salva, mas nos educa a viver de modo santo, tendo como combustível a "bendita esperança" da manifestação da glória de Jesus (Tito 2:11–13). Ele aparecerá uma segunda vez, não para tratar do pecado, mas para salvar aqueles que o aguardam ansiosamente (Hebreus 9:28).


I. As Quatro Razões Principais Para Ansiar Pela Vinda de Cristo

O retorno de Jesus não é apenas um evento teológico, é a solução final para quatro grandes dilemas da existência humana.

A. Consumação da Nossa Salvação (Transformação Física)

    • O Corpo de Glória: Atualmente, possuímos um "corpo de humilhação", sujeito à doença, dor e pecado. Na Sua vinda, Cristo transformará esse corpo para ser semelhante ao Seu corpo de glória (Filipenses 3:20–21).

    • A Ressurreição: A fé em Cristo garante que não seremos apenas espíritos desincorporados, mas que seremos ressuscitados no último dia (João 6:39–40).

B. Consumação da Nossa União

    1. Com Cristo: A vinda do Senhor marca as "Bodas do Cordeiro", o momento em que a Igreja se une plenamente ao seu Noivo (Apocalipse 19:6–7).

    2. Uns com os Outros: Será o grande reencontro de todos os santos. Aqueles que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro, e nós seremos arrebatados juntamente com eles (1 Tessalonicenses 4:16–18).

C. A Única Esperança Para a Humanidade que Sofre

    • Justiça Social Perfeita: Somente o governo de Cristo banirá as consequências do mal e vindicará os oprimidos (Salmo 72:1–14).

    • Intervenção Divina: O Reino de Deus não virá por esforço humano gradual, mas por uma intervenção repentina que substituirá os reinos deste mundo (Daniel 2:31–44).

D. Redenção da Criação

    • O Gemido da Natureza: A criação está "sujeita à vaidade" e geme por libertação (Romanos 8:18–23). O retorno de Cristo trará harmonia universal, fazendo com que até a natureza "se alegre" diante do Senhor (Salmo 96:11–13).


II. Como Devemos nos Preparar?

Se amamos a Sua vinda, nossa vida atual deve refletir essa expectativa através de quatro atitudes práticas:

1. Santidade Pessoal

    • A expectativa do retorno de Jesus é o maior purificador da vida cristã. "Qualquer que nele tem esta esperança purifica-se a si mesmo, como ele é puro" (1 João 3:3).

    • Devemos ser encontrados em paz, sem mácula e irrepreensíveis (2 Pedro 3:11–14).

2. Concluir a Tarefa Designada

    • Deus preparou "boas obras" específicas para cada um de nós (Efésios 2:10). O cristão realizado é aquele que termina a tarefa que o Senhor lhe confiou antes de Sua volta. As "vestes de linho fino" da Noiva são as ações justas dos santos (Apocalipse 19:7–8).

3. Oração Contínua

    • A oração nos dá força para suportar a pressão dos tempos perigosos. Jesus nos exortou a "vigiar e orar" para que possamos escapar das coisas que hão de vir e estar em pé diante do Filho do Homem (Lucas 21:34–36).

4. Apressar a Chegada do Dia De acordo com as Escrituras, podemos, de certa forma, "apressar" o dia de Deus (2 Pedro 3:11–12) ao cumprir duas condições que precedem o fim do reino de Satanás:

    • Proclamação Global: O Evangelho deve ser pregado a todas as nações (Mateus 24:14).

    • Restauração de Israel: A plenitude dos gentios deve entrar, e Israel deve reconhecer seu Messias (Romanos 11:25–26).

Por Que Devemos Sentir Saudade? Ansiando por Sua Aparição
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III. Preparando o Caminho

Nossa missão inclui consolar a nação de Israel, proclamando que sua iniquidade foi perdoada e que a glória do Senhor se manifestará (Isaías 40:1–5). A mensagem central desse consolo é a confiança na Palavra de Deus, que permanece para sempre, enquanto toda a glória humana murcha como a erva.

A saudade que sentimos é o eco do Espírito e da Noiva dizendo: "Vem!" (Apocalipse 22:17).


A Rebelião de Lúcifer

A Rebelião de Lúcifer

O período pré-adâmico

I. Introdução

A. Conflito e guerra fazem parte da vida cristã:

  • 1. 2 Coríntios 10:3-5 — Não lutamos segundo a carne... as armas da nossa guerra Não são carnais. Aplica-se a todos os cristãos.
  • 2. 1 Timóteo 1:18 — Para que você combata a boa guerra.
  • 3. 2 Timóteo 2:3-4 — Suporte as dificuldades como um bom soldado... Nenhum homem que guerreia se enreda.
  • 4. Efésios 6:12 — A nossa luta é contra os principados e potestades.

B. O próprio Deus é apresentado como um comandante militar:

  • 1. Êxodo 15:3 — O Senhor é um guerreiro.
  • 2. Josué 5:13-14 — Como capitão do exército do Senhor
  • 3. Salmo 24:8 — O Senhor poderoso na batalha
  • 4. Isaías 13:4 — O Senhor dos Exércitos reúne o exército para a batalha.

C. Qual é o contexto? Quem são as forças de oposição?

1. A causa fundamental de toda agitação e conflito é a rebelião — ou seja, a recusa em Submetam-se ao governo justo de Deus. O mundo está cheio de rebeldes.

Os problemas humanos podem ser classificados como as três áreas principais de uma árvore:

  • a. Ramos
  • b. Tronco
  • c. Raízes

A rebelião é a raiz de todos os problemas.

2. Mateus 6:9-10 — Venha o teu reino... Seja feita a tua vontade... Isto começa com meu.

3. Isaías 57:19-21 — A submissão total a Deus traz uma paz profunda e duradoura.

D. Como e quando começou a rebelião?

É necessário reconhecer dois fatos básicos:

  • 1. A Bíblia trata principalmente da raça adâmica.
  • 2. Houve um período indeterminado na história do universo antes da criação de Adão

II. O Período Pré-Adâmico

A. Gênesis 1:1

  • 1. A criação original dos céus (plural) e da terra
  • 2. Certas palavras hebraicas em Gênesis 1 estão no plural: “Deus”, “Céus”, “Água”, “Vida”

B. Jó 38:4–8 — Os habitantes do céu (anjos, etc.) já existiam antes da criação da terra (compare Neemias 9:6).

C. Gênesis 1:2 — Um período de tempo não mensurado entre Gênesis 1:1 e Gênesis 1:2.

Depois disso, a terra tornou-se “deserto” e “vazia” (em hebraico, tohu e bohu).

III. Outros usos de Tohu e Bohu:

A. Tohu e Bohu juntos:

  • 1. Is. 34:11—A linha da confusão, o abismo do vazio (“Idumeia” = “Edom”)
  • 2. Jeremias 4:23 — A terra era sem forma e vazia.
  • 3. Todas as três passagens em que essas duas palavras ocorrem juntas descrevem uma cena assustadora.

A desolação trouxe o julgamento de Deus sobre a terrível maldade.

1. Deuteronômio 32:10 — O deserto uivante e desolado

2. Jó 6:18 — Eles se reduzem a nada (isto é, são desperdiçados) e perecem.

3. Jó 12:24; Salmo 107:40 — Um deserto onde não há saída

4. Isaías 24:10 — A cidade da confusão (desgraça) está fechada.

5. Isaías 40:23 — Ele faz dos juízes da terra como vaidade.

6. Is. 41:29—Suas imagens fundidas são vento e confusão

7. Isaías 45:18 — Deus... formou a terra e a fez... Ele não a criou em vão,

Ele a formou para ser habitada. Isso prova que a terra em Gênesis 1:2 não estava na condição em que Deus a criou originalmente.

A Rebelião de Lúcifer

I. Introdução

  • A. Gênesis 1:2 — “Sem forma” e “vazio” = hebraico tohu e bohu
  • B. Principais associações: desagrado divino, julgamento, abandono

II. O que causou o julgamento de Deus na Terra pré-adâmica?

A. Principalmente, a rebelião de Satanás.

B. Col. 1:16 — Quatro ordens principais do reino “invisível” (espiritual)

  • 1. Tronos
  • 2. Domínios (Senhorios)
  • 3. Principados (Dominações)
  • 4. Poderes (Autoridades)

Nota: “Poder” denota o “domínio da autoridade” sob o comando de um “príncipe” (governante).

C. A rebelião começou no âmbito dos “principados”.

III. As Escrituras apresentam três grandes “príncipes angelicais” (arcanjos):

  • A. Lúcifer (“O Brilhante”)—Isaías 14:12
  • B. Gabriel (“Deus é poderoso”)—Daniel 8:16; 9:21; Lucas 1:19, 26
  • C. Michael (“Quem é como Deus?”)—Dan. 10:13, 21; 12:1; Judas 9; Apocalipse 12:7
  • D. Possivelmente:

1. Cada arcanjo comandava um terço dos anjos.

2. O Pai, o Filho e o Espírito Santo tinham cada um um grupo de anjos à sua disposição.

E. “Lúcifer” tornou-se “Satanás” (Adversário, resistente) Zacarias 3:1

F. Apocalipse 12:4 — Satanás agora arrasta consigo um terço dos anjos (compare com Apocalipse 12:4).

1:20). Estes o seguiram em sua rebelião contra Deus. Possivelmente eles eram os anjos à disposição do Filho

IV. Esboço provável da rebelião de Lúcifer

A. No período pré-adâmico, tanto o céu quanto a terra eram perfeitos desde a criação.

Em diante. Deus confiou a Lúcifer uma certa esfera de autoridade, que incluía

A Terra. A Terra era habitada por uma raça (ou raças) pré-adâmica(s). Existia um jardim pré-adâmico do Éden (prazer), com um templo e uma montanha sagrada. Lúcifer

Era o guardião do templo e dirigia o culto a Deus.

B. Lúcifer se orgulhou de sua própria sabedoria e beleza e aspirou a uma posição de igualdade com Deus. (Provavelmente essa era a posição ocupada pelo Filho.) Lúcifer promoveu sistematicamente a rebelião e seduziu os anjos sob seu comando. sua lealdade a Deus (o Filho?), e então os levou a um ataque contra Deus. Por isso, ele e seus anjos foram lançados do céu de Deus. Em seguida, estabeleceram um reino rival em oposição a Deus, situado em “o “Céus celestiais” (isto é, entre a morada de Deus e o céu visível).

C. Em algum momento, Satanás e seus anjos rebeldes fizeram com que os habitantes da Terra...

Junte-se a eles em sua rebelião e em toda forma de maldade. Em última análise, Deus trouxe um tremendo julgamento (principalmente pela água) sobre toda a Terra e seus habitantes. O resultado desse julgamento é descrito em Gênesis 1:2. Mitologia

Contém muitas referências a uma suposta “era de ouro” (a era pré-adâmica), e a um continente inteiro submerso no Atlântico. Esta pode ser a origem de “o abismo.”

D. Os espíritos desencarnados de uma raça (ou raças) pré-adâmica(s) provavelmente constituem o “mal”. espíritos” (demônios) da era atual

E. Esses eventos são mencionados nas seguintes passagens:

1. Ezequiel 28:12-19 — Distinga o “príncipe” e o “rei” de Tiro.

2. O “príncipe” era um homem (v. 2, 9).

3. O “rei” era um querubim (ser angelical), sem dúvida Lúcifer.

4. Observe o seguinte:

  • Av 12 — Cheio de sabedoria, perfeito em beleza
  • bv 13—Tu estiveste no Éden, o jardim de Deus
  • cv 13—Toda pedra preciosa era a tua cobertura
  • dv 14—O ungido, querubim protetor... sobre o monte santo
  • Ev 15—Criado perfeito, mas a iniquidade foi encontrada em ti
  • fv 16—“Mercadoria”. v. 18 – “Tráfico”, isto é, calúnia, fofoca (compare Lv 19:16; Pv.11:13; 20:19; Jer. 6:28; 9:4; Ezeque. 22:9)
  • gv 16—Expulsos do monte de Deus, etc.
  • hv 17—Coração erguido (ou seja, orgulho)
  • iv 18–19—Possivelmente a etapa final do julgamento ainda está por vir
A Rebelião de Lúcifer

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Resultados produzidos pela rebelião de Lúcifer

I. Introdução

  • A. Revisão do período pré-adâmico: Gênesis 1:2; Ezequiel 28:12-19
  • B. Passagens que tratam da rebelião de Lúcifer (continuação):

2. Isaías 14:12-15 — O ataque real ao trono de Deus:

av 12 - Caído do céu, cortado no chão

bv 13–14—“Eu irei” cinco vezes:

  • (1) Ascenda ao céu
  • (2) Exaltem o meu trono
  • (3) Sente-se no monte da congregação
  • (4) Suba acima das nuvens
  • (5) Sejam iguais a Deus

3. Lucas 10:18 — Jesus (como o Filho eterno) testemunhou a queda de Satanás. Compare.

A posição e a conduta de Jesus:

a. Filipenses 2:5–11

  • (1) Na forma de Deus
  • (2) Não precisava agarrar-se à igualdade com Deus
  • (3) Humilhou-se
  • (4) Portanto, foi exaltado

bv 7–8—Sete degraus abaixo da glória até a cruz:

  • (1) Esvaziou-se
  • (2) Forma de um servo
  • (3) Semelhança com os homens (raça adâmica)
  • (4) Parecia um homem comum
  • (5) Humilhou-se (o filho do carpinteiro)
  • (6) Obediente até a morte
  • (7) Morte de um criminoso

cv 9–11—Sete etapas de exaltação:

  • (1) Altamente exaltado
  • (2) Um nome acima de todos os nomes
  • (3) Todo joelho se dobrará
  • (4) Coisas no céu
  • (5) Coisas na terra
  • (6) Coisas debaixo da terra
  • (7) Toda língua confessará que Jesus Cristo é o Senhor.

d. Lucas 14:11 — Declarado como um princípio eterno

4. Mateus 12:25-26 — Satanás governa um reino indiviso em total oposição a Deus.

a. Efésios 6:12 — O reino de Satanás consiste em “espíritos”; sua sede está em “os lugares celestiais” (compare Ef 1:3, 20, 2:6, 3:10)

b. 2 Coríntios 12:2 — Existem pelo menos três céus

c. Mateus 12:24—Assim como Belzebu (Senhor das Moscas), Satanás também governa o demônios. Estes são os instrumentos de seus propósitos na Terra. Observe o

As seguintes diferenças entre demônios e anjos:

(1) Os demônios se sentem em casa na Terra, os anjos nos lugares celestiais

(2) Os demônios têm um desejo intenso de ocupar corpos físicos, os anjos não. não desejam corpos físicos

5. Dan. 10:2–3, 12–13, 20–21—Os anjos de Satanás nos lugares celestiais se opõem a Anjos de Deus enviados para ministrar aos crentes na Terra. Isso requer a união.

O poder dos anjos de Deus e as orações dos fiéis são essenciais para alcançar a vitória.

a. Os “príncipes da Pérsia e da Grécia” são anjos de Satanás (com especial responsabilidades para com esses reinos terrenos). Da mesma forma, Miguel tem responsabilidades especiais para com esses reinos terrenos. responsabilidade em nome de Deus para com Israel (ver Dan. 12:1).

b. Ef 6:12 — Os crentes do Novo Testamento também participam do mesmo conflito.

6. Jó 1:6–12; 2:1–7 — Satanás ainda tem acesso à presença de Deus e traz relatos da Terra. (Provavelmente ele fez isso antes de sua queda) compare 2 Coríntios. 11:13–15.

Apocalipse 12:10 — Satanás acusa continuamente os crentes diante de Deus.


A raça adâmica: A queda de Adão e suas consequências

 A raça adâmica:

Cinco características únicas

I. Introdução

A. Gênesis 1:1-2 — A criação original. Depois, a rebelião de Lúcifer e a desolação. Julgamento de Deus (efetuado principalmente pela água).

B. Gênesis 1:3–2:7—Esses versículos descrevem principalmente a restauração ou recriação.

C. 2 Coríntios 5:17 — Isto corresponde à nova criação em Cristo.

D. Ambas as criações são afetadas pela Palavra de Deus e pelo Espírito de Deus trabalhando juntos.

(compare com Salmo 33:6)

E. Em ambas as criações, o primeiro ato de Deus é trazer à luz, e Ele não descansa até que

Ele trouxe à luz a Sua própria imagem.

F. A palavra “criar” (em hebraico, bara) usada em Gênesis 1:1 não aparece novamente até...seguindo:

1. Gênesis 1:21 — Monstros marinhos (?) e criaturas rastejantes (?) (Aparentemente, brincadeiras na água uma participação muito maior na era adâmica do que anteriormente [compare Ap 21:1])

2. Gênesis 1:27 — O homem (Adão): Uma nova criação. Adão foi o início de uma raça completamente nova, e essa raça é o tema central de toda a Escritura.

G. Jó 38:4–15 — Esses versículos aparentemente apresentam a mesma ordem de eventos: criação, julgamento, restauração

II. Características únicas de Adão

A. Gênesis 2:7 — Método da criação:

  • 1. Corpo moldado em argila
  • 2. Sopro de Deus inspirado (que confere uma capacidade única de comunhão com Deus).
  • 3. O nome pessoal de Deus (“Jeová”) é usado aqui pela primeira vez.
  • 4. Deus, como pessoa, criou o homem para ter comunhão pessoal consigo mesmo.

B. Gênesis 1:26—Natureza: relação especial com Deus:

  • 1. “Semelhança” = capacidade espiritual, moral e intelectual
  • 2. “Imagem” = forma física externa (1 Coríntios 11:7)

C. Gênesis 1:26 — Propósito: exercer domínio sobre toda a terra. Adão — de Deus representante pessoal, manifestando a semelhança de Deus, exercendo o dom dado por Deus autoridade (compare com Salmo 8:4-8)

D. Gênesis 2:19-20 — Parceria inteligente com Deus, produzindo conhecimento e sabedoria

E. Gên. 2:20–24—Provisão de um cônjuge, revelando e satisfazendo a necessidade de comunhão.

(modelo de Cristo e da Igreja)

F. Adão era o governante do mundo (a ordem social em que estava inserido).

1. Gênesis 2:16-17 — O contato permanente de Deus com Adão se dava por meio de Sua Palavra.

Isso continha três elementos:

  • a. Permissão
  • b. Proibição
  • c. Aviso

2. Esta palavra foi dada somente a Adão, que por sua vez a transmitiu à sua esposa.

3. João 14:23 — Da mesma forma, o contato permanente de Deus com o cristão se dá por meio de

A Sua Palavra. Nossa atitude em relação à Palavra de Deus é a nossa atitude em relação a Deus.

Ele mesmo.

4. Na criação, Deus colocou o homem em uma situação de perfeita provisão para todas as suas necessidades.

Enquanto Adão acreditasse em Deus e lhe obedecesse, ele era inviolável.

5. 2 Pedro 1:2-4 — Da mesma forma, na nova criação, Deus já fez pleno provisão para todas as necessidades de cada crente. Essa provisão se dá por meio de promessas da Palavra de Deus. Enquanto crermos e obedecermos a Deus, estaremos firmes. inviolável como Adão era.

A queda de Adão e suas consequências

I. Introdução

A. Gênesis 3:1-6 — Satanás não atacou Deus diretamente, mas atacou a Palavra de Deus.

  • 1. Primeiro, ele questionou; depois, negou.
  • 2. Resultado: Dúvida, descrença, desobediência

B. Gênesis 3:5 — A persuasão final de Satanás: Sereis como Deus. Isso foi o mesmo motivação que provocou a rebelião original de Lúcifer (compare Isaías 14:13-14).

C. Gênesis 3:6 — As três formas básicas de tentação (compare com 1 João 2:16)

  • 1. “Bom para comer” = desejo carnal
  • 2. “Agradável aos olhos” = desejo dos olhos
  • 3. “Tornar alguém sábio” = orgulho da vida

D. Lucas 4:3, 5–6, 9 — No deserto, Jesus foi submetido às mesmas três formas da tentação

  • 1. Adão caiu por causa da comida — Jesus venceu por meio do jejum.
  • 2. Adão rejeitou a Palavra de Deus — Jesus reteve a Palavra de Deus.

E. 1 Timóteo 2:13-14 — Eva foi enganada por Satanás. Adão não foi enganado, mas escolheu ficar do lado de sua esposa na desobediência contra Deus (ver Gênesis 3:12, 17).

II. Resultados da queda de Adão

A. Mudança na natureza de Adão

1. Efésios 4:22 — A natureza da raça adâmica produzida pela queda é chamada de “a velho.”

a. Essa natureza é corrompida pelos desejos enganosos (isto é, pelos desejos pervertidos). produzido ao ceder à tentação de Satanás).

b. Assim, essa natureza é produto da mentira de Satanás.

2. 1 Coríntios 15:53-54 — Esta natureza também é mortal, isto é, sujeita à morte em três formas.

fases:

  • a. Gênesis 2:17 — Morte espiritual instantânea, ou seja, separação de Deus (compare) Efésios 2:1; 4:18)
  • b. Gênesis 5:5 — Morte física, ou seja, separação da alma do corpo
  • c. Apocalipse 20:13-15 — A segunda morte, isto é, o banimento final e eterno de Deus.

(compare com Apocalipse 20:10)

B. Satanás usurpou o domínio da autoridade de Adão.

1. Efésios 2:2-3 — Satanás tornou-se o príncipe (governante) do reino da autoridade do ar (isto é, o reino sobre o qual Deus colocou Adão como governante)

2. Satanás agora exerce influência espiritual por meio da desobediência do homem, explorando-se desejos e paixões rebeldes (compare com Tiago 1:13-15)

3. Romanos 8:7 — Esses desejos também afetam a mente do homem, que está em guerra com Deus.

4. Toda essa condição existe “por natureza” — ou seja, é resultado de processos naturais. herança de Adão. (Em Gálatas 2:15, a mesma frase é usada para afirmar o fato)

Que Pedro e Paulo eram judeus por nascimento natural.

A raça adâmica: A queda de Adão e suas consequências

Veja também

Resultados da queda de Adão

I. Revisar e dar continuidade aos resultados da queda de Adão:

  • A. Mudança na natureza de Adão: “O velho”
  • B. Satanás usurpou o domínio da autoridade de Adão:

1. Efésios 2:2-3 — Satanás tornou-se o príncipe (governante) do reino da autoridade do ar (isto é, o reino sobre o qual Deus colocou Adão como governante). Observe o direto correspondência entre Gênesis 1:26 e Efésios 2:2.

2. João 12:31; 14:30; 16:11 — O próprio Jesus reconheceu a realidade da presença de Satanás.  autoridade, chamando-o três vezes de “o príncipe (governante) deste mundo”.

3. Lucas 4:5-6 — Satanás alegou que essa autoridade lhe havia sido traída. mãos (isto é, por Adão), e Jesus não contestou essa afirmação.

C. A raça adâmica tornou-se sujeita ao assédio e controle demoníaco:

1. Marcos 1:21-39 — Isso aconteceu a partir da queda, mas primeiro foi trazido  à luz pelo ministério de Jesus.

2. Compare com Mateus 12:28.

Todo o domínio de D. Adam tornou-se sujeito à “vaidade”:

1. “Vaidade” = frustração ou futilidade máxima

2. Rm 8:18-23 — Toda a criação sujeita à vaidade: sofrimento, servidão, corrupção, gemidos, trabalho de parto, dor

A redenção da criação virá somente através da redenção dos filhos de

Deus (compare com 1 João 3:1-2)

3. Gênesis 3:14-19 — Maldição, inimizade, tristeza, espinhos, cardos, corrupção, morte

4. Eclesiastes 1:2 — Neste livro, a palavra “vaidade” aparece 37 vezes; “coisas debaixo do sol”, 27. vezes. Salomão perdeu a visão do “invisível” (compare 2 Coríntios 4:17-18).

5. Hebreus 11:27 — Compare com Moisés, que perseverou porque manteve essa “visão de o invisível”

6. A expressão "vaidade" de Shakespeare:

“Quando penso em tudo que cresce Mantém-se em perfeição por um pequeno instante, Que este enorme palco não apresenta nada além de espetáculos. Onde as estrelas influenciam secretamente o comentário...”

E. A raça adâmica passou a ser identificada com Satanás em culpa e rebelião, e portanto, sujeitos ao julgamento de Deus:

1. Romanos 3:19 — Todo o mundo está sujeito ao julgamento de Deus.

2. A misericórdia de Deus para com a raça adâmica dá a Satanás uma alavanca para usar contra Deus:

“Vocês não podem punir a mim e aos meus anjos, a menos que também punam o Adâmico.” raça, porque estão associadas a nós em nossa culpa.”

3. Portanto, Satanás constantemente lembra a Deus da culpa humana. Veja Jó 1:9–11; Zacarias 3:1-4.

Jesus, o Último Adão


I. Analisando os resultados da queda de Adão


A. Mudança na natureza de Adão, produzindo “corrupção”

B. Satanás usurpou o domínio da autoridade de Adão.

C. A raça adâmica tornou-se sujeita ao assédio e controle demoníaco. 

D. Adam tornou-se sujeito à “vaidade”.

E. A raça adâmica passou a ser identificada com Satanás em culpa e rebelião e, portanto, sujeito ao julgamento de Deus

II. Jesus, o Último Adão


A. 1 Coríntios 15:45 — Jesus é chamado de “o último Adão”

B. Nos Evangelhos, Ele se autodenomina “o Filho do Homem” (em hebraico: אהורההוה ...

Eu sou Adão (Filho de Adão)

C. Heb. 2:11–17

  • 1. “Aquele que santifica” = Jesus
  • 2. “Os que são santificados” = todos os crentes
  • 3. “Todos são um” = Deus Pai

D. Jesus reconhece todos os crentes como “filhos” e “irmãos” de Deus.

(compare com Salmo 22:22; Isaías 8:18)

E. Jesus tornou-se o representante divinamente designado de toda a raça adâmica.

Isso culminou na cruz:

1. Isaías 53:6 — O Senhor fez convergir sobre si (Jesus) a nossa iniquidade.

2. “Iniquidade” = rebelião + todas as suas consequências malignas.

3. Jesus, o Filho de Deus, tomou sobre si todo o mal que, por justiça, era devido aos filhos.  
de Adão, para que em troca os filhos de Adão pudessem receber todo o bem devido por 
direito eterno a Jesus, como Filho de Deus

O Plano Secreto de Deus Revelado

 O Plano Secreto de Deus Revelado

A troca feita na cruz

A. Oito aspectos principais

1. Isaías 53:5 — Feridos por causa das nossas transgressões, esmagados por causa das nossas iniquidades...castigo (punição) da nossa paz sobre Ele

Jesus recebeu o castigo devido aos nossos pecados para que pudéssemos ter paz.

(ou seja, perdão, reconciliação)

2. Isaías 53:4-5 — Ele levou sobre si as nossas enfermidades e carregou com as nossas dores.

(dores) . . . pelas Suas feridas fomos curados

  • a. Jesus carregou em seu próprio corpo nossas dores e enfermidades para que pudéssemos receber cura (compare Mt 8:17; 1 Pe 2:24)
  • b. No âmbito espiritual: transgressões; iniquidades; paz
  • c. No âmbito físico: dores; doenças; cura

3. Isaías 53:10 — Farás a sua alma em oferta pelo pecado (culpa, pecado)

a. A oferta pelo pecado passou a ser identificada com o pecado daquele que a oferecia.

b. 2 Coríntios 5:21 — Deus fez daquele que não tinha pecado, pecado por nós, para que nele fôssemos feitos justiça de Deus (compare com João 3:14–15; Num. 21:4–9)

c. Jesus se fez pecado com os nossos pecados para que pudéssemos ser justificados.

d. 1 João 1:8–10—Distinguir entre pecados (plural) e pecado (singular). 

A natureza pecaminosa produz os atos pecaminosos.

4. Isaías 53:10 — Foi da vontade do Senhor feri-lo até a doença. Compare:

  • a. Miquéias 6:13—Eu te farei adoecer ao te ferir.
  • b. Jesus adoeceu com a nossa “doença” para que pudéssemos ser curados.
  • c. Atos 3:16 — A fé no nome de Jesus proporciona perfeita sanidade.
  • d. 3 João 2 — A provisão física de Deus para o crente: Ter saúde

A troca feita na cruz

I. Introdução

Isaías 53:6 — Na cruz, Jesus, o Filho de Deus, tomou sobre si todo o mal que lhe era devido. por justiça aos filhos de Adão, para que em retribuição os filhos de Adão pudessem receber tudo bem devido por direito eterno a Jesus, o Filho de Deus.

II. Analise os três primeiros aspectos desta troca:

A. Is. 53:5—Feridos por nossas transgressões... esmagados por nossas iniquidades... que poderemos receber a paz (perdão, reconciliação)

B. Is. 53:4–5—Levaram sobre nós as nossas enfermidades... carregaram as nossas dores... para que fôssemos curados.

C. Is. 53:10; 2 Cor. 5:21 — Jesus se fez pecado com os nossos pecados para que fôssemos feitos pecadores. justificado com a Sua justiça.

III. Outros aspectos da troca:

D. Is. 53:10—Foi da vontade do Senhor feri-lo até a doença. Compare:

1. Miquéias 6:13 — Eu te farei adoecer, ferindo-te. Jesus adoeceu com nossa “doença” para que possamos ser curados com a Sua saúde.

2. Isaías 1:5-6 — Uma imagem de Israel como Deus os via em sua condição de apostasia:

Religioso, mas rebelde e corrupto. Também uma imagem exata do corpo de Jesus na cruz, porque Ele se identificou com a nossa rebelião e a carregou consigo.

3. Isaías 52:13-15 — Uma descrição adicional dos extremos sofrimentos físicos de Jesus, também de Sua subsequente exaltação e dos benefícios de Sua morte.

Disponível para todas as nações.

4. Atos 3:16 — O resultado: Perfeita saúde por meio do Seu nome

  • a. Distinguir entre doenças ou enfermidades (plural) e enfermidade. (singular)
  • b. Êxodo 15:26 — Não porei nenhuma dessas doenças (plural)
  • c. Êxodo 23:25 — Tirarei a doença (singular)

5. Deuteronômio 7:15 — Ambas as bênçãos prometidas: O Senhor afastará todas as doenças (singular), e não colocará nenhuma das doenças malignas (plural)

E. Gálatas 3:13-14 — Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se Deus nosso Senhor. maldição para nós... para que a bênção de Abraão chegue aos gentios através de Jesus Cristo

1. Cristo recebeu a maldição que nos era devida pela transgressão da lei de Deus, para que pudéssemos...

Receber as bênçãos devidas à obediência de Cristo.

2. Gálatas 3:10 — Se vocês querem cumprir a lei, devem cumpri-la completamente. continuamente. Caso contrário, você ficará sob uma maldição.

3. Deut. 28:2–13—As bênçãos: frutificação; abundância; proteção; direção; Vitória; sucesso; santidade; honra; riquezas; domínio.

  • a. Muitos cristãos estão sofrendo uma maldição quando deveriam estar desfrutando de uma bênção.
  • b. Se você andar em obediência, as bênçãos o alcançarão.

4. Salmo 23:3, 6 — Nos “caminhos da justiça”, a bondade e a misericórdia “seguem”.

5. Deut. 28:16–68—As maldições: esterilidade; insuficiência; frustração; fracasso; derrota; servidão; pobreza; medo; todas as formas de doença, tanto mental quanto física.:

6. Salmo 1:1-3 — Tudo o que ele fizer prosperará. Não há espaço para fracasso.

F. 2 Coríntios 8:9—Pois vocês conhecem a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, que, embora Ele tenha sido Rico, mas por amor de vocês Ele se fez pobre, para que por meio de sua pobreza vocês pudessem prosperar.

1. Jesus se fez pobre com a nossa pobreza, para que pudéssemos ser ricos com a Sua riqueza.

2. A graça tem um só canal, Jesus Cristo; um só fundamento, a cruz; um só administrador, o Espírito Santo

3. Deuteronômio 28:47 — A vontade de Deus: servi-Lo com alegria e contentamento pela abundância de todas as coisas

4. Deut. 28:48 — As alternativas:

  • a. Servir aos seus inimigos com fome, sede, nudez e carência de todas as coisas. Isto é pobreza absoluta.
  • b. Jesus literalmente suportou todas essas coisas na cruz. O resultado para nós:
  • c. 2 Coríntios 9:8 — E Deus é poderoso para fazer abundar em vós toda a graça; para que

Vós, tendo sempre toda a suficiência em todas as coisas, podeis transbordar para todo o bem.

Jesus experimentou a morte em todas as suas fases.

I. Introdução

A. Analise seis aspectos da troca realizada na cruz:

  • 1. Castigados por nossas transgressões e iniquidades, para que tenhamos paz. (perdão, reconciliação)
  • 2. Suportaram nossas doenças e dores para que pudéssemos ser curados.
  • 3. Fez pecado com a nossa pecaminosidade para que pudéssemos ser justificados com a Sua justiça
  • 4. Que adoeçamos com nossa “doença” para que pudéssemos ser curados por Ele.
  • 5. Fez uma maldição para que pudéssemos receber a bênção.
  • 6. Feito pobre em nossa pobreza para que pudéssemos ser ricos com a Sua riqueza.

B. Hebreus 2:9 — Que Ele (Jesus), pela graça de Deus, provasse a morte por todos.

C. Tiago 1:15 — A consequência final de todo pecado é a morte. Não existem pecados “pequenos”.

II. Jesus experimentou a morte em todas as três fases sucessivas:

A. Separados da união e comunhão com o Pai:

  • 1. João 6:57; 10:30 — Jesus tinha vida espiritual por meio da união com o Pai.
  • 2. Mateus 27:46 — Abandonado pelo Pai, Ele perdeu esta vida.
  • 3. Isaías 59:1-2 — Somente o pecado pode separar uma alma de Deus.
  • 4. Habacuque 1:13a — Deus não pode olhar para (aceitar, tolerar) a iniquidade.

B. Morte física:

  • 1. Mateus 27:50 — Jesus expirou (morreu fisicamente)
  • 2. A morte física separa a alma do corpo, mas não altera a condição da alma.

C. Banido da presença de Deus:

1. Levítico 16:22 — O bode expiatório levará sobre si todas as suas iniquidades para uma terra isolado (uma terra de separação) — Jesus cumpriu o papel do bode expiatório.

2. Salmo 16:8-11; Efésios 4:9 — A alma de Jesus desceu ao Hades (Sheol), mas não foi deixado lá

3. Atos 2:25-31 — Enquanto isso, no túmulo, a sua carne não sofreu corrupção.

4. 1 Pedro 3:18-19 — Ele foi morto na carne, mas vivificado novamente no Espírito Santo. Espírito (antes da ressurreição), e fez uma proclamação aos espíritos no Hades

5. Salmo 71:20-21 — Depois de suportar grandes tribulações, Ele foi vivificado novamente,

Trazido das profundezas da terra e restaurado à Sua posição de honra.

6. Salmo 88 — Um relato singular da experiência de Jesus no Hades. Nota especialmente:

  • Av 3-4 — Minha alma está farta de males. Minha alma chegou ao Sheol, o Reino dos mortos. Tornei-me um homem sem Deus.
  • bv 5—Separados da presença de Deus
  • cv 6—Tu me puseste no poço mais profundo, no abismo da densa escuridão
  • dv 7–8—Suportando todo o impacto da ira de Deus, encarcerados na prisão
  • Ev 13—“De manhã” antecipa a ressurreição
  • fv 15–16—Tenho sido um homem moribundo desde a minha juventude (“nascido para morrer”). Distraídos pelos terrores de Deus, submersos sob a ira de Deus
  • GV 18—Todos os meus amigos e familiares estão isolados. Agora, meus familiares amigos são a escuridão e a sepultura

Dessa forma, Jesus esvaziou o cálice que o Pai lhe deu (ver João 18:11)

hv 10–12—A cada uma dessas seis perguntas, o Novo Testamento responde

"Sim"

7. 1 Pedro 3:18-19 — Aos espíritos desobedientes, Jesus fez uma proclamação: “Eu agora

"Detêm as chaves do Hades" (ver Apocalipse 1:18)

8. 1 Pedro 4:6 — Aos espíritos dos justos, Ele trouxe o bom

Notícias: “Sua redenção está completa.”

9. Romanos 6:23 — Em troca, o dom de Deus para o crente é a vida em todas as três áreas da vida.

fases:

a. União e comunhão com Deus

1 Coríntios 6:17 — Unidos em espírito com o Senhor (compare com 1 Coríntios 1:9; 1 João 1:3; Hebreus 13:5)

b. Vida física

(1) Rom. 8:11; 2 Cor. 4:10–11—Nesse tempo, a vida da ressurreição em um mortal corpo

(2) 1 Coríntios 15:51-54 — Após a ressurreição, um corpo imortal

c. Eternidade na presença de Deus

1 Tessalonicenses 4:17 — E assim estaremos sempre com o Senhor (compare com Apocalipse 11:14).

A cruz anulou as alegações de Satanás.

I. Introdução

Isaías 53:6 — Na cruz, Jesus tomou sobre si todo o mal que nos era devido, para que pudéssemos...receber todo o bem que Lhe é devido.

II. Continuar e concluir aspectos da troca de palavras feita na cruz:

A. Romanos 6:6 — Sabendo isto, que o nosso velho homem foi crucificado com ele, que o corpo

que o pecado se torne ineficaz, para que daqui em diante não sejamos escravos de

pecado. A troca aqui é entre o velho homem e o novo homem.

1. O “velho homem” denota a natureza que cada um de nós recebeu por herança de Adão. Também chamado de “o corpo”, “o corpo do pecado”, “o corpo dos pecados do carne”, “a carne” (ver Rm 8:10; Cl 2:11; Gál 5:17–24)

2. Efésios 2:2-3 — “Todos nós somos, por natureza, filhos da ira”, porque todos nós somos...“os filhos da desobediência [rebelião]”

3. Gálatas 2:15 — A mesma expressão “por natureza” indica que Pedro e Paulo eram Judeus por nascimento natural

4. Efésios 4:20-22 — O “velho homem” é uma “árvore corrupta” e deve ser “despojado”.

5. Mateus 3:10 — Por meio do evangelho, o machado é posto à raiz desta árvore.

6. Mateus 7:18-19 — Uma árvore má não pode dar bons frutos. Não é a reforma, mas execução

7. Efésios 4:24 — A velha natureza rebelde foi executada em Cristo para que, em seu lugar,

O novo homem agora pode habitar no crente (compare com Colossenses 3:9-10).

8. Colossenses 1:27 — Este “novo homem” é Cristo em vocês.

9. Gálatas 2:20 — Minha confissão pessoal: “Eu” estou crucificado, “Cristo” agora vive em mim.

10. Colossenses 3:11 — Todas as antigas barreiras foram derrubadas.

11. 1 Pedro 1:23; 1 João 3:9 — A natureza produzida em mim pela semente incorruptível A Palavra de Deus é incapaz de pecar.

12. 1 João 5:4, 18 — Esta nova natureza não pode ser derrotada pelo mundo nem tocada. pelo diabo

II. A posição de Satanás é alterada pela cruz.

A. A obra de Cristo na cruz tornou possível para os membros da família adâmica correr para receber a justiça e entrar em comunhão e graça diante de Deus.

1. Para aqueles que aceitam isso, Satanás foi privado de sua grande arma. contra Deus e contra o homem.

2. Sem comprometer a Sua justiça, Deus agora está livre para punir Satanás e seus seguidores. anjos, mas perdoar os descendentes de Adão que se arrependem e depositam sua fé em Cristo.

B. João 12:31 — Na cruz, o julgamento do mundo veio sobre Jesus e Satanás. foi assim “expulso”

C. Col. 2:15 — Deus despojou os principados e potestades de Satanás de suas armas.

D. Lucas 11:21-22 — Pela cruz, Cristo fez três coisas:

  • 1. Ele derrotou Satanás.
  • 2. Ele tirou as armas de Satanás (suas razões para a acusação).
  • 3. Ele restaurou as bênçãos das quais Satanás havia roubado a raça adâmica.

E. Salmo 69:4 — Na cruz, Jesus restituiu o que Satanás lhe havia tirado. Dois

Daí decorrem as seguintes consequências:

1. Satanás lutará incessantemente para nos manter em estado de condenação.

2. Só podemos vencer Satanás na medida em que aceitamos a justiça de Deus. 

Jesus, o Segundo Homem

I. Introdução

A. 1 Coríntios 15:45, 47 — Como “o último Adão”, por sua morte na cruz, Jesus selou o mundo. toda a herança maligna de Adão. Então, em Sua ressurreição, Ele surgiu como “O segundo homem” — o líder de uma raça completamente nova.

B. Salmo 90:2 — Desde a eternidade até a eternidade, Tu és Deus. Isso se aplica a Jesus como segue:

1. Col. 1:15–18

  • a. A imagem do Deus invisível
  • b. O primogênito (ou primeiro gerado) antes de toda a criação (compare Provérbios 8:22–25)
  • c. Existente eternamente antes de todas as coisas (compare com João 8:58)
  • d. Todas as coisas foram criadas por Ele (compare João 1:3; 1 Coríntios 8:6); ambas visível e invisível (compare 2 Coríntios 4:18)
  • e. Todas as coisas subsistem por meio dEle (compare com Hb 1:3)
  • f. O primogênito (ou primeiro gerado) dentre os mortos e, portanto, o início de a nova criação
  • g. A cabeça do corpo (= a igreja) que o segue através da morte e ressurreição

2. Assim, Ele tem a preeminência (primeiro lugar) como primogênito em ambas criações

C. Compare o contorno paralelo em

1. Hebreus 1:2-3

  • a. *O brilho da glória do Pai (isto é, a emanação visível)
  • b. *A imagem expressa da substância do Pai (como a impressão de barro) (apresenta perfeitamente a forma do anel de sinete)
  • c. Os mundos (eras) foram criados por Ele.
  • d. Ele sustenta todas as coisas pela palavra do seu poder (compare com 2 Pedro 3:5-7).
  • e. Ele mesmo expurgou nossos pecados (tornou-se nosso substituto, pagou nossa pena)
  • f. Agora está sentado (como nosso advogado e sumo sacerdote) à direita de Deus. (compare Hebreus 10:12–13; 19:22; 1 João 2:1)
  • g. O herdeiro designado de todas as coisas: Tudo pertencerá a Ele e estará sob Sua autoridade. controle (compare 1 Coríntios 15:24-28)

* Parábola do sol:

  • a. A “substância” do sol = o Pai
  • b. A glória visível do sol = o Filho
  • c. Os raios de luz que trazem glória aos nossos olhos = O Espírito Santo (raios de luz)

são refratadas em sete cores [compare Ap 1:4, 4:5; Is 11:1–3])

D. Jesus tornou-se o primogênito dentre os mortos por meio de Sua ressurreição.

  • 1. Salmo 2:1-3 — A rejeição de Jesus como Messias
  • 2. Salmo 2:4-6 — Deus Pai reverte a decisão do homem por seu próprio decreto.
  • 3. Salmo 2:7 — Hoje eu te gerei, isto é, pela ressurreição.
  • 4. Salmo 2:8-9 — A herança prometida a Jesus
  • 5. Salmo 2:10-12 — Todos os governantes da terra foram obrigados a se submeter a Jesus (compare com Isaías).
  • 6. Salmo 89:19-25 — O Messias apresentado como o Filho de Davi
  • 7. Salmo 89:26 — O Filho reconhece o Pai como “Pai”, “Deus” e autor. da Sua “salvação” (isto é, pela ressurreição) (compare com Hebreus 5:7-9)
  • 8. Salmo 89:27 — O Pai faz de Jesus o seu primogênito (dentre os mortos), e portanto, também governante sobre todos os governantes da terra (compare Apocalipse 1:5)
  • 9. 1 Timóteo 2:5 — Após a ressurreição e ascensão, Jesus ainda é um homem.

E. Ao se identificarem com Jesus na morte, sepultamento e ressurreição, os crentes entram esta nova criação e nova raça:

1. 2 Coríntios 5:17-18 — Em Cristo, nova criatura é criada; as coisas velhas já passaram; todas as coisas novas surgiram o novo, todas as coisas de Deus

2. 1 Pedro 1:3 — Os crentes são regenerados... pela ressurreição de Jesus Cristo (compare com Oséias 6:2)

3. Ef 2:5-6

  • a. Feito vivo com Ele
  • b. Ressuscitado com Ele
  • c. Assentados com Ele nos lugares celestiais
  • d. Essa identificação é visivelmente representada pelo batismo (ver Rm 6:3–4; Cl 11:10).

O Plano Secreto de Deus Revelado

Veja também

O Propósito de Deus para a Nova Raça

I. Introdução

A. 1 Coríntios 15:47; Efésios 1:22 — Por meio da ressurreição, Jesus surgiu como o segundo homem e chefe da igreja

B. 1 Timóteo 2:5 — Ele continua sendo homem, assim como Deus. Portanto, Ele é o cabeça da raça homem-deus

II. O Propósito de Deus para esta Nova Raça

A. Principalmente: Para cumprir os propósitos que Adão, por meio da desobediência, deixou de cumprir. Na nova criação, os propósitos de Deus ressurgem em um nível superior.

(Compare com a mensagem 1004: A Raça Adâmica: Cinco Características Únicas)

B. Essas mesmas cinco características reaparecem na nova criação, da seguinte forma:

1. Método de criação (pelo sopro inspirado de Deus):

  • a. 2 Coríntios 5:14-17 — A nova criação: O Cristo ressuscitado revelado diretamente pelo Espírito Santo
  • b. João 20:19-22 — O Espírito inalado do Cristo ressuscitado (compare com Rm 8:10)
  • c. 1 Coríntios 1:9 — A comunhão com Deus foi restaurada.

2. A natureza (reproduzindo a semelhança e a imagem de Deus):

a. Gálatas 1:16; 2:20 — Cristo agora revelado no crente através do véu de a carne (compare com Hebreus 10:20)

Colossenses 3:10 — Sendo renovados no conhecimento do Criador, para reproduzir Sua imagem

b. Filipenses 3:20-21 — No retorno de Cristo, os crentes assumirão a Sua forma física. semelhança (compare 1 Coríntios 15:49-53; 1 João 3:1-2)

3. Finalidade (exercer domínio):

a. 2 Coríntios 5:17-20 — Tendo sido reconciliados com Deus, tornamo-nos embaixadores.

(representantes autorizados do governo celestial). No lugar de Cristo, nós agora exercer Sua autoridade e continuar e cumprir Seu ministério (não condenação, mas justiça; não morte, mas vida)

b. Mateus 28:18-20 — Toda a autoridade me foi dada... ide, portanto...

4. Parceria inteligente:

  • a. João 15:15 — Amigos, não servos, compartilhando tudo o que Deus revelou a vocês.
  • b. 1 Coríntios 3:9; 2 Coríntios 6:1 — Colaboradores de Deus
  • c. 1 Coríntios 4:1; 1 Pedro 4:10—Mordomos da casa de Deus

5. Providenciar um parceiro(a):

2 Coríntios 11:2-3 — Desposada com Cristo como Eva com Adão (compare com Efésios 5:25, 31-32).

III. Conclusão

A. Revisar e resumir:

  • 1. Método
  • 2. Natureza
  • 3. Objetivo
  • 4. Parceria
  • 5. Fornecimento de um companheiro

B. A relação de Cristo com o Pai é reproduzida na relação do discípulo com Cristo:

1. João 20:21 — Assim como o Pai enviou Cristo, Cristo envia os seus discípulos:

  • a. João 6:57, 10:30 — Cristo viveu em união com o Pai.

1 Coríntios 6:17 — O crente vive em união com Cristo (compare com Filipenses 1:21; Col. 3:3)

  • b. João 4:34, 5:30, 6:38 — Cristo viveu para fazer a vontade do Pai.

Colossenses 1:9, 4:12 — O crente é aperfeiçoado no conhecimento e na prática do mal. 

  • c. João 8:28, 14:10, 24 — As palavras e as obras de Cristo vieram do Pai

Romanos 15:18-19; Filipenses 2:13, 4:13 — As palavras e as obras do crente vêm de Cristo

  • d. João 14:9 — Cristo revelou o Pai ao mundo

Gálatas 1:16 — O crente revela Cristo ao mundo.

2. Esses objetivos só podem ser plenamente alcançados por uma pessoa jurídica de crentes:

Ef 2:10, 13-15 — Constituímos um novo homem (compare com Ef 4:4, 12-13)


 

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