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Diferença entre o Espiritual e o Anímico

 Diferença entre o Espiritual e o Anímico

Entender a diferença entre o espiritual e o anímico (da alma) é crucial para a maturidade cristã. Muitas vezes, confundimos emoções intensas ou intelecto aguçado com espiritualidade, mas a Bíblia traça uma linha clara entre essas duas dimensões.


As Três Marcas do Espírito Santo

Para discernir o que é verdadeiramente espiritual, precisamos olhar para a natureza do Espírito Santo:

    1. Ele é Deus: Ninguém "usa" o Espírito Santo. Ele é o Senhor. Nós nos submetemos a Ele; Ele não se submete aos nossos caprichos ou desejos egoístas.

    2. Ele é Servo do Pai e do Filho: O Espírito Santo não busca glória para si mesmo. Ele se concentra em glorificar a Jesus (João 16:13-14). Um sinal de que algo é anímico é quando o foco recai sobre a "experiência" ou sobre o "homem", e não sobre o Cristo ressurreto.

    3. Ele é Santo: A santidade não é opcional. O Espírito Santo nunca levará um crente a se comportar de maneira degradante ou "animalesca". Ele produz ordem, domínio próprio e pureza.


A Personalidade Humana: Espírito, Alma e Corpo

De acordo com 1 Tessalonicenses 5:23, o ser humano é uma triunidade.


Parte

Origem/Função

Expressão do Ego

Espírito (Pneuma)

O sopro inspirado de Deus.

Comunhão e adoração direta com o Criador.

Alma (Psuche)

A vida divina infundida no barro.

"Eu quero", "Eu acho", "Eu sinto". Sede da vontade e intelecto.

Corpo (Soma)

A parte física, o invólucro.

Sentidos e contato com o mundo material.

    • Pela Queda: O espírito morreu (separação de Deus), a alma tornou-se rebelde e o corpo tornou-se corruptível.

    • Pela Salvação: O espírito é vivificado, a alma é reconciliada pelo arrependimento e o corpo torna-se templo do Espírito Santo.


Distinguindo o "Pneumatikos" do "Psuchikos"

No grego bíblico, a distinção é ainda mais clara através dos adjetivos:

    • Pneumatikos (Espiritual): Aquilo que é movido e governado pelo Espírito.

    • Psuchikos (Anímico/da Alma): Aquilo que é movido apenas pelas faculdades naturais do homem (emoção, razão, ego).

A Palavra de Deus como Divisor: Conforme Hebreus 4:12, somente a Palavra é capaz de penetrar até o ponto de dividir a alma e o espírito. Sem o estudo da Palavra e a prática (Hebreus 5:14), o crente permanecerá operando no nível anímico, achando que está no espiritual.

"O homem natural (psuchikos) não compreende as coisas do Espírito de Deus... mas o que é espiritual (pneumatikos) discerne bem tudo." (1 Coríntios 2:14-15)


O Perigo do Deslizamento Descendente

Tiago 3:15 nos alerta sobre uma progressão perigosa. Quando algo não vem do alto, ele segue este caminho:

    1. Terrestre: O foco é apenas nesta vida, no "o que eu ganho com isso?". É a visão limitada ao tempo e espaço.

    2. Anímico (da Alma): Torna-se egocêntrico. Muitas manifestações de "culto" hoje são anímicas — buscam estimular as emoções (psique) mas não atingem o espírito. Isso causa divisões (Judas 19).

    3. Demoníaco: A alma rebelde e egocêntrica é a porta de entrada para influências malignas. O que começou como algo "apenas humano" pode terminar sob controle demoníaco.

Diferença entre o Espiritual e o Anímico

Veja também

Conclusão:

A alma deve ser o servo, e o espírito (guiado pelo Espírito Santo) deve ser o mestre. Quando invertemos essa ordem, perdemos o discernimento e nos tornamos vulneráveis.


Graça Versus Lei (Legalismo): Vivendo Além da Capacidade Humana

 Graça Versus Legalismo: Vivendo Além da Capacidade Humana

A tensão entre a Graça e o Legalismo (a tentativa de alcançar justiça por meio de regras) é, talvez, o desafio central da vida cristã. Enquanto a lei nos limita ao que podemos fazer sozinhos, a graça nos eleva ao que somente Deus pode fazer em nós.


I. O Dilema da Justiça: Como ser Justo diante de Deus?

A pergunta de Jó (9:2) — "Como pode o homem ser justo diante de Deus?" — encontra resposta não no esforço, mas na fé.

    • A Justiça de Deus: Ela não é conquistada; é manifestada por meio da fé em Jesus Cristo (Filipenses 3:8-9).

    • A Armadilha Carnal: A motivação do legalismo remete ao Éden: o desejo de "ser como Deus", mas de forma independente de Deus (Gênesis 3:5). Nossa natureza carnal busca o controle através de regras, mas ela jamais poderá agradar a Deus (Romanos 8:8).

    • O Primeiro Passo: Para receber a justiça de Deus, é necessário parar de trabalhar (Romanos 4:4-5). Isso não significa inatividade, mas cessar a tentativa de "comprar" o favor divino com obras.


II. A Alternativa: O Guia Pessoal vs. O Mapa

Muitos cristãos tratam a Bíblia como um mapa estático, mas Deus nos deu um Guia Pessoal: o Espírito Santo.

A Analogia do Piano e do Pianista:

A Palavra de Deus é o piano (o instrumento perfeito). O Espírito Santo é o pianista (quem interpreta e dá vida à música). Sem o Pianista, o instrumento não cumpre seu propósito de tocar o coração.

    • Dependência Diária: Ser guiado pelo Espírito (Romanos 8:14) é viver em constante dependência, e não sob um conjunto de normas rígidas.

    • O Papel do Espírito: Ele jamais nos levará a algo contrário às Escrituras ou profano. Ele nos mostra como aplicar a Palavra de forma viva.


III. O Limite das Regras (Legalismo)

As leis e regras têm funções úteis, mas são limitadas:

    1. Restringir o Mal: Elas estabelecem limites para que a sociedade não se destrua (como leis de trânsito).

    2. Incapacidade de Transformação: Regras podem controlar o comportamento exterior, mas não podem tornar as pessoas boas.

Os Perigos das Regras denominacionais:

    • Promovem o orgulho e a justiça própria (o fariseu vs. o publicano).

    • Distraem das questões centrais, como as Bem-aventuranças (mansidão, misericórdia, pureza de coração).

    • Criam divisões desnecessárias entre irmãos que seguem regras diferentes.


IV. A Operação Sobrenatural da Graça

A Graça é o poder de Deus operando em nós. Ela é rica, inesgotável e produz resultados que nenhuma lei jamais poderia alcançar (Efésios 2:4-7):

    1. Feitos Vivos: A lei condena à morte; a graça vivifica o que estava morto.

    2. Ressuscitados: Ela nos tira do nível da terra e da derrota.

    3. Entronizados: Ela nos posiciona em lugares celestiais com Cristo.


Resumo Comparativo



Aspecto

Legalismo (Lei)

Graça

Origem

Esforço Humano

Dádiva de Deus

Foco

Regras e Proibições

Relacionamento e Amor

Resultado

Orgulho ou Culpa

Gratidão e Transformação

Capacidade

Limitada ao esforço humano

Eleva acima da capacidade humana

Motor

Medo/Obrigação

Fé que opera pelo Amor (Gálatas 5:6)

Graça Versus Lei (Legalismo): Vivendo Além da Capacidade Humana

Veja também

Conclusão:

A fé sem obras é morta, mas as obras são o resultado da graça, nunca a causa dela. Somos chamados para ser uma demonstração eterna da graça de Deus para todo o universo.


Qual deve ser a Motivação para Viver?

Qual deve ser a Motivação para Viver?

 Este estudo bíblico explora a ideia de que a vontade de Deus não é apenas um conjunto de regras, mas o combustível e a motivação suprema para a existência humana. Ao olharmos para Jesus e para o apóstolo Paulo, descobrimos que viver para o prazer do Pai é o que nos dá visão, vitalidade e estabilidade.


I. A Busca Pessoal e o Exemplo de Jesus

Muitas pessoas passam a vida procurando um desafio que valha a pena — algo que exija esforço, sacrifício e dê sentido à existência. A Bíblia nos mostra que o maior desafio que um ser humano pode abraçar é alinhar sua motivação interna com o propósito eterno de Deus.

    • O Testemunho de Jesus: O principal objetivo de Cristo na Terra não era a fama ou o conforto, mas fazer a vontade dAquele que O enviou.

    • A Natureza Eterna da Motivação (Salmos 40:6-8): Esta é uma declaração profética de Jesus. Antes mesmo de vir ao mundo, Ele declara: "Deleito-me em fazer a tua vontade, ó Deus meu". Isso nos ensina que Deus discerne nossas motivações; Ele não olha apenas para o que fazemos, mas para o porquê fazemos.

    • Planejados para o Propósito (Efésios 2:10): Não fomos salvos para o ócio. Deus preparou "boas obras" de antemão. Nossa motivação deve ser descobrir e caminhar nelas.

    • O Custo da Vontade (Hebreus 10:5-10): A vontade de Deus levou Jesus ao sacrifício. Isso nos lembra que o verdadeiro compromisso envolve entrega total, mas é através dessa obediência que somos santificados.


II. O Tema Fundamental no Evangelho de João

O apóstolo João destaca como a vontade de Deus era a fonte de energia e percepção de Jesus.

A. Vitalidade Sobrenatural (João 4:27-35)

Jesus diz aos discípulos: "A minha comida é fazer a vontade daquele que me enviou".

    • Assim como o alimento sustenta o corpo físico, fazer a vontade de Deus sustenta o espírito.

    • Renovação Interior: Enquanto o homem exterior decai, o compromisso com Deus promove uma renovação diária (2 Coríntios 4:16). Aprender a viver por essa "fonte interna" nos torna resilientes.

B. Visão Espiritual e Discernimento

Jesus via a "colheita" onde os discípulos viam apenas um campo comum.

    • O Véu da Subjetividade: Quando focamos em nossos próprios desejos, projetamos nossas vontades nas situações e ficamos cegos.

    • O Olhar de Deus: O compromisso com a vontade de Deus "levanta o véu". Quando paramos de buscar agradar a nós mesmos (João 5:30), nosso julgamento se torna reto e passamos a ver as realidades espirituais que outros ignoram.

C. O Foco na Conclusão (João 17:4; 19:28-30)

Jesus não queria apenas começar a obra, mas terminá-la.

    • "Está Consumado": No momento de maior agonia, na cruz, Jesus alcançou a vitória total. O trabalho d'Ele foi perfeito porque foi concluído. Nada mais resta a fazer para a nossa salvação, exceto crer e seguir esse exemplo de fidelidade até o fim.


III. O Testemunho de Paulo e a Firmeza da Fé

O apóstolo Paulo adotou a mesma mentalidade de Cristo, entendendo que a vida só tem valor se cumprir o seu propósito designado.

    • A Corrida (Atos 20:24): Paulo não considerava sua vida preciosa para si mesmo, desde que pudesse terminar sua tarefa com alegria.

    • Participação nos Sofrimentos (Filipenses 3:10): O compromisso total envolve conhecer a Cristo tanto no poder de sua ressurreição quanto na comunhão de seus sofrimentos.

    • A Oferta de Libação (2 Timóteo 4:6-7): Perto da morte, Paulo vê sua vida como uma oferta derramada. Ele combateu o bom combate e guardou a fé. A única oferta que Deus aceita é aquela onde entregamos nossa própria vontade.

Permanecendo em um Mundo Instável

O mundo atual (a "ordem humana") é passageiro e instável.

    • O que permanece (1 João 2:15-17): O mundo e seus desejos passam, mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre.

    • O Inabalável (Hebreus 12:26): Deus abalará tudo o que é terreno. Em meio a crises e instabilidades, a única forma de permanecermos firmes é estarmos unidos à vontade de Deus, que é o único fundamento inabalável.

A Chave do Conhecimento (João 7:17): Muitos querem entender a vontade de Deus para depois decidir se a farão. A Bíblia inverte essa lógica: primeiro nos comprometemos a agir, e então o entendimento vem. O compromisso é a chave que revela o mistério.

Qual deve ser a Motivação para Viver?

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Conclusão e Aplicação

Para viver essa realidade, o passo prático é o de Romanos 12:1-2: apresentar o corpo como sacrifício vivo. Somente quando paramos de nos conformar com este mundo e renovamos nossa mente, podemos "experimentar" (provar na prática) que a vontade de Deus é boa, agradável e perfeita.


Como abordar a Profecia Bíblica nos Tempos Atuais?

 Guia Profético para os Tempos Finais

Proclamação: Dan. 2:20–22; 4:34–35

I. Por que a Palavra Profética de Deus?

  • A. É uma luz em um lugar escuro (2 Pedro 1:19)
  • B. Seu propósito: gerar expectativa da vinda de Cristo (compare com Hebreus 9:28).
  • C. Sete princípios de compreensão e aplicação profética
1. Coisas secretas — ninguém pode saber (Deuteronômio 29:29)
2. As coisas reveladas são dadas para serem cumpridas; caso contrário, não haveria revelação adicional. A revelação está condicionada à obediência.
3. Dado para um tempo específico (Jer. 30:1–7, 24(b); compare João 12:14–16)
4. Para evitar orações/ações erradas (Mateus 24:19-20)
5. O espírito da profecia centra-se em Jesus (Ap 19:10(b); Jo 16:8)
6. Dê às palavras seu significado literal — não as “espiritualize”.
7. Reconhecer a soberania total de Deus

II. Tempos Difíceis que Virão (2 Timóteo 3:1-5)

A. Aumento inevitável da maldade nos últimos dias (compare com Mateus 8:28).

(tempos “ferozes”)

Causa básica: corrupção da natureza humana

  • 1. É progressivo
  • 2. É irreversível

B. Ascensão do ocultismo

  • 1. Os magos do Egito (2 Timóteo 3:7-8)
  • 2. Homens maus e impostores = lamentadores, encantadores (2 Timóteo 3:13)

C. Problema fundamental: amor-próprio (2 Timóteo 3:1-5)

  • 1. “Uma forma de piedade” = professar ser cristão — negando o poder para produzir mudanças radicais
  • 2. Tais pessoas podem ter entrado, mas não herdarão (1 Coríntios 6:9-11; compare com Gálatas 11:10). 

III. A Solução de Deus

  • A. Uma nova criação (2 Coríntios 5:17)
  • B. Produzindo: Seu próprio povo escolhido (Tito 2:11-14)

(Leia Mateus 24 e 25 antes de prosseguir nesta série)

Proclamação: Mateus 24:14

I. A importância da coluna vertebral

  • A. Para montar as partes de um esqueleto, comece pela coluna vertebral.
  • B. A “espinha dorsal” da profecia bíblica: Mateus 24, 25; Marcos 13; Lucas 21

II. Mateus 24:1–44

A. Duas perguntas (Mateus 24:1-3)

  • 1. Quando essas coisas vão acontecer...?
  • 2. Qual será o sinal...?

B. Resposta a (1): Jerusalém foi pisoteada até que . . . (Lucas 21:20–24)

  • 1. Imediatamente após a vinda de Cristo (Lucas 21:25-27)
  • 2. Retorne a Mt 24:4–14 para a resposta a (2)

C. 24:4–6—Uma dupla advertência

  • 1. Contra o engano, o maior perigo — compare vv. 11, 24 (2 Tessalonicenses 3:11).
  • 2. Contra guerras e tumultos — compare Lucas 21:9

D. 24:7–8—Início das dores do parto—compare com Lucas 21:9–10. Ou seja: étnico guerras, guerras políticas, fomes, pestes, terremotos (compare Lucas 21:11)

1. Fomes:

  • a. Fome crônica: cerca de 750 milhões — principalmente no sul da Ásia e na África subsaariana.
  • b. Fome aguda: morte iminente — mais de 35 milhões, principalmente em regiões do sul da África; também em partes da Europa Oriental e da CEI.

2. Pestilências:

  • a. AIDS — estima-se que 100 milhões de pessoas no mundo tenham sido infectadas até o ano 2000.
  • b. Algumas partes da África estavam fortemente despovoadas por volta do ano 2000 d.C.
  • c. Outras doenças em ascensão: tuberculose, malária, cólera

3. Terremotos: de magnitude 6,0 ou superior na escala Richter.

1950 a 1959 9

1960 a 1969 13

1970 a 1979 51

1980 a 1989 86

De 1990 a 1993 (4 anos) mais de 100

4. Guerras:

a. Em 1993: 34 em todo o mundo — a maioria de origem étnica

b. ? Ponto de partida: Primeira Guerra Mundial, por exemplo, libertação de Jerusalém; caminho Aberto para o Estado de Israel; governo comunista na Rússia;

Movimento “feminista”; iniciou um período de aceleração constante.

c. Novas expressões introduzidas no século XX:

  • (1) Guerra Mundial
  • (2) Holocaust
  • (3) Genocídio
  • (4) Terrorismo
  • (5) Guerra atômica/nuclear

5. As dores do parto levam à “regeneração”, ou seja, ao nascimento do reino de Deus na Terra.

Se quisermos o bebê, acolheremos as dores do parto (Mateus 19:28).

E. Uma palavra-chave em Mateus 24: então (9x)

Também em Mateus 25: então (9x)

F. Quatro formas de pressão: (24:9–11)

  • 1. v. 9—Perseguição
  • 2. v. 10—Apostasia
  • 3. v. 11—Falsos profetas
  • 4. v. 12—Anarquia, que leva à falta de amor—ninguém está a salvo
  • 5. v. 13—Necessidade de perseverar (compare com Lucas 21:19; 2 Timóteo 2:11–13)

G. v. 14—O sinal

  • 1. Cumprimento de Mateus 28:19-20; Marcos 16:15-16
  • 2. Levando a Apocalipse 7:9-10
  • 3. Todos os cristãos compartilham a responsabilidade.

H. v. 15—O foco muda de “todas as nações” para Israel (compare com Rom. 11:25–26)

  • 1. “Abominação” indica o anticristo (compare 2 Tessalonicenses 2:3-4)
  • 2. “Lugar santo”: a área do templo (compare 1 Reis 9:3; Salmo 132:13-14)

I. v. 16–20—Urgente extrema—“Sábado” indica o Estado Judeu

J. v. 21–22—Período único de tribulação (compare Ap 7:13–14; Rm 2:9–10)

Os eleitos (compare vv. 24, 31 [2 Tim. 2:10])

K. v. 23–26 — Outras advertências contra o engano

Nem todos os milagres atestam a verdade (compare Apocalipse 13:13-15).

L. v. 27—Não há “arrebatamento secreto” (compare com 1 Tessalonicenses 4:15–18)

1. Usos do harpazo:

a. O lobo que apanha ovelhas (João 10:12, 28, 29)

b. Pássaro recolhendo sementes (Mateus 13:19)

c. Pessoas arrancadas da terra:

  • (1) Filipe (Atos 8:39)
  • (2) Amigo de Paulo (2 Coríntios 12:3, 4)
  • (3) Filho varão (Ap 12:3)

d. Tomado à força (4x)

2. Características: sem aviso prévio, repentino, violento — sem tempo para se preparar.

M. v. 29–30—Imediatamente após a grande tribulação, isto é, a Igreja não terá assumiram o controle do mundo para entregá-lo a Jesus.

A Vinda de Jesus (Dan. 7:13–14; Mat. 23:63–64; Zac. 14:3–5; Atos 1:9–11)

  • 1. Subi do Monte das Oliveiras em meio às nuvens.
  • 2. Retornará em meio às nuvens ao Monte das Oliveiras.

N. v. 31—Reunião dos sobreviventes eleitos—compare vv. 22, 24

O. v. 32–33—Israel e todas as nações a partir de 1948

1. Árvores mudando de folhagem

2. Fim do colonialismo — ascensão do nacionalismo (etnicidade) (compare Lucas 21:29–31)

P. v. 34–35—“Esta geração” = 40–45 anos—? ponto de partida—urgência e certeza

Pressões, testes e desafios

Proclamação: 1 Tessalonicenses 5:23-24

II. Mateus 24:14–44 (continuação)

Q. v. 36—O dia conhecido somente por Deus Pai (compare Marcos 13:32; Mateus. 25:13)

Podemos reconhecer os tempos e as estações, mas não podemos saber o dia (1 Tessalonicenses 3:13).

5:1–3)

R. v. 37–39—Dias de Noé e Ló (compare com Lucas 17:26–30)

Noé: (Gênesis 6:1-12)

  • 1. Infiltração satânica
  • 2. Vida mental corrompida
  • 3. Perversão sexual
  • 4. Violência (Gênesis 19:4-5)
  • 5. Materialismo (Lucas 17:26-30; 21:34)

Mas Noé:

  • 6. Andou com Deus (Gênesis 6:9; compare com Hebreus 11:7)

S. v. 40–41—Separação repentina e final dos crentes dos descrentes (compare Lucas 17:34-35)

T. v. 42–44—Necessidade de vigilância contínua (compare Marcos 13:32–37)

III. Mateus 24:45–25:46 — Quatro categorias de pessoas impactadas por Cristo

Retornar

A. v. 45–51—Pastores/Anciãos/Supervisores/Ministros (compare com 1 Pedro 5:1–4)

1. v. 45–47—Nomeado para chefiar a casa e aprovado

  • a. Precisam ser fiéis e sábios.
  • b. Alimentos adequados em horários adequados
  • c. Louvado e promovido no reino de Cristo

2. v. 48–51—Alternativa maligna

  • a. Não estar ansioso pelo retorno de Cristo
  • b. Dominando
  • c. Autoindulgente
  • d. Pego de surpresa
  • e. Corte em dois
  • f. Julgado como hipócrita

3. Choro e ranger de dentes — compare:

  • a. Mateus 8:12 — filhos do reino — judeus versus gentios
  • b. Mateus 13:42 — joio versus trigo
  • c. Mateus 22:13—convidado sem vestes
  • d. Mateus 25:30 — servo de um talento
  • e. Lucas 13:28 — comeram, beberam e ouviram os seus ensinamentos.

Todos chegaram muito perto, mas nunca se classificaram — falta de comprometimento.

B. 25:1–13—Dez virgens

1. ? Representam a congregação geral dos crentes (compare com Apocalipse 19:9)

2. No judaísmo, 10 é o número mínimo de membros da congregação.

3. Todos

  • a. Esperava o noivo
  • b. Tinha lâmpadas e óleo (o Espírito Santo)
  • c. Adormecido

4. Apenas uma diferença: quantidade de óleo (compare com Ef 5:18)

  • a. Era preciso comprar óleo (compare com Apocalipse 3:18)
  • b. Comprar = oração, leitura da Bíblia, esperar em Deus...

C. 25:14–30—Servos com talentos

1. v. 15—De acordo com a capacidade—teste de mordomia (compare com 1 Coríntios 4:1–2)

2. v. 15–23—O primeiro e o segundo obtiveram 100% cada

  • a. Reconhecimento igualitário
  • b. A fidelidade é mais importante que o sucesso.
  • c. Recompensados ​​com a autoridade correspondente no reino de Cristo.

3. v. 24–30—Lições do terceiro servo:

  • a. O amor, e não o medo, é a motivação correta (compare João 14:21, 23).
  • b. A preguiça é uma maldade.
  • c. Depositar em bancos = investir no ministério de outra pessoa
  • d. Não usar é perder
  • e. Rejeição final e eterna
  • f. Chorando e rangendo os dentes

4. Lucas 19:12–27 — Compare com a parábola das minas.

  • a. Cada um dos dez servos recebeu uma mina
  • b. Ganhou-se 10 minas — “Muito bem, bom servo” — autoridade sobre 10 cidades
  • c. Conquistava-se 5 minas — sem mérito — autoridade sobre 5 cidades.
  • d. Ninguém ganhou nada — “Servo perverso” — a mina foi levada embora.
  • e. Lucas 19:27 — Jesus — como Juiz — supervisiona a execução

Tribunal de Cristo (2 Coríntios 5:10)

D. 25:31–46—Nações de ovelhas versus nações de cabras

1. Três categorias: (1 Coríntios 10:32)

  • a. Judeus
  • b. Gentios
  • c. Igreja

2. Princípios da bênção e do julgamento

  • a. Deus abençoa os judeus diretamente — os gentios por meio dos judeus.
  • b. Deus julga os gentios diretamente — os judeus por meio dos gentios.

3. Julgamento separado para cada um

a. Igreja diante do tribunal de Cristo (2 Coríntios 5:10; compare com Romanos 11:10). 

  • (1) Não para condenação (João 3:18; 5:24; compare com Romanos 8:1)
  • (2) Mas para avaliação do serviço (1 Cor. 3:11–15)

b. Judeus durante a grande tribulação (compare Ezequiel 20:32-38; Oséias 2:14-15)

c. 25:31–46—Gentios diante do trono da glória de Cristo—ovelhas versus cabras

(1) Base do julgamento: Como eles trataram os judeus (Joel 3:1–2)

  • (a) Indica antissemitismo mundial
  • (b) Israel já é o foco da mídia mundial e dos debates da ONU.

(2) Ovelhas para o reino de Cristo na terra

(3) Cabras no fogo eterno

(4) Tanto a vida como o castigo são eternos

d. Todas as três categorias: Todos aqueles que foram rejeitados — o que fizeram?

Resposta: Nada! — compare com Tiago 4:17

Como abordar a profecia bíblica nos Tempos Atuais?

Veja também

Você pode sair vitorioso Proclamação: 1 Coríntios 15:57-58

I. O que temos que superar?

A. Mateus 24:8–13

  • 1. Vocês serão entregues, mortos e odiados por todas as nações.
  • 2. Muitos se ofenderão, traindo-se e odiando-se uns aos outros.
  • 3. O amor de muitos esfriará.

B. 2 Timóteo 3:1–5—“Tempos difíceis”

C. Rom. 8:36–37

  • 1. Somos mortos o dia todo
  • 2. Contadas como ovelhas para abate
  • 3. No entanto, somos mais que vencedores...

II. Como entrar nesta vida de plenitude (1 João 2:15-17)

  • A. Ame o Pai OU ame o mundo — não ambos
  • B. Alinhe-se com a vontade de Deus — aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre.

III. Sua Vontade: Os Três Principais Propósitos de Deus

A. Seu reino na terra

  • 1. A Oração do Senhor: “Pai Nosso...” (Mateus 6:9) Você tem um Pai; não há motivo para sentimentos de rejeição.
  • 2. Seja feita a tua vontade (Mateus 6:10)
  • 3. Primeira prioridade: o reino de Deus na terra — busquem primeiro (Mateus 6:33)
  • 4. O reino dos céus está próximo (Mateus 10:7-8)
  • 5. Este Evangelho do Reino será pregado... (Mateus 24:14)
  • 6. Impacto sobre os incrédulos (Atos 17:6-7)

B. Evangelho a todas as nações (Mt 28:19-20; compare Ap 7:9-10)

  • 1. O pedido permanece em vigor até ser cancelado.
  • 2. Ignorância não é desculpa.
  • 3. Fazer discípulos — entrada pelo batismo nas águas
  • 4. Todas as nações, povos, tribos e línguas.

C. Um povo para o reino (Tito 2:11-14)

1. Cada um deve purificar-se a si mesmo (1 João 3:1-3)

2. Como nos purificar (1 Pedro 1:22)

  • a. Obedeça à verdade da Palavra de Deus
  • b. O objetivo: amor sincero pelos irmãos

IV. A resposta de Paulo (2 Timóteo 2:10)

Suportem todas as coisas por amor aos escolhidos.

Precisamos da mesma visão.

Uma Perspectiva Profética Sobre o Mundo Atual

I. A importância da profecia

A. 2 Pedro 1:16, 19-21
1. A palavra profética tem precedência sobre o testemunho ocular.
2. A palavra profética é a única fonte de luz em um mundo de trevas.
  • a. “Estrela da manhã”: a confiança de que Cristo retornará em glória.
B. Mateus 24:1–3 (com paralelos em Marcos 13 e Lucas 21)
1. As obras do homem perecerão.
2. Esta era está chegando ao fim.
C. O mundo acabará em destruição (Romanos 9:27-28)
1. “Pois o Senhor cumprirá a Sua sentença na terra com rapidez e finalidade”

2. “Destruição... um fim determinado” (Isaías 10:21-23)

II. Eventos que levaram ao fim

A. Mateus 24:4–13
1. A maior ameaça é o engano
  • a. O orgulho é a porta de entrada para o engano.
  • b. A humildade é o único lugar seguro.
2. Dores do parto: Nação contra nação; fomes, pestes e terremotos
  • a. O reino de Deus deve nascer dessas dores de parto.
  • b. As dores do parto aumentam de intensidade à medida que o parto se aproxima.
3. Continuação das dores do parto (v. 9–13)
B. Qual será o sinal? (v. 14)
1. O evangelho será pregado a todas as nações.
2. Compare com Romanos 11:25-26: “até que a plenitude dos gentios tenha entrado”.
C. A grande tribulação (Mateus 24:15-22)
D. O clímax (Mateus 24:29-31)
1. Sinais nos céus
2. O retorno de Cristo

III. Nossa Resposta

A. Reconhecer e celebrar
1. Lucas 21:28
2. Transformar o medo em felicidade.
B. Conclua nossa tarefa
1. Mateus 24:14
2. Prioridade número 1: Proclamar o evangelho
C. Trabalhem e caminhem enquanto houver luz (João 9:4, 12:35)

IV. Duas Imagens do Apocalipse

A. Os seis selos foram abertos:
  • 1. Cavalo branco: Vitória
  • 2. Cavalo vermelho: Derramamento de sangue e guerra civil
  • 3. Cavalo preto: Balança, que representa escassez e racionamento.
  • 4. Cavalo pálido: Um quarto da Terra morto
  • 5. Mártires
  • 6. Perturbações cósmicas
B. O cavalo branco vai primeiro (Apocalipse 6:1-8) — o Evangelho de Jesus Cristo
C. Jesus com uma foice (Apocalipse 14:14-20)
  • 1. Primeiro, a colheita da misericórdia
  • 2. Então, a colheita do julgamento.

Por que devemos ter cuidado com o Amor-Próprio?

 

 Por que devemos ter cuidado com o Amor-Próprio?

Este estudo aborda um dos temas mais desafiadores da vida cristã moderna: o contraste entre o narcisismo centrado no "eu" e a liberdade encontrada no serviço a Deus e ao próximo. No contexto bíblico, o "amor-próprio" excessivo é visto não como virtude, mas como uma barreira para a verdadeira vida espiritual.


I. O Problema: A Cultura do "Eu"

O apóstolo Paulo adverte que os "últimos dias" seriam marcados por tempos difíceis. Curiosamente, a dificuldade não viria apenas de perseguições externas, mas de uma corrupção interna do caráter humano.

    • A Tríade da Decadência (2 Timóteo 3:1-5): Paulo lista três amores distorcidos que definem a sociedade atual:

        1. Amantes de si mesmos: O ego no centro do universo.

        2. Amantes do dinheiro: A busca por segurança e poder material.

        3. Amantes do prazer: A satisfação sensorial como objetivo supremo.

    • Sintomas de uma vida centrada no "Eu":

        1. Tédio: Quando tudo gira em torno de satisfazer a si mesmo, nada é suficiente por muito tempo.

        2. Insatisfação Crônica: O "eu" é um mestre insaciável.

        3. Vitimismo: A tendência de culpar os outros ou as circunstâncias pelos próprios fracassos, evitando o arrependimento.


II. A Solução: O Caminho da Abnegação

A resposta de Jesus para o labirinto do ego é radical: "Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo..." (Mateus 16:24). Negar a si mesmo não é odiar-se, mas sim destronar o "eu" e colocar Cristo no centro.

Disciplina na Vida Prática

    • Na Família: A família é o primeiro laboratório do altruísmo. É onde desenvolvemos a "afeição natural" (afeição familiar), aprendendo que nossas necessidades não são as únicas que importam.

    • Na Comunhão (Célula/Igreja): Devemos servir uns aos outros em amor (Gálatas 5:13). O perigo aqui é o "amor-próprio corporativo", onde um grupo se torna fechado e orgulhoso de sua própria espiritualidade, esquecendo-se de servir aos de fora.


III. O Resultado: Uma Mentalidade de Devedor

Quando o amor-próprio é substituído pelo amor de Cristo, nossa atitude em relação aos outros muda completamente. Deixamos de ser "credores" (achando que o mundo nos deve algo) e nos tornamos devedores.

"Pois eu sou devedor tanto a gregos como a bárbaros..." (Romanos 1:14).

Existem dois círculos principais onde essa dívida de amor deve ser paga:

    1. Todo o Corpo de Cristo: Em vez de dizer "nossa denominação tem mais revelação que a sua" (orgulho), a atitude correta é: "Como posso servir você? Como posso ajudar sua comunidade?"

    2. O Mundo Inteiro: Nosso compromisso se estende até os confins da terra (Atos 1:8). A Bíblia termina com um clamor pela vinda de Jesus, mas essa vinda está ligada à proclamação da Palavra da Vida por um povo que não vive para si mesmo.


IV. A Esperança: A Expectativa do Retorno

A maior motivação para abandonar o egoísmo é a esperança bendita. Viver com a consciência de que Cristo retornará organiza nossas prioridades.

    • Vigilância e Pureza: Quem tem essa esperança em Cristo purifica-se a si mesmo (1 João 3:3).

    • Perspectiva Eterna: Tiago e Pedro nos lembram que a paciência e a sobriedade são frutos de quem sabe que o Juiz está às portas (Tiago 5:7-8; 1 Pedro 1:13). O amor-próprio foca no "agora"; a fé foca na "eternidade".


V. O Novo Estilo de Vida

Viver para a vontade de Deus exige que adequemos toda a nossa rotina, finanças e talentos a um novo estilo de vida.

    • Motivação Principal: Não é o sucesso pessoal, mas alcançar os confins da terra com o Evangelho.

    • Expectativa Principal: Não é a aposentadoria ou o conforto terreno, mas o retorno glorioso de Jesus Cristo.

Por que devemos ter cuidado com o Amor-Próprio?

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Reflexão Final

O amor-próprio nos tranca em uma prisão de espelhos onde só vemos a nós mesmos. A negação de si mesmo, proposta por Jesus, quebra esses espelhos e os transforma em janelas através das quais vemos as necessidades do mundo e a glória de Deus.


3 Coisas nas Quais Devemos Permanecer

 3 Coisas nas Quais Devemos Permanecer

Texto: 1 Coríntios 13:13

Introdução: O livro de João nos diz que, se permanecermos na Palavra de Cristo, seremos verdadeiramente Seus discípulos (João 8:31-32). A palavra-chave, portanto, desta lição é "permanecer".

O apóstolo Paulo conclui sua famosa exposição sobre o amor dizendo: "Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor." (1 Coríntios 13:13). Agradamos a Deus quando permanecemos em coisas adequadas.

Quais são algumas coisas adequadas nas quais devemos permanecer? Para que o cristão agrade a Deus, ele deve permanecer em...

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I. Permanecer na FÉ

A fé é o fundamento de todo o relacionamento com Deus e a base de todo o nosso crescimento espiritual.

A. Definição de Fé (Grego: Pistis):

    1. Definição Bíblica (Hebreus 11:1): "A fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não veem."

    2. Definição Teológica: A convicção de que Deus existe, é o Criador e Governante de todas as coisas, e é o Provedor e Doador da salvação eterna por meio de Cristo.

B. Importância da Fé:

    1. Essencial para Agradar a Deus (Hebreus 11:6): Sem fé é impossível agradar a Deus, pois quem se aproxima Dele deve crer que Ele existe e que recompensa os que O buscam.

    2. Essencial para o Perdão e a Vida Eterna (João 8:24; 20:30-31): Quem não crê em Cristo morrerá nos seus pecados. A fé é o elo que nos conecta ao poder salvador de Deus.

    3. Sem Fé Prevalecem a Dúvida e o Medo (Mateus 14:30-31): Quando Pedro tirou os olhos de Jesus e focou na tempestade, sua fé vacilou e ele afundou.

C. Ativação da Fé:

    1. A Palavra de Deus Produz Fé (Romanos 10:17): "A fé vem pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Cristo." A fé é gerada pelo estudo e pela audição da Palavra.

    2. A Fé Deve Ser Ativa: a. A fé sem obras é morta (Tiago 2:17, 26): A fé verdadeira se manifesta através de ações de obediência. b. Se alguém demonstra sua fé sem as obras de obediência, ela não tem valor (Tiago 2:18).


II. Permanecer na ESPERANÇA

A esperança cristã não é um mero desejo, mas uma "expectativa alegre e confiante" da salvação futura.

A. Definição de Esperança:

    1. É a expectativa alegre e confiante da salvação eterna e da ressurreição.

    2. Passagens Bíblicas: a. Paulo (Atos 26:5-7): Ele estava sendo julgado por causa da "esperança da promessa feita por Deus a nossos pais". b. Pedro (1 Pedro 3:15): Ele nos exorta a estarmos sempre preparados para dar a razão da nossa esperança.

B. Importância da Esperança:

    1. Essencial para a Perseverança (Romanos 8:24-25): "Porque, se esperamos o que não vemos, com paciência o aguardamos." A esperança nos capacita a suportar os sofrimentos presentes.

    2. Motivação para a Pureza (1 João 3:3): "E a todo o que nele tem esta esperança purifica-se a si mesmo, assim como ele é puro." A esperança da vinda de Cristo nos impele à santidade.

    3. Sem Esperança, o Foco se Perde: Sem a visão clara das promessas celestiais, desanimamos e nosso foco se volta para as coisas terrenas.

C. Ativação da Esperança:

    1. A Palavra de Deus Produz Esperança (Romanos 15:4): Através das histórias do passado, vemos que Deus cumpre Suas promessas, o que nos dá confiança nas promessas futuras.

    2. Descanso Total em Cristo (1 Pedro 1:13-16): Nossa esperança é ativada quando repousamos totalmente na graça de Cristo. Essa esperança deve motivar nossa pureza e sobriedade.


III. Permanecer no AMOR

O amor é o ápice das virtudes cristãs, o vínculo da perfeição e a expressão máxima de Deus (1 João 4:8).

A. Definição de Amor:

    1. A Definição de Paulo (1 Coríntios 13:4-8): O amor é paciente, bondoso, não é invejoso, não se ufana, não se ensoberbece, não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal, e jamais acaba.

B. Importância do Amor:

    1. Dá-nos Confiança na Vida Diária (1 João 3:16-19): O amor prático (sacrificial) prova que a verdade está em nós.

    2. Dá-nos Segurança em Nossas Orações (1 João 3:22-23): Quando guardamos Seus mandamentos (o amor é o maior mandamento), temos confiança na oração.

    3. Nos Dá a Certeza de que Permanecemos em Deus (1 João 4:7-8): A prática do amor prova que conhecemos a Deus, pois Deus é amor.

C. Ativação do Amor:

    1. Ensinados por Deus a Amar (1 Tessalonicenses 4:9): Deus nos ensina o amor através da Sua revelação.

    2. Deus Ensinou o Amor Enviando Seu Filho (1 João 4:9-11): O amor é ativado quando compreendemos o sacrifício de Jesus por nós.

    3. Olhemos Para o Exemplo de Cristo (Romanos 5:6-8): Quando acharmos difícil amar, olhamos para a cruz: Cristo morreu por nós quando éramos Seus inimigos.

3 Coisas nas Quais Devemos Permanecer

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Conclusão: 

Nosso objetivo básico como cristãos é viver uma vida agradável a Deus. Certamente podemos agradar a Deus e permanecer firmes em nosso caminho espiritual quando cultivamos e permanecemos na fé (o alicerce), na esperança (a motivação) e no amor (a expressão máxima e o vínculo).


Como saber Qual é o Chamado de Deus para Você?

 Você Escreveu o Seu Cenário (O Chamado de Deus)

Introdução: O chamado de Deus é o "cenário" ou projeto único que Ele estabeleceu para a vida de cada crente. Não é um evento isolado, mas uma vocação sagrada que define o propósito, a direção e o destino de nossa existência.


I. A Salvação Inclui o Chamado (2 Timóteo 1:8-9)

Todo aquele que é salvo também é chamado por Deus para um propósito específico.

A. Chamados Com Uma Vocação Sagrada

    1. Diferencia Você: O chamado sagrado o separa das normas e valores do mundo.

    2. Define Limites: Estabelece limites para as indulgências e para a sua vida, direcionando suas prioridades.

B. Não de Acordo Com Nossas Obras

    • O chamado de Deus não depende da nossa capacidade, educação, posição social ou mérito. Não se baseia em fatores humanos, pois onde a habilidade humana termina, a graça de Deus começa.

C. De Acordo Com o Propósito e a Graça de Deus

    1. Propósito: Deus tem um propósito especial e único para cada pessoa, um plano que só pode ser realizado por você.

    2. Graça: A graça de Deus é o meio pelo qual Ele capacita você a cumprir esse propósito.

D. O Processo Eterno do Chamado

O chamado é o resultado de uma sequência de atos divinos que ocorreram antes do início dos tempos:

    1. Presciência (Conhecimento Prévio): Deus nos conheceu de antemão na eternidade.

    2. Escolha (Eleição): Com base em Seu conhecimento, Ele nos escolheu em Cristo.

    3. Predestinação: Tendo-nos escolhido, Ele estabeleceu de antemão o destino final de nossas vidas (o alvo).

    4. Chamado: Com o tempo, Ele nos chamou para cumprir esse destino.


II. A Fidelidade de Deus Está Relacionada ao Seu Chamado

A fidelidade de Deus atua no cumprimento dos Seus propósitos para nós. Se não conhecemos o chamado, não podemos conhecer plenamente a Sua fidelidade.

A. Chamados à Comunhão (Koinonia) (1 Coríntios 1:9)

    • A Comunhão é um Fim em Si Mesma: Diferentemente de meios (como pregar ou ir à igreja, que visam um fim), a comunhão com Deus e, em seguida, uns com os outros (1 João 1:1-3) é o fim principal.

    • Provar a Fidelidade: Quando a comunhão se torna nosso objetivo, então comprovamos a fidelidade de Deus em nos sustentar neste relacionamento.

B. Chamados à Santidade (1 Tessalonicenses 5:23-24)

    • Propósito Divino: O propósito de Deus é nos santificar (separar), querendo que cada parte de nós (espírito, alma e corpo) seja santa.

    • Fidelidade no Cumprimento: A fidelidade de Deus está em cumprir esse Seu propósito de santificação em nós.

C. Chamados para Boas Obras (Efésios 2:10)

    1. Nós Somos a Obra-Prima (Poiēma) de Deus, criados em Cristo Jesus.

    2. O Roteiro Já Está Escrito: Fomos criados para fazer boas obras que Ele já preparou de antemão para que andássemos nelas.

    3. Realização: Você será um cristão frustrado até descobrir as boas obras pelas quais Deus te criou especificamente.

D. Deus Faz Todas As Coisas Cooperarem (Romanos 8:28)

    • Somente quando estamos trilhando nosso caminho e cumprindo nosso propósito (nos adaptando ao propósito de Deus) é que podemos ter a certeza de que tudo funciona em conjunto para o nosso bem.


III. Descubra a Sua Vocação (Romanos 12:1-2)

O caminho para descobrir a vontade e a vocação de Deus requer a entrega do nosso ser e a transformação da nossa mente.

A. Ofereça Seu Corpo Como Um Sacrifício Vivo:

    1. No Antigo Testamento, o sacrifício era feito por meio da morte de um animal.

    2. Deus quer um sacrifício vivo: A entrega total e contínua de você mesmo (seu corpo, sua vida).

    3. O altar santifica o sacrifício (Mateus 23:19). Ao apresentar seu corpo a Deus, Ele o separa para Seu uso.

B. Sua Mente Se Renova:

    • Quando você apresenta seu corpo a Deus, a Sua mente se renova (não se conformando mais com este mundo).

    • Mente Não Renovada: Egocêntrica ("O que vou ganhar com isso?").

    • Mente Renovada: Teocêntrica ("O que Deus ganhará com isso?").

C. Descubra a Vontade de Deus (O Chamado): Ao renovar a mente, você experimenta a vontade de Deus, que é:

    1. Boa.

    2. Aceitável.

    3. Perfeita.

Como saber Qual é o Chamado de Deus para Você?

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IV. Cultive e Permaneça na Sua Vocação

O chamado exige esforço, foco e perseverança.

A. Cultive a Sua Vocação (1 Coríntios 9:24)

    • Exemplo do Atleta: Corra para alcançar o prêmio com disciplina e foco. Desenvolva seus dons e invista no seu chamado.

B. Permaneça na Sua Vocação (2 Coríntios 10:13)

    • Você não pode ter sucesso fora da sua vocação (Provérbios 27:8: "Como a ave que vagueia longe do seu ninho, assim é o homem que vagueia longe do seu lugar").

    • Todo homem de Deus possui uma esfera dada por Deus; é crucial permanecer dentro desses limites.


V. Todo o Céu Está Observando (Hebreus 12:1-2)

Para cumprir a corrida do chamado que nos foi proposta, devemos nos livrar de tudo o que nos impede.

    • Deixe de Lado Todo Pecado: O pecado nos impede de correr.

    • Deixe de Lado Todo Peso: Coisas que não são pecaminosas, mas que o impedem de correr e de cumprir sua vocação com velocidade máxima.


Este conceito de vocação sagrada é a base de uma vida cristã realizada.

Você gostaria de explorar mais sobre como a "mente renovada" (Romanos 12:2) se manifesta na prática em relação ao nosso chamado?


Como superar a Culpa, a Vergonha e a Rejeição

 Como superar a culpa e a vergonha e Rejeição

Culpa, vergonha, rejeição

I. Culpa

A. Pecado versus culpa (Isaías 53:10)

  • 1. O pecado é objetivo; a culpa é subjetiva.
  • 2. A culpa é o que você sente por dentro por causa do seu pecado.

B. Causas da culpa:

  • 1. Frequentemente, um fracasso em seu passado.
  • 2. Uma formação religiosa que enfatiza o pecado, mas não a salvação.
  • 3. Pais que eram críticos e condenatórios

C. A principal arma de Satanás contra os cristãos

1. Convicção (Espírito Santo) versus culpa (Satanás)

  • a. A convicção leva ao arrependimento.
  • b. A culpa traz desesperança.

2. Apocalipse 12:10 — Satanás é “o acusador dos irmãos”. Acusa-nos dia e noite.

Para nos fazer sentir culpados.

D. Remédio: Apocalipse 12:11

  • 1. Eles (os crentes) o venceram (Satanás) pelo sangue do cordeiro (Jesus) e pela palavra do seu testemunho
  • 2. Eles eram totalmente comprometidos e não amaram suas vidas até a morte.
  • 3. Devemos seguir o Cordeiro ou a Besta.

E. Para aplicar o remédio, precisamos saber o que a Palavra diz sobre o sangue.

1. Efésios 1:7 — Redimidos (resgatados) da escravidão

  • a. Se os escravos são respeitáveis ​​ou não, fica a critério do comprador.
  • b. Salmo 107:2 — Digam-no os redimidos.

2. 1 João 1:7 — Purificados do pecado, mas isso é condicional:

  • a. “Se” caminharmos na luz
  • b. “Se” tivermos comunhão uns com os outros
  • c. Presente contínuo: sendo continuamente purificado
  • d. O sangue não se purifica no escuro.

3. Rm 5:9 — Justificado: absolvido, não culpado, considerado justo, feito justo, “como se eu nunca tivesse pecado”

4. Hebreus 13:12 — Santificado: Tornado santo

  • a. Separado para Deus
  • b. Separado do pecado

5. Ef 2:12-13 — Aproximaram-se de Deus

6. Hebreus 10:19-22 — Ousadia/confiança para entrar no santíssimo lugar.

presença de Deus

II. Vergonha

A. Definição:

  • 1. Incapaz de olhar alguém nos olhos — de alguma forma “nu”
  • 2. Olhar desviado e baixo.
  • 3. Um sentimento de não ser digno

B. Como isso acontece:

  • 1. Humilhação pública — frequentemente na escola. Encoberta por comportamento agressivo. hiperativo.
  • 2. Abuso sexual (especialmente por parte dos pais e familiares)

C. Remédio: Jesus na cruz

  • 1. Hebreus 12:2 — Suportaste a cruz, desprezando a vergonha.
  • 2. Isaías 50:6 — Não escondeu o seu rosto da vergonha.
  • 3. Isaías 52:14 — Muitos ficaram admirados com a sua aparência — Ele perdeu a forma.de um homem
  • 4. Isaías 53:3 — Desprezado e rejeitado pelos homens

D. O resultado: Em vez de vergonha, dupla honra (Isaías 61:7)

III. Rejeição

A. Definição:

  • 1. Estar de fora olhando para dentro
  • 2. Nunca se sentir amado(a)
  • 3. Sentir que os outros conseguem, mas eu não consigo.

B. Causas:

  • 1. Maior causa isolada: Falta de amor dos pais, especialmente do pai.
  • 2. Indesejada na gravidez, ou seja, nascida durante a Grande Depressão (1929)
  • 3. Divórcio (abandono) (Isaías 54:6, NVI)
  • 4. Colegas — deformidade física, ser “diferente”

C. Remédio: Jesus na cruz

  • 1. Isaías 53:3 — Desprezado e rejeitado pelos homens (João 1:11)
  • 2. Rejeição final: Pelo Pai (Mt 27:45-46)
  • 3. Mateus 27:50-51 — Morreu de desgosto; causado pela rejeição.

D. Nossa parte

  • 1. Ef 1:3-6 — Aceitos (altamente favorecidos) no Amado (Jesus)
  • 2. João 17:25-26 — Deus é meu Pai; sou tão amado por Deus quanto Jesus foi.
  • 3. 1 Timóteo 1:5 (NAA) — O objetivo da nossa instrução: Amor

Como superar a rejeição

I. Introdução

A. O amor sobrenatural de Deus — em grego, ágape — está disponível para nós de duas maneiras. principais formas:

  • 1. Romanos 5:5 — Derramados em nossos corações pelo Espírito Santo. 
  • 2. 1 João 2:4-5 — Manifesta-se em nosso caráter pela obediência diligente a Deus.

B. 2 Pedro 1:5-7 — O ponto de partida é a fé. Os sete degraus ascendentes do caráter.

  • 1. Excelência
  • 2. Conhecimento (principalmente da vontade de Deus)
  • 3. Temperança (autocontrole)
  • 4. Paciência (perseverança ou resistência)
  • 5. Piedade
  • 6. Bondade fraternal (para com os irmãos cristãos)
  • 7. Caridade (amor divino — ágape)

C. Dois obstáculos comuns que o amor enfrenta:

  • 1. Rejeição
  • 2. Traição

D. 1 Pedro 2:21 — Em cada caso, Jesus é o nosso modelo.

  • 1. Lucas 23:34 — Jesus orou por aqueles que o rejeitaram.
  • 2. João 6:70-71 — Jesus escolheu Judas, sabendo que ele o trairia.
  • 3. Mateus 26:47-50 — Quando Judas veio para traí-lo, Jesus o saudou como um amigo

E. Duas lições que precisamos aprender com Jesus:

  • 1. Quando foi rejeitado, Ele não retirou o amor.
  • 2. Quando foi traído, Ele não perdeu a fé.

F. O amor divino não recua nem se afasta. O amor divino se expõe totalmente.

O custo do constrangimento, da vergonha ou da traição.

II. Rejeição

A. Ao lidar com problemas humanos, partimos de galhos, ramos e dos galhos ao tronco e, finalmente, às raízes.

  • 1. A raiz de todas as raízes é a rejeição.
  • 2. A solução para todos os problemas humanos está na cruz.
  • 3. Mateus 27:46 — Na cruz, Jesus foi rejeitado pelo Pai para que nós, por nossa vez, pode ser aceito.

B. A rejeição é sentida mais comumente por uma criança em relação aos seus pais. A solução:

  • 1. Reconheça o seu problema
  • 2. Perdoe seus pais
  • 3. Faça com que seu testamento os honre.

III. Traição

A. Este problema comum surge entre marido e mulher. A solução:

  • 1. Primeiro, perdoe
  • 2. Então confie no seu marido (ou esposa).

B. Poucas esposas americanas realmente confiam em seus maridos. Mas sem a confiança da esposa,

O homem comum jamais será o que poderia e deveria ser.

2 Coríntios 2:3; 7:16 — Deus deu a Paulo a graça de confiar naqueles que se mostraram indignos de sua confiança

Da rejeição à aceitação

Perguntas iniciais

  • A rejeição pode se manifestar na personalidade de alguém antes do nascimento?
  • Em que circunstâncias a rejeição certamente ocorrerá na vida de uma pessoa?
  • Como a rejeição leva à morte, ao suicídio ou à bruxaria?
  • Qual é a resposta das Escrituras à rejeição?
  • Quais são as muitas bênçãos que recebemos da troca que Jesus fez na cruz?
  • Quais são os quatro passos simples para acabar com a rejeição?

I. Rejeição: Sensação de não ser desejado

Da rejeição à aceitação

II. Is. 54:6 — Retrato comovente de uma Mulher

A. Jovem mulher: abandonada e com espírito aflito

B. Provérbios 18:14, 8 — Espírito ferido

C. 1 Coríntios 2:11 — O espírito do homem é mais profundo que a razão.

  • 1. O espírito sabe tudo sobre você — sua mente não.
  • 2. Feridas desconhecidas pela mente, pela razão ou pela memória
  • 3. A rejeição reside na esfera do espírito do homem.

III. Como pode surgir a rejeição?

A. Exemplo de uma senhora com espírito da morte

B. Casos em que a rejeição pode ocorrer

  • 1. Frequentemente começa antes do nascimento — 3 causas:
  • 2. Uma criança que não recebe amor
  • 3. Uma criança menos favorecida pelos pais
  • 4. A rejeição pode ocorrer mais tarde na vida: (Exemplo)

C. Rejeição: Uma atitude interior e um espírito demoníaco — ceder às emoções pode permitir espírito para entrar

IV. Duas linhas de reação à rejeição

A. Primeira linha: Da rejeição, esta progressão:

  • 1. Solidão
  • 2. Miséria
  • 3. Autocomiseração
  • 4. Depressão
  • 5. Desespero, e finalmente
  • 6. Morte ou suicídio

Diferença entre morte e suicídio

B. Segunda linha: Da rejeição, esta progressão:

  • 1. Dureza
  • 2. Indiferença
  • 3. Rebelião
  • 4. Bruxaria

1 Samuel 15:23 — Feitiçaria (ocultismo) da rebelião

V. O Evangelho Radical: Indo à Raiz

A. Mateus 3:10 — Árvore cortada desde a raiz

B. Três partes da árvore: 3 tipos de problemas

1. Ramos: Pecados (mentira, imoralidade, etc.)

2. Tronco: Pecado

  • a. 1 João 1:8, 10 — Pecados e pecado
  • b. Isaías 53:5, 10 — A distinção
  • c. Os galhos e o tronco estão acima da superfície.

3. Raiz: Eu (ego): Abaixo da superfície

Se a causa raiz não for tratada, os problemas persistirão.

VI. A resposta das Escrituras à rejeição

A. Os 3 Fs: Fato, Fé, Sentimento

Tudo o que Deus faz é baseado em fatos.

B. Três fatos simples do evangelho:

  • 1. Cristo morreu
  • 2. Cristo foi sepultado
  • 3. Cristo ressuscitou ao terceiro dia.

C. Fé: Acredita e age de acordo com os fatos.

D. O sentimento segue a fé

VII. Dois fatos básicos em relação à rejeição

A. Toda solução surge da cruz.

Jesus lidou com o problema da rejeição.

B. A obra do Calvário: uma obra perfeita

Princípio básico da cruz: troca

C. A parte de Jesus: O que recebemos:

  • 1. Levou todo o mal e todo o bem.
  • 2. Punição pelo pecado: Perdão
  • 3. Feridos por nossa doença, cura.
  • 4. Feito para ser doença (Isaías 53:10) Saúde
  • 5. Feitos para o pecado (2 Coríntios 5:21) Justiça
  • 6. Fez uma maldição (Gálatas 3:13-14) Bênção
  • 7. Pobreza (2 Coríntios 8:9) Riqueza

Ele esgotou a maldição da pobreza (Deuteronômio 28:47-48).

8. Morte (Hebreus 2:9) Sua vida (João 3:16)

9. Velho homem (Rm 6:6) Novo homem (Gl 2:20)

D. Outro lado da moeda: Rejeição

Isaías 53:3 — A dupla rejeição de Jesus: pelos homens e por Deus

E. Ef. 1:6—Aceitação no Amado

  • 1. Também Lucas 1:28 — Muito favorecido
  • 2. Exemplo do pai e do filho pródigo (Lucas 15:11-32)

F. Dois fatos básicos para lembrar:

  • 1. Cristo na cruz carregou nossa rejeição.
  • 2. Somos aceitos por causa da Sua rejeição.

VIII. Quatro passos simples para acabar com a rejeição

  • A. Perdoe todas as pessoas que te rejeitaram.
  • B. Abandone a amargura, o ressentimento, o ódio e a rebeldia.
  • C. Aceite que você é aceito em Cristo.
  • D. Aceite-se (Nunca se menospreze)

Fazer uma declaração pública desses pontos.

Como superar a Culpa e a Vergonha e Rejeição
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Curando a Piscina Amarga

I. Introdução

A. Êxodo 15:22-25 — Um simples ato de fé libera o poder miraculoso de Deus.

As águas amargas se tornaram doces quando Moisés lançou a árvore na água.

Outros exemplos:

  • 1. Eliseu jogou farinha na panela e neutralizou o veneno (2 Reis 4:38-41)
  • 2. Eliseu lançou sal na fonte amarga, e a água tornou-se doce (2 Reis 2:19-22)
  • 3. Eliseu jogou um pedaço de pau na água, fazendo com que a cabeça do machado flutuasse (2 Reis 6:5-7)

B. Êxodo 15:25-26 — Deus usou essa situação para ensinar uma profunda verdade espiritual sobre a cura. “Eu

"Eu sou Deus, seu médico." Essa foi uma decisão de Deus, não de Israel.

C. Provérbios 4:20-22 — Uma promessa de saúde plena — mas somente mediante o cumprimento das condições.

Para desfrutar dessa provisão de Deus, você deve “inclinar o ouvido” — isto é, deixar de lado suas próprias ideias preconcebidas e, assim, ouvir o que Deus está dizendo. Isso é “escutar”. audição."

D. Êxodo 20:2 — “Eu sou o Senhor, teu Deus.” Novamente, a condição é: Ouçam e obedeçam.

E. Êxodo 15:25; 1 Pedro 2:24 — Significado da “árvore”: a cruz. Pelas feridas de Jesus.

Você foi curado.

F. Existe em você um reservatório de amargura? Por um simples ato de fé, receba agora a Deus. cura proporcionada pela cruz

O Amor de Deus

I. Nenhuma mente humana pode compreender o amor de Deus.

A. É necessário o espírito de sabedoria e revelação (Ef 1:17)

B. Não podemos chegar a essa conclusão racionalmente.

C. 1 João 4:16 — E nós conhecemos e cremos no amor que Deus tem por nós. Deus é o amor, e aquele que permanece no amor permanece em Deus e Deus nele.

Já conhecemos o amor de Deus?

Se assim for, acreditamos nisso?

II. Desdobrando o Amor de Deus

A. É incondicional

  • 1. Não podemos merecê-lo.
  • 2. Nós não merecemos isso.

B. É soberano

C. Só é apreendido por revelação—

Conhecemos e acreditamos no amor que Deus tem por nós...

D. A medida do amor de Deus

1. Como éramos quando Deus nos amou pela primeira vez (Romanos 5:6-10)

  • a. Ainda sem forças (v. 6)
  • b. Ímpio (v. 6)
  • c. Pecadores—fracassos (v. 8)
  • d. Inimigos (v. 10)

2. Efésios 2:4-7 — Mesmo quando estávamos mortos em nossos pecados:

  • a. Ele nos deu vida
  • b. Ele nos ressuscitou
  • c. Ele nos entronizou com Cristo

3. Ele é um criador que se revela à Sua criação.

  • a. Devemos ser a demonstração eterna da graça de Deus para o universo. (Ef 1:5-6; 3:10)
  • b. Só é totalmente exibida quando é completamente imerecida (Romanos 11:6)

E. Iniciado unicamente por Deus (1 João 4:9-10)

Nossas vidas são uma resposta ao amor de Deus.

III. O Lugar do Amor na Vida Cristã

A. Amem-se uns aos outros (1 João 4:7)

  • 1. Uma decisão
  • 2. Produzido pelo novo nascimento (1 Pedro 1:22-23)

B. Muitos cristãos foram “salvos por um estranho”

  • 1. Eles nunca dedicaram tempo para conhecer Aquele que os salvou.
  • 2. Se não amarmos, não conhecemos a Deus (1 João 4:8)

C. Aqueles que amam a Cristo compartilharão dos Seus sofrimentos com Ele (Filipenses 3:10).

D. Enraizados e alicerçados no amor (Ef 3:17-18)

1. Caso contrário, não podemos compreender a plenitude de Cristo.

2. O objetivo da nossa instrução: Amor (1 Timóteo 1:5-6)

  • a. Com um coração puro
  • b. Com a consciência tranquila
  • c. Com fé sincera

IV. O Valor do Amor (Cântico dos Cânticos 8:6-7)

  • A. O amor é mais forte que a morte.
  • B. O amor é inseparável.
  • C. Você não pode comprar amor.
  • D. O amor é eterno (1 Coríntios 13:1-3)
  • E. O amor é administrado somente pelo Espírito Santo (Romanos 5:5)


Como Conhecer o Pai?

 Como Conhecer o Pai?  

Proclamação: 1 João 3:1-3

Introdução: Conhecer a Deus como Pai é a essência da fé cristã. Jesus nos ensinou que Ele é o único Caminho para o Destino, que é o Pai (João 14:6). Embora Deus tenha se revelado de muitas maneiras ao longo da história, a revelação plena de Deus como Pai só é possível por meio de Seu Filho, Jesus Cristo.


I. O Conhecimento Revelado pelo Filho

A revelação de Deus ao longo da história atingiu seu ápice e distinção em Jesus.

A. As Duas Maneiras Diferentes pelas Quais Deus Fala (Hebreus 1:1-2):

    1. Antigamente: Deus falava "aos profetas... de muitas maneiras."

    2. No Fim Desses Dias: Ele falou de uma maneira diferente e superior, em Seu Filho.

        ◦ Se quisermos conhecer a Deus, devemos fazê-lo à maneira do Filho, pois Ele é a exata expressão do ser de Deus.

B. Jesus Manifestou o Nome do Pai (João 17:6):

    1. Na Sua oração sacerdotal, Jesus disse: "Eu revelei o teu nome."

    2. Qual era o nome que Ele estava revelando? O nome era "Pai" (mencionado 6 vezes nesse capítulo).

    3. Manifestar significa demonstrar. Jesus demonstrou o Pai vivendo como um Filho em perfeita submissão e amor.

C. O Filho É a Única Fonte de Conhecimento (Mateus 11:27):

    1. "Ninguém conhece o Filho senão o Pai; ninguém conhece o Pai senão o Filho e Aquele a quem o Filho quiser revelar o Pai."

    2. Somente Jesus pode nos dar acesso e compreensão da paternidade de Deus.

    3. O convite: "Vinde a mim, todos vós que estais cansados e sobrecarregados... e eu vos aliviarei." O "Meu jugo" e o "Meu fardo" (vs. 29-30) são a obediência e o serviço de fazer a vontade do Pai.


II. Quatro Consequências de Conhecer o Pai

Experimentar Deus como Pai transforma fundamentalmente a vida do crente.

1. Identidade Pessoal (Saber Quem Você É):

    • Ao conhecer o Pai, você compreende que não é um erro ou um acidente. Sua identidade não está em seus feitos ou falhas, mas em ser Filho Amado de Deus (1 João 3:1: "Vede que grande amor nos tem concedido o Pai, que fôssemos chamados filhos de Deus.").

2. Um Lar no Céu (Destino Final):

    • É preciso um Pai para construir um lar. Jesus disse: "Na casa de meu Pai há muitas moradas..." (João 14:2).

    • A promessa de que os anjos nos levarão para casa (Lucas 16:22) é a certeza de que nosso destino final é um lar seguro com nosso Pai celestial.

3. Segurança Total (Inabalável):

    • O Pai é o garante supremo da nossa segurança.

        ◦ Somos mais valiosos que pardais; nenhum deles cai no chão sem o conhecimento de Deus (Mateus 10:29-31).

        ◦ Somos como uma criança nos braços do pai.

        ◦ Nada pode nos arrebatar da mão do Pai (João 10:29).

4. Proporciona Motivação Para Servir:

    • Nosso serviço não é motivado pelo medo ou pela obrigação, mas pela segurança de quem somos em Cristo.

    • A verdadeira motivação é fazer sempre aquilo que Lhe agrada (João 8:29), pois a nossa segurança e o nosso amor são a base do nosso serviço.

Como Conhecer o Pai?

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Conclusão: 

Conhecer a Deus como Pai é o maior privilégio da Nova Aliança. Essa revelação, dada por Jesus, nos confere identidade, segurança e propósito eterno.


A Igreja Como Corpo de Cristo: Estrutura e Função

 A Igreja Como Corpo de Cristo: Estrutura e Função

I. O Corpo Universal (Efésios 4:1–16)

A Igreja Universal ("Ekklesia") é a assembleia de todos os crentes, e seu propósito é alcançar a plenitude em Cristo através da unidade e da diversidade.

A. O Fundamento da Unidade (Efésios 4:3-6)

A unidade do Corpo de Cristo é um fato espiritual que se manifesta em sete elementos essenciais:

    1. Um Corpo (A Igreja Universal).

    2. Um Espírito (O Espírito Santo que habita em todos).

    3. Uma Esperança (O retorno de Cristo).

    4. Um Senhor (Jesus Cristo).

    5. Uma Fé (O conjunto de doutrinas bíblicas).

    6. Um Batismo (O símbolo da entrada na Nova Aliança).

    7. Um Pai (Deus, o Pai de todos).

B. A Diversidade de Ministérios (Efésios 4:7-8, 11)

Cristo ressuscitado e exaltado dotou a Igreja com ministérios variados, dados "segundo a medida de Cristo" em cada ministro. Esses são os ministérios "móveis" ou "universais":

| Ministério | Definição Literal | Tarefa Principal |

| Apóstolo | Aquele que é enviado | Mestre construtor; organizar e manter igrejas em ordem (1 Coríntios 3:10). |

| Profeta | Aquele que fala em voz alta | Profere uma mensagem especial revelada por Deus. |

| Evangelista | Aquele que anuncia as boas novas | Apresenta o pecador ao Salvador (foco externo). |

| Pastor | Pastor/Aquele que governa | Liderança e cuidado espiritual do rebanho local. |

| Mestre | Aquele que interpreta as Escrituras | Expositor público das Escrituras (foco interno e externo). |

C. O Objetivo da Liderança (Efésios 4:12-16)

As duas funções principais dos ministérios universais são:

    1. Capacitar (Equipar) os crentes para o seu trabalho de serviço.

    2. Edificar (Construir) todo o corpo de Cristo.

    • Objetivo Final: Atingir a unidade da fé e a maturidade ("à medida da estatura da plenitude de Cristo"), tornando-se menos vulneráveis à instabilidade e ao engano.


II. A Igreja Local: Estrutura e Liderança

A Igreja Local é a manifestação da Igreja Universal em uma localidade específica.

A. Entrada e Desenvolvimento da Igreja Local

    • Definição: Aquela parte da Igreja Universal que reside em qualquer localidade.

    • Entrada: Exige apenas um relacionamento com Cristo e residência na localidade.

    • Desenvolvimento Progressivo (Modelo Celular):

        1. "Célula" Básica (Mateus 18:15–20): Dois ou três reunidos.

        2. Presbíteros Nomeados (Atos 14:22-23): Discipulos se tornam "igrejas".

        3. Liderança Concluída (Filipenses 1:1): Bispos, Diáconos e Santos.

B. Os Líderes Locais 

A liderança da igreja local é plural e dividida por função, garantindo equilíbrio e prestação de contas.

Título (Função)

  • Qualificação
  • Ministério

Tarefa Principal

  • Supervisor/Bispo
  • Presbítero/Ancião
  • Pastor
  • Liderança Espiritual e Ensino (1 Timóteo 5:17).
  • Diácono

Escolhido da Congregação

Serve

Atende às necessidades Materiais (Atos 6:6).

    • Nota Importante: Os termos Pastores, Presbíteros (Anciãos) e Supervisores (Bispos) são usados de forma intercambiável para descrever a mesma função de liderança espiritual plural (Atos 20:17, 28; 1 Pedro 5:1-2).

    • A Igreja Local como Instância Final: É o fórum final para disputas entre crentes (Mateus 18:17), questões doutrinárias (Atos 15:22–29) e conduta moral (1 Coríntios 5:1-5).

C. O Ministério Pastoral (O Pastor)

O ministério pastoral exige uma vida dedicada, refletindo o modelo do Bom Pastor (João 10:1-28; Salmo 23):

    • Conhecer e ser conhecido pelas ovelhas.

    • Falar e Liderar (dar a direção).

    • Alimentar (pela Palavra de Deus).

    • Proteger (do perigo).

    • Alerta: Ovelhas sem pastor se dispersam (Mateus 9:36).

A Igreja Como Corpo de Cristo: Estrutura e Função

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III. O Ciclo Reprodutivo (Apóstolos e Anciãos)

Os ministérios móveis (Apóstolos, Profetas) trabalham para estabelecer e reproduzir a liderança local.

A. Papel dos Apóstolos no Ciclo (Mestre Construtor)

    • Apóstolos (como Paulo e Barnabé) são enviados por uma igreja local (Atos 13:1–4).

    • Sua principal tarefa era organizar e nomear presbíteros nas novas igrejas (Atos 14:22-23).

    • Transmissão: O ensinamento (e autoridade) é passado por gerações espirituais: Paulo ➞ Timóteo ➞ Anciãos ensinados por Timóteo ➞ Outros ensinados pelos anciãos (2 Timóteo 2:2).

    • Nota: Os apóstolos (ministérios universais) trabalham em "equipes", e suas afirmações devem ser testadas (Apocalipse 2:2).

B. Distinção no Uso do Dom (Foco)

    • Apóstolos, Profetas, Pastores: Geralmente termos no plural, mais ligados à ordem da Igreja Local.

    • Evangelistas e Mestres: Podem atuar individualmente, mas seu propósito é servir o Corpo de Cristo em sentido mais amplo.


Fonte Inesgotável: A Palavra de Deus

 A Palavra de Deus Como Fonte Inesgotável  

Introdução: A Palavra de Deus (tanto oral quanto escrita) é a fonte inesgotável da vida, poder e provisão de Deus para o crente. Ela não é um texto morto, mas uma força viva e eficaz que cumpre o propósito para o qual foi enviada.


I. Aspectos Gerais da Palavra de Deus

A. Dois Títulos e Autoridade (João 10:35):

    1. A Palavra de Deus (Logos / Rhema): O que veio diretamente de Deus (a expressão de Sua mente).

    2. As Escrituras (Graphē): Aquilo que está escrito (o registro imutável da Sua revelação).

B. Poder e Eficácia:

    1. Poder Criativo (Salmo 33:6): Pela Palavra do Senhor e pelo sopro de Sua boca (que é o Espírito), todas as coisas foram feitas.

    2. Eficaz em Quem Crê (1 Tessalonicenses 2:13): Ela opera poderosamente na vida daqueles que a recebem pela fé.

    3. A Fé é Essencial (Hebreus 4:2): A Palavra não aproveita se não for misturada com fé por aqueles que a ouvem.

    4. Viva e Poderosa (Hebreus 4:12): A Palavra é viva, poderosa, mais cortante que qualquer espada de dois gumes, e é capaz de discernir os pensamentos e intenções do coração.


II. Aspectos Específicos: A Palavra no Crente

A Palavra de Deus atua em múltiplas dimensões na vida do crente.

A. Gera e Fortalece a Fé (Romanos 10:17)

    • "A fé vem pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus."

    • A fé é gerada através da leitura, da meditação e, principalmente, de uma atitude de ouvir a Palavra.

B. Gera o Novo Homem (Tiago 1:18; 1 Pedro 1:23; 1 João 3:9)

    • Fomos gerados de novo pela palavra da verdade (Tiago 1:18) e pela semente incorruptível (1 Pedro 1:23). A Palavra é o agente da regeneração e do novo nascimento.

C. É Alimento Espiritual

    1. Leite (1 Pedro 2:1-2): Para o crescimento inicial, desejando a Palavra pura.

    2. Pão (Mateus 4:4): A Palavra é o alimento diário essencial para a vida, assim como o pão é para o corpo.

    3. Alimento Sólido (Hebreus 5:12–14): Para a maturidade e o discernimento, exigindo prática e estudo aprofundado.

D. Iluminação Mental (Salmo 119:130)

    • A entrada da Tua Palavra dá luz; dá entendimento aos simples.

E. Cura Física e Vida (Provérbios 4:20-22)

    • Deus enviou Sua Palavra para salvar, curar e libertar (Salmo 107:17-20). A Palavra é como o "frasco de remédio de Deus":

        ◦ Preste atenção exclusiva às Minhas palavras.

        ◦ Incline seus ouvidos aos Meus ensinamentos (humildade e ser ensinável).

        ◦ Não deixe que elas se desviem dos seus olhos (concentração na Palavra).

        ◦ Guarde-as no fundo do seu coração (elas determinarão o rumo da sua vida).

F. Vitória Sobre o Pecado e Satanás

    1. Vitória Sobre o Pecado (Salmo 119:11): Guardar a Palavra no coração nos impede de pecar contra Deus.

    2. Vitória Sobre Satanás (1 João 2:14):

        ◦ Espada do Espírito (Efésios 6:17): A Palavra de Deus (rhema - a palavra falada) é a nossa arma ofensiva (Modelo de Jesus: Ele usou a Escritura para vencer o Diabo em Mateus 4:3-10).

        ◦ Pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do nosso testemunho (Apocalipse 12:11).

G. Purificação e Espelho

    1. Purificação (Efésios 5:25-27): Cristo santifica e purifica a Igreja "com a lavagem da água, pela Palavra."

    2. Espelho (Tiago 1:23; 2 Coríntios 3:18):

        ◦ Revela quem você é (nossas falhas e necessidades).

        ◦ Revela quem você pode ser (nossa identidade em Cristo).

Fonte Inesgotável: A Palavra de Deus
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III. Como Receber a Palavra de Deus

Receber a Palavra de Deus de forma eficaz exige uma atitude específica do coração.

A. Tremer (Isaías 66:1-2):

    • Deus olha para aquele que é pobre (pobreza = reconhece o quanto precisa desesperadamente de Deus), contrito (arrependimento) e que trema à Sua Palavra (medo, admiração, reverência).

B. Humildade e Temor (Salmo 25:8-9, 12, 14):

    • Deus guia os humildes/tementes no Seu caminho e revela Seu concerto aos que O temem.

C. Arrependimento e Mansidão (Tiago 1:21):

    • Devemos receber com mansidão a Palavra implantada, que é poderosa para salvar a alma.

D. Aplicação e Ação (João 7:17; Tiago 1:25):

    • Devemos estar prontos para aplicar e agir de acordo com o que ouvimos, sendo praticantes, e não apenas ouvintes.

E. Guardar no Coração (Salmo 119:11):

    • Memorizar as Escrituras para que elas se tornem parte do nosso ser e nos protejam do pecado.


 

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