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Por que Devemos Orar pelos Outros? 1 Tessalonicenses 5:25

 A Importância de Orar pelos Outros 1 Tessalonicenses 5:25

Introdução

Uma das frases mais curtas, porém mais profundas do Novo Testamento, encontra-se em 1 Tessalonicenses 5:25: "Irmãos, orai por nós". Estas palavras não foram proferidas por um cristão iniciante ou vacilante, mas pelo próprio Apóstolo Paulo.

Muitas vezes, olhamos para a oração intercessória como um "último recurso" ou uma obrigação social. No entanto, o cristão deve enxergar a oportunidade de orar pelos outros como uma benção extraordinária e um ministério vital. Paulo, apesar de sua autoridade apostólica e intimidade com Deus, pedia orações frequentemente (Rm 15:30; Ef 6:19; Cl 4:3). Ele sabia que a oração do corpo de Cristo é o combustível para a obra de Deus.

Ao orarmos uns pelos outros, demonstramos três realidades fundamentais: nossa dependência de Deus, nossa fé em Sua resposta e nossa confiança na integridade de nossos irmãos.


I. A Demonstração da Necessidade do Auxílio de Deus

Orar por alguém é admitir que os recursos humanos são insuficientes. É confessar que, sem a intervenção divina, o esforço é em vão.

A. O anseio por socorro

Há momentos em nossa caminhada onde o fardo se torna pesado demais. O isolamento é uma armadilha; o intercessor é aquele que ajuda a carregar o peso diante do trono da graça.

B. Deus como a fonte suprema de ajuda

    • A Promessa de Jesus: No Sermão do Monte, Jesus garantiu que Deus é um Pai generoso, ansioso por dar boas coisas aos que Lhe pedem (Mt 7:7-11). Se Deus está disposto a ajudar, nossa intercessão é o canal que conecta a necessidade do irmão à provisão do Pai.

    • O Testemunho de Paulo: No fim de sua vida, Paulo pôde dizer: "Mas o Senhor assistiu-me e fortaleceu-me..." (2 Tm 4:17). Ele reconhecia que o auxílio divino era o que o mantinha de pé.

C. A Providência Divina

Através da Sua providência, Deus supre nossas necessidades físicas e espirituais quando buscamos primeiro o Seu reino (Mt 6:33). A oração intercessória muitas vezes é o meio pelo qual a paz que excede todo o entendimento guarda o coração de um irmão em crise (Fp 4:11).


II. A Demonstração da Fé de que Deus Responde

A intercessão sem fé é apenas um exercício de retórica. Para orar pelos outros com eficácia, devemos estar ancorados na certeza de que Deus ouve.

A. A oração deve ser acompanhada de fé

Se não acreditamos que Deus existe e que Ele galardoa os que O buscam, nossas orações são infrutíferas (Hb 11:6; Tg 1:5-8). A oração fervorosa nasce de um coração que crê que "tudo o que pedirdes na oração, crendo, recebereis" (Mt 21:22).

B. A estrutura da oração correta

Para que nossa intercessão seja bíblica, ela deve seguir o padrão estabelecido:

    1. A Fonte Certa: Dirigida ao Pai (Mt 6:9).

    2. A Autoridade Certa: Em nome de Jesus, reconhecendo Sua autoridade total (Mt 28:18-19; Cl 3:17).

    3. A Motivação Certa: Não para satisfazer prazeres egoístas, mas de acordo com a vontade de Deus (Tg 4:3; 1 Jo 5:14).


III. A Demonstração de Confiança no Próximo

Quando oramos por alguém ou pedimos oração, estamos estabelecendo um laço de confiança mútua e responsabilidade.

A. A responsabilidade individual

Frequentemente, para que uma oração seja respondida, a pessoa por quem oramos deve agir. Jesus pediu para orarmos por trabalhadores para a ceifa (Mt 9:37-38), mas os próprios discípulos que oravam foram os enviados para trabalhar.

B. A disposição em receber a benção

Podemos orar fervorosamente para que alguém receba ajuda ou mude de vida, mas se o coração da pessoa estiver fechado para a instrução de Deus, ela perderá a benção. A oração intercessória respeita o livre arbítrio, mas clama para que Deus amoleça o solo do coração.

C. O valor da vida justa

Quando outros nos pedem oração, eles estão demonstrando crer que temos uma vida de comunhão com Deus. A Bíblia é clara:

    • "A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos" (Tg 5:16-18).

    • Os ouvidos do Senhor estão abertos às orações dos justos, mas o Seu rosto está contra os que fazem o mal (1 Pe 3:12; Pv 15:29).

Por que Devemos Orar pelos Outros? 1 Tessalonicenses 5:25

Veja também

  1. Como ter Determinação na Vida Cristã
  2. Como Rejeitar o Erro e Obedecer à Verdade 1 João 4:1-6
  3. Estudo Bíblico sobre A Divisão no Corpo de Cristo 1 Coríntios 1:1-31

Conclusão

Poder interceder por um irmão não é um fardo; é um privilégio sagrado. Quando você ora por outra pessoa, você está agindo como um sacerdote, levando as necessidades humanas ao santuário divino.

Ao pedir oração, demonstramos humildade (necessidade), convicção (crença) e vulnerabilidade (confiança). Que possamos ser uma igreja que leva a sério o pedido de Paulo: "Irmãos, orai por nós". Que nossa vida seja marcada por esse serviço silencioso, mas poderoso, de sustentar uns aos outros diante do Criador.


Como ter Determinação na Vida Cristã

 Determinação e Plenitude na Vida Cristã

Texto Base: Atos 21:8-14

Introdução

A determinação é a bússola da alma. Em um mundo de distrações e desistências fáceis, a pergunta que ecoa para cada cristão é: Quanta determinação realmente possuímos? Se sabemos que algo é a vontade de Deus, temos o vigor necessário para levar essa convicção até o fim, custe o que custar?

O apóstolo Paulo é o nosso maior exemplo humano de alguém que uniu determinação ferrenha a uma plenitude profunda. Ele não era movido por teimosia, mas por um propósito que transcendia a própria vida.


I. O Exemplo de Paulo: Determinado a Ir a Jerusalém

O capítulo 21 de Atos nos apresenta um cenário de intensa pressão emocional. Paulo estava a caminho de Jerusalém, e o Espírito Santo, através de outros crentes, revelava o que o esperava.

A. O aviso dos obstáculos

Paulo não agia por ignorância. Ele foi avisado repetidamente sobre os perigos:

    • Em Atos 20:22-23, ele confessa que o Espírito o advertia em cada cidade que "prisões e tribulações" o aguardavam.

    • Em Atos 21:8-12, o profeta Ágabo usa um sinal visual — o cinto de Paulo — para profetizar que ele seria amarrado pelos judeus.

    • Amigos e discípulos, movidos por amor, imploraram para que ele não subisse a Jerusalém. Muitas vezes, o obstáculo à nossa determinação não vem de inimigos, mas de pessoas que nos amam e querem nos poupar do sofrimento.

B. A inabalável resolução

Nada poderia deter Paulo. Sua resposta em Atos 21:13 é um dos monumentos da literatura bíblica: "Que fazeis vós, chorando e magoando-me o coração? Porque eu estou pronto não só a ser ligado, mas ainda a morrer em Jerusalém pelo nome do Senhor Jesus".

Para Paulo, a plenitude não vinha da segurança física, mas do cumprimento da missão. Como ele escreveu em Filipenses 1:21, "o viver é Cristo, e o morrer é lucro". Ao fim de sua jornada, ele pôde dizer com satisfação: "Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé" (2 Timóteo 4:6-8).


II. A Nossa Determinação: Rumo ao Céu

A jornada de Paulo para Jerusalém é um espelho da nossa jornada para o Lar Celestial. Se Paulo estava determinado a enfrentar prisões, quão determinados estamos nós a alcançar o Reino de Deus?

A. A determinação apesar da família (Mateus 19:27-30)

Às vezes, seguir a Cristo significa caminhar na direção oposta às tradições ou expectativas familiares. Jesus prometeu que aqueles que deixassem casas ou parentes por Sua causa receberiam cem vezes mais, mas isso exige a determinação de colocar o Senhor acima dos laços de sangue.

B. A determinação apesar dos amigos (1 Pedro 4:3-4)

Quando mudamos nossa vida, o mundo estranha. Seus antigos companheiros podem zombar por você não correr mais para o mesmo "excesso de devassidão". A pressão social é o teste de fogo da determinação cristã.

C. A determinação apesar daqueles que ensinamos (Mateus 10:11-15)

Dói quando oferecemos a Verdade e recebemos as costas. Mas o cristão determinado entende que seu dever é semear; o resultado pertence a Deus. Se uma casa não nos recebe, sacudimos o pó e seguimos para a próxima alma que tem sede.

D. O escárnio e a humilhação (Mateus 5:10-12)

Ser chamado de "louco", como Paulo foi por Festo (Atos 26:24), ou ser alvo de piadas por causa da fé é parte do "sofrer como cristão" (1 Pedro 4:16). A plenitude vem de saber que nossa recompensa é grande nos céus, não nos aplausos da terra.

Como ter Determinação na Vida Cristã
Veja também
  1. Como Rejeitar o Erro e Obedecer à Verdade 1 João 4:1-6
  2. Estudo Bíblico sobre A Divisão no Corpo de Cristo 1 Coríntios 1:1-31
  3. Como Deus Revela Sua Sabedoria 1 Coríntios 2

Conclusão

Nenhum de nós sabe com certeza o que o dia de amanhã trará em termos de circunstâncias. Não controlamos as crises, as perseguições ou os imprevistos da vida. No entanto, controlamos a nossa determinação.

A plenitude cristã não é a ausência de problemas, mas a presença de um propósito inabalável. Quando as lágrimas dos outros ou as ameaças do inimigo tentarem parar você, lembre-se de Paulo: seja determinado na verdade e encontrará plenitude na jornada.

Você tem a determinação de ir até o fim, ou sucumbirá à tentação de parar no meio do caminho?


Como Rejeitar o Erro e Obedecer à Verdade 1 João 4:1-6

 Obedecendo à Verdade e Rejeitando o Erro

Texto Base: 1 João 4:1-6

Introdução

Vivemos em uma era de "pós-verdade", onde o sentimento subjetivo muitas vezes atropela o fato objetivo. O mundo moderno nos diz que a verdade é relativa, que "o que é verdade para você pode não ser para mim". No entanto, a Bíblia não nos dá essa opção.

Contrário ao sentimento popular, existe a verdade e existe o erro. Eles não são apenas nuances de cinza; são polaridades espirituais. Como cristãos, somos chamados a um discernimento rigoroso. Não podemos ser neutros. Nosso dever é fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para obedecer à verdade e recusar terminantemente o erro.


I. O Mandamento de "Provar os Espíritos" (1 João 4:1-3)

O apóstolo João começa com uma advertência urgente: "Amados, não creiais a todo espírito, mas provai se os espíritos são de Deus". A fé cristã não é uma credulidade cega; é uma confiança baseada na verdade revelada.

A. A realidade dos falsos mestres

O perigo não é novo. No primeiro século, a igreja já enfrentava lobos em pele de cordeiro.

    1. Jesus avisou: Em Mateus 7:15-20, Ele nos alertou que os reconheceríamos pelos seus frutos. O fruto de um mestre não é apenas sua moralidade, mas a doutrina que ele planta.

    2. Paulo avisou: Em 2 Coríntios 11:12-15, Paulo expõe que o próprio Satanás se transfigura em "anjo de luz". O erro raramente se apresenta como algo horrendo; ele se apresenta como algo iluminado e progressista.

B. O confronto com o Gnosticismo

João estava lidando especificamente com os Gnósticos, que negavam a encarnação real de Jesus.

    • Eles rejeitavam que Jesus tivesse vindo em carne (João 1:14; 1 João 4:3). Para eles, a matéria era má, então Deus nunca se tornaria homem.

    • João é contundente: quem nega que Jesus Cristo veio em carne é o anticristo (1 João 2:22). A ortodoxia (doutrina correta) sobre quem é Jesus é o fundamento da nossa salvação.


II. A Vitória Através da Obediência (1 João 4:4)

João nos encoraja dizendo: "Filhinhos, sois de Deus e já os tendes vencido". Como vencemos? Não por força política ou intelectual, mas pela fidelidade à Palavra.

A. Obedecer ao Evangelho é a nossa defesa

Demonstramos nossa rejeição ao erro quando nos submetemos ao Evangelho. Paulo afirma em Romanos 1:16 que o Evangelho é o "poder de Deus para a salvação". A nossa vitória reside naquele que está em nós, que é maior do que o que está no mundo (1 João 5:4-5).

B. A necessidade de diligência contínua

A segurança não deve gerar complacência. Podemos ser desviados se não formos vigilantes:

    • Gálatas 1:6-8: Paulo ficou espantado com a rapidez com que alguns abandonaram o Evangelho por um "outro evangelho".

    • 2 Pedro 3:14-18: Somos exortados a crescer na graça e no conhecimento para não sermos arrebatados pelo erro dos insensatos.

    • O erro progride; ele nunca fica estagnado (2 Timóteo 3:13-15). Se não estamos avançando na verdade, estamos vulneráveis ao retrocesso do erro.


III. O Conflito entre os "Que São de Deus" e o Mundo (1 João 4:5-6)

Há uma linha divisória clara. João separa a humanidade em dois grupos: os que ouvem a Deus e os que ouvem o mundo.

A. A rejeição do mundo é esperada

Devemos aceitar prontamente que o mundo, em sua maioria, não quer ouvir o que temos a dizer. O mundo ouve os seus (1 João 4:5).

    • A pressão pela conformidade: O mundo quer que mudemos nossa mensagem para que ela se ajuste aos seus desejos (2 Timóteo 4:3-4).

    • O ódio do mundo: Jesus já nos preparou: "Se o mundo vos odeia, sabei que, primeiro do que a vós, me odiou a mim" (João 15:18-20).

B. Treinados pela Palavra

Deus mostrou através da história que há uma diferença vital entre o santo e o profano.

    • A liberdade real só vem através da verdade (João 8:31-32).

    • Para identificar o erro, precisamos de maturidade. Hebreus 5:12-14 nos diz que o alimento sólido é para aqueles que, pelo costume, têm os sentidos exercitados para discernir tanto o bem quanto o mal. O discernimento é um músculo espiritual que precisa de exercício diário nas Escrituras.

Como Rejeitar o Erro e Obedecer à Verdade 1 João 4:1-6

  1. Estudo Bíblico sobre A Divisão no Corpo de Cristo 1 Coríntios 1:1-31
  2. Como Deus Revela Sua Sabedoria 1 Coríntios 2
  3. Quais são as Bênçãos que Desfrutamos como Filhos de Deus? Efésios 1:3

Conclusão

Embora muitos hoje menosprezem a doutrina e a verdade absoluta, a Bíblia nos diz em Provérbios 23:23: "Compra a verdade e não a vendas". A verdade tem um custo — às vezes custa nossa reputação, nossas amizades ou nosso conforto — mas ela vale cada preço pago.

Que possamos ser um povo que não se deixa levar por ventos de doutrina, mas que permanece firme, obedecendo à verdade e fugindo do erro, para a glória de Deus.


Estudo Bíblico sobre A Divisão no Corpo de Cristo 1 Coríntios 1:1-31

 A Divisão no Corpo de Cristo

Estudo Bíblico – Parte 1: O Chamado à Unidade e o Problema da "Pregadorite"

Introdução

A igreja em Corinto era uma comunidade vibrante, repleta de dons espirituais e conhecimento. No entanto, ela também enfrentava um problema grave que ameaçava o seu testemunho: a divisão. Paulo escreve esta carta para confrontar a ideia de que o partidarismo pode coexistir com a fé cristã. Para Paulo, a divisão não é apenas um erro administrativo; é uma ofensa à natureza de Cristo.


I. Saudação e Gratidão: O Fundamento da Igreja (1 Coríntios 1:1-9)

Antes de tratar dos problemas, Paulo estabelece a identidade da igreja. Ele começa lembrando aos coríntios quem eles são em Deus, o que torna a divisão ainda mais incoerente.

A. Saudações de Paulo e Sóstenes (v. 1-3)

    • A Abrangência da Igreja: Paulo escreve à igreja em Corinto, mas inclui "todos os que em todo lugar invocam o nome de Jesus" (v. 2). Isso nos ensina que nenhuma igreja local é uma ilha; somos parte de um corpo universal.

    • A Fonte da Provisão: A "graça e paz" vêm de Deus Pai e do Senhor Jesus (v. 3), não de líderes humanos.

B. Ações de Graças pela Graça de Deus (v. 4-9)

Paulo destaca que Deus não foi econômico com os coríntios:

    1. Enriquecimento em tudo: Eles foram enriquecidos em toda palavra e em todo conhecimento (v. 5).

    2. Plenitude de Dons: Não lhes faltava nenhum dom espiritual enquanto aguardavam a revelação de Cristo (v. 7).

    3. A Fidelidade de Deus: A segurança da igreja não reside na habilidade de seus membros, mas na fidelidade de Deus, que os chamou à comunhão (koinonia) de Seu Filho (v. 9).

Ponto de Reflexão: Se Deus nos deu tudo o que precisamos e nos chamou para a comunhão com Seu Filho, por que permitimos que preferências humanas criem barreiras entre nós?


II. A Natureza da Divisão em Corinto (1 Coríntios 1:10-17)

Após o elogio, Paulo entra diretamente no problema: as contendas que estavam despedaçando a congregação.

A. O Relato Chega a Paulo (v. 10-12)

    1. O Apelo à Unidade: Paulo roga que "falem a mesma coisa" e que não haja divisões (cisões). O objetivo é que sejam "inteiramente unidos, no mesmo pensamento e no mesmo parecer" (v. 10).

    2. O Relato de Cloe: A divisão não era um boato infundado; os da casa de Cloe trouxeram relatos concretos de contendas (v. 11).

    3. O Sintoma: "Pregadorite": A igreja havia se dividido em fã-clubes de líderes cristãos. Uns diziam: "Eu sou de Paulo", outros "Eu de Apolo", "Eu de Cefas" (Pedro), e alguns, em um tom de falsa espiritualidade, "Eu de Cristo" (v. 12).

B. A Reação Inicial de Paulo (v. 13-17)

Paulo demonstra o absurdo dessa mentalidade através de perguntas retóricas que expõem a loucura do partidarismo:

    • "Acaso Cristo está dividido?" (v. 13). A resposta implícita é um retumbante não. Se há apenas um Cristo, só pode haver um Corpo.

    • "Foi Paulo crucificado por vós?" O foco deve estar no Salvador, não no mensageiro.

    • O Batismo e a Missão: Paulo expressa gratidão por ter batizado poucos deles (Crispo, Gaio e a família de Estéfanas). Ele faz isso para que ninguém pudesse dizer que ele estava batizando em seu próprio nome ou formando seu próprio grupo de seguidores (v. 14-15).

    • O Propósito Principal: Paulo esclarece que seu chamado principal não era administrar rituais como o batismo, mas pregar o Evangelho — e fazê-lo sem ostentação de sabedoria humana, para que a cruz de Cristo não perdesse o seu poder (v. 17).


Conclusão da Parte 1

A divisão em Corinto surgia da exaltação de homens. Quando transformamos líderes, métodos ou preferências em ídolos, fragmentamos o que Deus uniu. A cruz de Cristo é o único centro legítimo da nossa unidade. Se Cristo não está dividido, a Sua Igreja também não deve estar.


Perguntas para Discussão:

    1. Como a "pregadorite" (focar excessivamente em um líder ou orador) se manifesta nas igrejas modernas?

    2. Por que Paulo enfatiza a fidelidade de Deus antes de corrigir o pecado da divisão?

    3. O que significa, na prática, ter o "mesmo pensamento e o mesmo parecer" em uma igreja com pessoas tão diferentes?

A Divisão é Inaceitável no Corpo de Cristo

Estudo Bíblico – Parte 2: A Loucura de Gloriar-se na Sabedoria Humana

Na primeira parte, vimos como os coríntios estavam se dividindo em grupos baseados em seus pregadores favoritos. Agora, Paulo revela o motivo disso: eles estavam aplicando os padrões de "sabedoria" do mundo à igreja.


III. A Loucura de Gloriar-se na Sabedoria Humana (1 Coríntios 1:18-31)

Paulo demonstra que o partidarismo acontece quando paramos de olhar para a Cruz e começamos a admirar a retórica e a inteligência dos homens.

A. Deus Destruirá a Sabedoria dos Sábios (v. 18-25)

A mensagem do Evangelho inverte a lógica do mundo. O que o mundo chama de "inteligente", Deus chama de "insensatez".

    1. A Divisor de Águas: A mensagem da cruz é loucura para os que perecem, mas para nós, que somos salvos, ela é o poder de Deus (v. 18).

    2. A Falência da Sabedoria Mundial: Deus prometeu destruir a sabedoria dos intelectuais deste século. Onde está o sábio? Onde está o debatedor desta era? Deus tornou louca a sabedoria deste mundo (v. 19-20).

    3. O Método Estratégico de Deus: * Visto que o mundo, pela sua própria sabedoria, nunca conseguiu conhecer a Deus, Ele escolheu salvar os que creem através da "loucura" da pregação (v. 21).

        ◦ As Exigências Erradas: Enquanto os judeus pedem sinais (poder) e os gregos buscam sabedoria (intelectualismo), nós pregamos a Cristo Crucificado. Isso é escândalo para uns e loucura para outros (v. 22-23).

        ◦ A Realidade Divina: Para os chamados, Cristo é tanto o Poder quanto a Sabedoria de Deus. Pois até a "loucura" de Deus é mais sábia que os homens, e a "fraqueza" de Deus é mais forte que os homens (v. 24-25).

B. O Chamado dos Coríntios Demonstra esta Verdade (v. 26-29)

Para provar que Deus não se impressiona com currículos humanos, Paulo pede que os irmãos olhem para si mesmos.

    1. Quem somos nós? Paulo lembra que, entre os membros da igreja, não havia muitos sábios segundo o mundo, nem muitos poderosos ou nobres (v. 26).

    2. A Escolha Deliberada de Deus: Deus escolheu propositalmente:

        ◦ As coisas loucas para envergonhar os sábios.

        ◦ As coisas fracas para envergonhar as fortes.

        ◦ As coisas vis, desprezíveis e as que não são para reduzir a nada as que são (v. 27-28).

    3. O Objetivo Final: Deus faz isso para que nenhuma carne se glorie na Sua presença (v. 29). Se a igreja fosse feita de gênios e poderosos, eles diriam que a igreja sobrevive pelo esforço deles. Como ela é feita de pessoas comuns, a glória é apenas de Deus.

C. Em vez de Homens, Glorie-se no Senhor (v. 30-31)

Se quisermos nos orgulhar de algo, que seja da fonte da nossa vida espiritual.

    1. Cristo, Nossa Fonte: É por iniciativa de Deus que estamos em Cristo Jesus. Ele Se tornou para nós:

        ◦ Sabedoria: O verdadeiro entendimento de Deus.

        ◦ Justiça: Nossa aceitação diante de Deus.

        ◦ Santificação: Nossa separação do pecado.

        ◦ Redenção: Nossa libertação final.

    2. O Único Alvo de Glória: Paulo encerra citando as Escrituras: "Aquele que se gloria, glorie-se no Senhor" (v. 31).


Conclusão da Parte 2

A divisão acaba quando o orgulho humano morre. Quando paramos de tentar ser "sábios" aos olhos do mundo e aceitamos a simplicidade da Cruz, não há mais espaço para dizer "eu sou de Paulo" ou "eu sou de Apolo". Se tudo o que temos — sabedoria, justiça e vida — vem de Cristo, então toda a nossa lealdade deve pertencer a Ele, e não a líderes humanos.

Estudo Bíblico sobre A Divisão no Corpo de Cristo 1 Coríntios 1:1-31

Veja também

  1. Como Deus Revela Sua Sabedoria 1 Coríntios 2
  2. Quais são as Bênçãos que Desfrutamos como Filhos de Deus? Efésios 1:3
  3. Saiba para que Jesus está te Chamando

Perguntas para Discussão:

    1. Por que a mensagem de um Salvador crucificado era considerada "loucura" para os gregos e "escândalo" para os judeus?

    2. Como o desejo de parecer "inteligente" ou "sofisticado" perante a sociedade pode gerar divisões dentro da igreja hoje?

    3. Se Deus escolheu as coisas fracas e desprezíveis, como isso deve mudar a forma como tratamos as pessoas em nossa comunidade local?

Próximo Passo: Avalie se as suas conversas sobre a igreja focam mais nas habilidades dos homens (pregadores, músicos, líderes) ou no poder transformador da Cruz de Cristo.


Como Deus Revela Sua Sabedoria 1 Coríntios 2

Como Deus Revelou Sua Sabedoria

Muitas divisões em Corinto surgiam porque os irmãos estavam fascinados por oradores eloquentes e filósofos que usavam palavras persuasivas. Paulo confronta essa mentalidade relembrando como ele mesmo se apresentou a eles: não como um filósofo brilhante, mas como um servo dependente do Espírito.


I. O Modo de Pregar de Paulo (1 Coríntios 2:1-5)

Paulo demonstra que, se a nossa fé for baseada na inteligência do pregador, nossa fé falhará quando encontrarmos alguém mais inteligente. Mas, se for baseada no poder de Deus, ela será inabalável.

A. Ele Pregou "Jesus Cristo e Este Crucificado" (v. 1-3)

    1. Sem Ostentação: Quando Paulo chegou a Corinto, ele não usou "ostentação de linguagem" ou uma sabedoria humana superior para proclamar o testemunho de Deus (v. 1). Ele não tentou ganhar as pessoas pelo intelecto.

    2. Foco Exclusivo: Ele tomou uma decisão consciente: "decidi nada saber entre vós, senão a Jesus Cristo e este crucificado" (v. 2). Para Paulo, o núcleo do Evangelho é a Cruz, e nada deve desviar a atenção disso.

    3. Humildade e Dependência: Longe de ser um orador autoconfiante, Paulo esteve entre eles em "fraqueza, temor e muito tremor" (v. 3). Isso prova que a mensagem não dependia da força da personalidade do pregador, mas da verdade do conteúdo.

B. Com Demonstração do Espírito e de Poder (v. 4-5)

    1. Rejeição da Persuasão Humana: Sua linguagem e pregação não consistiam em palavras persuasivas de sabedoria humana (o tipo de retórica que os gregos amavam e que causava divisões), mas em demonstração do Espírito e de poder (v. 4).

    2. O Propósito Final: Por que Paulo pregou dessa maneira? Para que a fé dos irmãos não se apoiasse na sabedoria dos homens, mas no poder de Deus (v. 5).

A lição aqui é clara: Se você segue um líder por causa da sua eloquência, você está seguindo um homem. Se você segue a mensagem da Cruz, você está seguindo a Deus.


II. A Revelação da Sabedoria de Deus (v. 6-16)

Embora Paulo rejeitasse a sabedoria do mundo, ele afirma que pregava, sim, uma sabedoria — mas uma que o mundo não consegue entender.

    • Uma Sabedoria Oculta: É a sabedoria de Deus em mistério, que esteve oculta, a qual Deus preordenou antes dos séculos para nossa glória (v. 7). Se os poderosos deste mundo a conhecessem, jamais teriam crucificado o Senhor da Glória (v. 8).

    • Revelada pelo Espírito: Coisas que o olho não viu e o ouvido não ouviu são reveladas a nós pelo Seu Espírito. Pois o Espírito sonda todas as coisas, até as profundezas de Deus (v. 10).

O Homem Natural vs. O Homem Espiritual

Paulo encerra fazendo um contraste crucial que explica por que as divisões ocorrem:

    1. O Homem Natural (v. 14): Aquele que depende apenas de sua sabedoria humana. Ele não aceita as coisas do Espírito de Deus, pois lhe parecem loucura. Ele é o que causa divisões por se focar em preferências carnais.

    2. O Homem Espiritual (v. 15-16): Aquele que é guiado pelo Espírito. Ele discerne todas as coisas e, o mais importante, "tem a mente de Cristo".

A verdadeira sabedoria não causa divisão; ela traz revelação. Paulo nos ensina que o remédio para o partidarismo é voltar à simplicidade da Cruz e à dependência total do Espírito Santo. Quando temos a "mente de Cristo", paramos de exaltar homens e passamos a exaltar o poder de Deus que opera em nós.

Paulo continua a demonstrar que a divisão em Corinto era fruto de uma visão puramente humana. Para corrigir isso, ele distingue a sabedoria limitada deste mundo da sabedoria profunda e revelada de Deus.

II. A Verdadeira Sabedoria de Deus (1 Coríntios 2:6-16)

A. A Natureza "Oculta" da Sabedoria de Deus (v. 6-9)

Embora Paulo pregasse de forma simples, ele afirma que existe uma sabedoria profunda no Evangelho, mas ela só é discernida pelos maduros.
    1. Uma Sabedoria Diferente: Os apóstolos falam, sim, uma sabedoria, mas ela não pertence a esta era nem aos seus governantes, que estão perdendo seu poder e importância (v. 6).
    2. O Mistério Revelado: Esta sabedoria era um "mistério" — algo que estava oculto, mas que Deus ordenou antes do início dos tempos para a nossa glória (v. 7).
    3. A Ignorância dos Poderosos: Se os líderes deste mundo tivessem compreendido essa sabedoria, jamais teriam crucificado o Senhor da glória (v. 8). A execução de Jesus foi a prova definitiva de que a inteligência humana falhou em reconhecer a Deus.
    4. Além da Descoberta Humana: Paulo cita que as coisas que Deus preparou para os que O amam são impossíveis de serem descobertas apenas pelos sentidos (olhos e ouvidos) ou pelo coração humano (v. 9).

B. A Revelação da Sabedoria pelo Espírito (v. 10-13)

Como, então, passamos a conhecer o que estava oculto? Não foi por estudo acadêmico, mas por revelação divina.
    1. O Agente da Revelação: Deus nos revelou essas coisas através do Seu Espírito. Assim como apenas o espírito de um homem sabe o que se passa dentro dele, somente o Espírito de Deus conhece as profundezas de Deus (v. 10-11).
    2. A Fonte da Mensagem Apostólica: Os apóstolos não receberam o espírito do mundo, mas o Espírito que vem de Deus, para que pudessem compreender as bênçãos que Deus nos deu gratuitamente (v. 12).
    3. A Linguagem do Espírito: Paulo enfatiza que eles comunicam essas verdades não com palavras ensinadas pela sabedoria humana, mas com palavras ensinadas pelo próprio Espírito, combinando verdades espirituais com palavras espirituais (v. 13).

C. O "Homem Natural" versus o "Homem Espiritual" (v. 14-16)

Aqui Paulo chega ao ponto central: a razão de haver tantas discussões e divisões é que muitos ainda estão operando como "homens naturais".
    1. O Homem Natural: É aquele que vive baseado apenas em suas capacidades biológicas e intelectuais (como os filósofos da época).
        ◦ Ele não aceita as coisas do Espírito de Deus (v. 14a).
        ◦ Para ele, o Evangelho e a unidade da igreja parecem loucura (v. 14b).
        ◦ Ele é incapaz de entender essas verdades porque elas são discernidas apenas espiritualmente (v. 14c).
    2. O Homem Espiritual: É aquele que é guiado e iluminado pelo Espírito de Deus (como os apóstolos).
        ◦ Ele consegue julgar e discernir todas as coisas corretamente (v. 15a).
        ◦ Ele não pode ser julgado ou compreendido por quem está de fora, pois o mundo não entende sua motivação (v. 15b).
        ◦ O motivo dessa capacidade? Ele tem "a mente de Cristo" (v. 16).
Como Deus Revela Sua Sabedoria 1 Coríntios 2

Veja também

Conclusão 

A divisão na Igreja é um sinal de que estamos agindo como "homens naturais", focando em preferências humanas e sabedoria mundana. O remédio é a maturidade espiritual: reconhecer que o Espírito de Deus nos deu uma sabedoria que o mundo não tem. Quando temos a mente de Cristo, paramos de buscar heróis humanos e passamos a buscar a vontade dAquele que sonda as profundezas de Deus.

Quais são as Bênçãos que Desfrutamos como Filhos de Deus? Efésios 1:3

 AS RIQUEZAS INSONDÁVEIS DE CRISTO

Texto Base: Efésios 1:3

INTRODUÇÃO

Muitos cristãos vivem como "mendigos espirituais", implorando por moedas de paz e migalhas de alegria, enquanto são donos de uma conta bancária celestial ilimitada. Ao abrir a sua carta aos Efésios, o apóstolo Paulo não começa com pedidos ou reclamações, mas com uma explosão de louvor.

Efésios 1:3 é o portal de um dos capítulos mais gloriosos da Bíblia. Nele, Paulo declara que somos muito mais ricos em Cristo do que conseguimos compreender. Este versículo é uma síntese da nossa teologia prática: ele revela a origem, o alcance, a natureza e a segurança das bênçãos que possuímos. Hoje, vamos reconhecer e nos apropriar do que Deus já assinou em nosso nome.


I. A FONTE DAS BÊNÇÃOS – DEUS

“Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo…”

A. Deus é digno de louvor

A palavra "Bendito" (do grego eulogetos) significa literalmente "falar bem de". Quando bendizemos a Deus, não estamos acrescentando algo à Sua glória, mas reconhecendo quem Ele é. De Gênesis a Apocalipse, Ele é exaltado como o Único digno (Gn 14:20; Ap 5:13).

B. Deus é o Abençoador

Diferente de nós, quando Deus "bendiz", Ele não apenas fala; Ele faz. Ele é a fonte de toda boa dádiva (Tiago 1:17). Até as tempestades da vida são filtradas por Sua bondade para cooperarem para o nosso bem (Romanos 8:28).

Aplicação: O louvor não deve ser uma resposta às circunstâncias, mas uma resposta ao caráter imutável de Deus.


II. O OBJETO DAS BÊNÇÃOS – OS FILHOS DE DEUS

“…que nos abençoou…”

A. Destinatários específicos

Estas bênçãos não são distribuídas ao léu; elas têm endereço certo: os "santos e fiéis" (Ef 1:1). Elas são o privilégio exclusivo daqueles que foram adotados na família de Deus pela graça.

B. Pensamentos de paz

Deus não é um juiz relutante em nos abençoar, mas um Pai que nutre pensamentos de paz e esperança para conosco (Jeremias 29:11). Suas intenções se traduzem em ações concretas de cuidado, provisão e direção.

Aplicação: Sinta o peso da graça — o Criador do universo parou para pensar em você e o escolheu para ser alvo de Sua generosidade.


III. O ALCANCE DAS BÊNÇÃOS – TODAS

“…com todas as bênçãos espirituais…”

A. Plenitude Ilimitada

A palavra "todas" não deixa margem para carência. Em Cristo, não recebemos um "pacote básico" de salvação, mas acesso total às riquezas do Céu.

B. A suficiência em Cristo

Muitos buscam uma "segunda bênção" ou algo "extra" para se sentirem completos. Paulo corrige essa visão: você já foi plenamente abençoado. O que precisamos não é de mais bênçãos, mas de mais entendimento do que já recebemos. Deus não economiza na graça, na paz ou na esperança.

Aplicação: Pare de viver como se faltasse algo essencial para sua caminhada cristã. A plenitude já foi depositada em sua conta.


IV. A NATUREZA DAS BÊNÇÃOS – ESPIRITUAIS

“…bênçãos espirituais…”

A. A obra do Espírito (Pneumatikos)

Muitas vezes ignoramos as bênçãos espirituais porque estamos obcecados pelas temporais (saúde física, dinheiro, status). Todavia, as bênçãos espirituais são as que sustentam a vida quando a carne falha. Tudo o que precisamos para a vida e piedade já nos foi dado (2 Pedro 1:3).

B. Virtudes que o mundo não compra

Oramos por força, mas esquecemos que o poder de Deus já habita em nós. Oramos por amor, mas o Fruto do Espírito já está disponível (Gálatas 5:22-23).

Aplicação: Aproprie-se pela fé do amor, da paciência e do domínio próprio. Eles não são sentimentos a serem conquistados, são provisões a serem utilizadas.


V. O DEPÓSITO DAS BÊNÇÃOS – OS LUGARES CELESTIAIS

“…nos lugares celestiais…”

A. Dimensão Sobrenatural

O depósito das nossas riquezas não está sujeito à inflação deste mundo ou à corrupção dos homens. Elas estão guardadas nos "lugares celestiais" — a esfera da autoridade e presença de Deus.

B. Cidadãos de dois mundos

Embora nossos pés pisem o chão da Terra e sintam o cansaço das tribulações, nossa alma está ancorada no Céu (Filipenses 3:20). É essa realidade que permite a Paulo dizer que, mesmo entristecidos, estamos sempre alegres; mesmo nada tendo, possuímos tudo (2 Coríntios 6:10).

Aplicação: Quando o mundo tentar te empobrecer com crises, olhe para o seu depósito celestial. Sua segurança não depende da economia terrena.


VI. O ESTADO DAS BÊNÇÃOS – EM CRISTO

“…em Cristo…”

A. União Vital

Este é o ponto crucial: as bênçãos não estão "perto" de Cristo, elas estão nEle. Pela união espiritual, o que é dEle é nosso (1 Coríntios 6:17).

B. Herdeiros e Assentados

Pela graça, somos coerdeiros com o Filho (Romanos 8:16-17). Mais do que isso, Paulo dirá no capítulo seguinte que já estamos assentados com Ele nos lugares celestiais (Efésios 2:6). A nossa vitória não é algo que buscamos, é algo de onde partimos.

Aplicação: Viver "em Cristo" significa que você não precisa lutar para ser aceito, mas viver a partir da aceitação que Ele já conquistou para você.

Quais são as Bênçãos que Desfrutamos como Filhos de Deus? Efésios 1:3
Veja também
  1. Saiba para que Jesus está te Chamando
  2. Pregação sobre Dedicação a Deus: Entrega total Romanos 1:14; 4:4; 8:12; 15:27.
  3. Como Ter Confiança Diante de Deus?

CONCLUSÃO

Em Cristo, você é verdadeiramente rico. O texto de hoje não é uma promessa para o futuro, é um fato para o presente: Ele já nos abençoou.

Reconheça hoje a sua fonte (Deus), aceite o seu valor (filho), desfrute da abundância (todas), valorize o que é eterno (espirituais), confie no depósito (lugares celestiais) e permaneça no único lugar seguro: Em Cristo.


Saiba para que Jesus está te Chamando

 Esta é uma exposição bíblica profunda e mobilizadora sobre a natureza do discipulado, estruturada para despertar a igreja para a urgência e a beleza do chamado de Cristo.


SAIBA POR QUE JESUS ESTÁ TE CHAMANDO

Texto Base: Marcos 1:16–20

INTRODUÇÃO

O cenário é de uma simplicidade absoluta: a beira do Mar da Galileia, o cheiro de peixe, o som das redes sendo lavadas e homens exaustos após uma jornada de trabalho. Nada indicava que aquele dia seria diferente de qualquer outro. No entanto, o Rei do Universo caminha sobre a areia, para diante de barcos comuns e profere poucas palavras que mudariam o curso da história: "Vinde após mim".

Jesus não foi aos palácios de Roma ou às escolas rabínicas de Jerusalém para buscar Seus primeiros auxiliares; Ele escolheu o cotidiano. Hoje, o mesmo Jesus caminha pelo "mar" da sua vida — seu trabalho, sua família, suas crises — e Ele continua chamando. Entender por que e como Ele chama é o diferencial entre uma existência comum e uma missão extraordinária.


I. A CHAMADA DE JESUS É PESSOAL

Jesus não lançou um convite genérico ao vento; Ele parou e chamou homens específicos.

A. Um chamado que respeita quem somos

Jesus utiliza a inclinação natural de cada um para o Reino:

    • Pedro e André lançavam redes (ação direta) → Jesus os chama para a evangelização.

    • Tiago e João consertavam redes (cuidado e restauração) → Jesus os prepara para a edificação da igreja.

B. Salvação e Serviço

Há dois momentos no chamado: o primeiro é para a salvação, o encontro pessoal onde conhecemos o Cordeiro (João 1:35-42). O segundo é para o serviço, onde entregamos nossa utilidade ao Rei (Marcos 1:16-20). Deus chama pessoas ocupadas porque quem é fiel no pouco do seu trabalho, será fiel no muito do Reino.


II. A CHAMADA DE JESUS É PRIVADA E O APELO É PÚBLICO

A. A obra interior (Privada)

Embora houvesse outros pescadores e empregados nos barcos (v. 20), apenas aqueles quatro sentiram o peso da glória naquela voz. O chamado é uma frequência que só o coração tocado pelo Espírito consegue sintonizar. É algo entre você e Deus, uma obra silenciosa que acontece antes do barulho da resposta.

B. O posicionamento necessário (Público)

Apesar de nascer no secreto, o chamado de Jesus não aceita o anonimato. Não fomos chamados para ser "agentes secretos" do Reino.

    • O perigo da fé oculta: Nicodemos e José de Arimateia tentaram ser discípulos em segredo, mas a cruz os obrigou a se posicionar. Seguir a Jesus implica identificação pública. Somos chamados para ser sal e luz (Mateus 5:13-16), e a luz não pode ser escondida sob o alqueire.


III. O CHAMADO DE JESUS É PRECIOSO E CARO

A. A graça sobre os improváveis

É precioso porque Deus escolhe as "coisas loucas deste mundo para envergonhar as sábias" (1 Coríntios 1:27). Jesus coloca o tesouro do Evangelho em vasos de barro (2 Coríntios 4:7). O fato de o Deus Todo-Poderoso querer precisar de você é o maior privilégio da existência humana.

B. O custo do discipulado

Embora o chamado seja um presente, segui-Lo exige uma renúncia total. Aqueles homens deixaram:

    1. Suas ferramentas: As redes (o sustento).

    2. Seu conforto: O barco (a segurança).

    3. Seus laços: O pai e os empregados (a família e a aprovação social). Seguir Jesus pode custar sua reputação, alguns relacionamentos e seus planos pessoais, mas Jesus vale mais do que o mundo inteiro (Marcos 8:36-37).


IV. O CHAMADO DE JESUS É PODEROSO E PROFUNDO

A. Resposta Imediata

O texto diz: "E logo, deixando as redes...". O chamado de Jesus não gera debate teológico, gera obediência. Quando o Criador fala, a criatura responde. O perigo da indecisão é mortal; olhar para trás nos torna inaptos para o Reino (Lucas 9:59-62).

B. De Pescadores a Ganhadores

Jesus não disse "vão e se transformem", Ele disse: "Eu vos farei pescadores de homens".

    • O segredo: Deus não chama os capacitados, Ele capacita os chamados. Ele pega sua habilidade de lidar com barcos e a transforma na habilidade de lidar com almas. O Espírito Santo é o agente que pega o barro bruto e molda conforme a vontade do Oleiro.

Saiba para que Jesus está te Chamando
Veja também
  1. Pregação sobre Dedicação a Deus: Entrega total Romanos 1:14; 4:4; 8:12; 15:27.
  2. Como Ter Confiança Diante de Deus?
  3. Onde podemos encontrar Deus?

CONCLUSÃO

Jesus passou perto daqueles barcos e sua voz interrompeu o cansaço daqueles homens. Hoje, Ele passa por aqui. O chamado dEle é pessoal (é para você), é poderoso (pode mudar sua história), mas é caro (exige sua vida inteira).

Não se prenda às redes velhas, aos barcos furados ou aos laços do passado. Se Ele chamou, Ele garantirá o destino. Deixe as redes hoje e torne-se quem Deus planejou que você fosse antes da fundação do mundo.


Pregação sobre Dedicação a Deus: Entrega total Romanos 1:14; 4:4; 8:12; 15:27.

 Dedicados a Cristo

Escritura Base: Romanos 1:14; 4:4; 8:12; 15:27.

Introdução

A vida cristã não é um mero passatempo ou uma escolha filosófica; é uma resposta a um ato de resgate. Quando compreendemos o que aconteceu na Cruz, entendemos que nossa dedicação ao Senhor não é opcional, mas uma dívida de amor. O mundo nos oferece distrações, mas a Bíblia nos chama a uma vida de entrega total.


I. Devedores a Cristo: A Dívida que Ele Pagou

(Romanos 8:5-17)

Nós começamos nossa jornada cristã reconhecendo que somos "devedores". Não devedores à carne, para vivermos segundo os desejos do mundo, mas devedores Àquele que pagou o que nunca poderíamos quitar.

    • Obrigações e Deveres: Temos uma obrigação espiritual para com o nosso Senhor. Como servos, nossa postura deve ser de humildade: fizemos apenas o que era nosso dever fazer (Lc 17:7-10).

    • O Amor que nos Constrange: O amor de Cristo nos impulsiona. Não pregamos ou servimos por medo, mas porque o Seu amor nos "aperta" o coração, tornando impossível ficar em silêncio (2 Co 5:14).

    • Comprados por Preço: Você não pertence a si mesmo. Você foi comprado em um leilão de escravos espirituais pelo mais alto preço: o sangue de Jesus (1 Co 6:20). Portanto, glorifique a Deus com o seu corpo e seu espírito.


II. Responsáveis pela Grande Comissão

(Romanos 12:1-2; Mateus 28:19-20)

A nossa dedicação se manifesta em ação. Fomos incumbidos de uma tarefa global e urgente.

    • Despenseiros do Senhor: Somos administradores (mordomos) dos mistérios de Deus. De um despenseiro, o que se exige é que ele seja encontrado fiel (1 Co 4:1-2). Recebemos dons e recursos que devem ser usados para o Reino.

    • Servos do Deus Altíssimo: Paulo, Pedro e os apóstolos se orgulhavam de se autodenominarem "servos" (ou escravos) de Jesus Cristo. É um serviço de liberdade, onde nossa vontade se rende à vontade dEle.

    • Membros da Família Real: Embora sejamos servos no trabalho, somos Filhos na posição. Pelo Senhor Jesus, fomos inseridos na Família Real de Deus (1 Pe 2:9). Um príncipe não se comporta como um cidadão comum; ele vive de acordo com a dignidade do seu Rei.


III. O Dever de Alertar sobre o Dia do Juízo

(Ezequiel 3:17-22; Atos 18:5-6)

A dedicação a Cristo envolve falar a verdade, mesmo quando ela é dura. O amor que salva é o mesmo amor que adverte sobre o perigo.

    • Atalaias de Deus: O atalaia que vê a espada chegando e não toca a trombeta é responsável pelo sangue dos que perecerem. Somos chamados para avisar o mundo sobre o perigo que virá (Jo 3:18, 36).

    • O Destino do Impenitente: A Bíblia é clara sobre o futuro daqueles que rejeitam a Cristo. O Juízo do Grande Trono Branco, o Lago de Fogo e a morte eterna são realidades terríveis que devem mover nossa compaixão (Ap 20:11-15; Mc 9:44-46).

    • A Boa Nova: Em contraste com o juízo, temos a solução! Cristo pagou a nossa dívida. Ele morreu, ressuscitou e hoje intercede por nós. Nossa dedicação consiste em compartilhar essa mensagem: o perdão é real e está disponível a todos.

Pregação sobre Dedicação a Deus: Entrega total Romanos 1:14; 4:4; 8:12; 15:27.
Veja também
  1. Como Ter Confiança Diante de Deus?
  2. Onde podemos encontrar Deus?
  3. Como ter Saúde Mental Cristã

Conclusão

Devemos fixar isto em nossos corações: somos salvos apenas pela Graça. Não há obra humana, por mais santa que pareça, que possa pagar o preço da nossa salvação. Custou a Deus o Seu próprio Filho Eterno para nos libertar da lei do pecado e da morte.

No entanto, Deus nos deu a responsabilidade de compartilhar o Evangelho. Essa é a nossa oportunidade de expressar gratidão. Como crentes, nunca enfrentaremos o "Grande Trono Branco" (juízo para condenação), mas compareceremos perante o Tribunal de Cristo (Bema). Ali, nossas obras serão testadas: foram feitas para nossa própria glória ou para a glória de Jesus?

A dedicação é um ato voluntário. Deus não nos força a servi-Lo; Ele busca voluntários que desejam responder ao Seu amor. Há recompensas celestiais eternas esperando por aqueles que forem fiéis.

O desafio para você hoje é:

    1. Você já dedicou sua vida inteiramente ao Senhor?

    2. Você tem respondido ao chamado de Deus dizendo: "Eis-me aqui, envia-me a mim"?

    3. Você está vivendo uma vida santa, seguindo os padrões de Deus e não do mundo?

Trabalhemos para o Senhor até que Ele nos chame para a glória. Deixe o Espírito Santo guiar você em toda a verdade, para que o amor de Deus flua através de você enquanto você proclama ao mundo que Jesus salva, mantém e satisfaz!

Como Ter Confiança Diante de Deus?

 Confiança Diante de Deus

Escritura Base: Salmos 118:8-9; Provérbios 3:26; 14:26; Efésios 3:6; Hebreus 3:6; 1 João 3:20-21; 5:9-15.

Introdução

As religiões do mundo operam, em sua maioria, através do medo. Elas escravizam seus súditos com inúmeras regras, regulamentos e superstições que devem ser mantidos a todo custo. Esse sistema mantém os adoradores em constante temor, focando na criação em vez de no Criador, tornando-os presas fáceis para as táticas de cegueira mental de Satanás (2 Co 4:3-4).

Como crentes no Senhor Jesus Cristo, fundamentados na Palavra de Deus (Jo 20:31), precisamos compreender que o Cristianismo não é uma "religião" no sentido humano da palavra. O Cristianismo é um relacionamento. Somos membros da Família Real de Deus. Não temos a "esperança" de vir a pertencer a Deus; nós já estamos na família! Por isso, devemos exercer nossos direitos e nos comportar como membros do Corpo de Cristo, guiados pelo Espírito Santo, que nos deu esta nova vida.


I. Confiança no Conhecimento da Palavra de Deus

(2 Timóteo 3:15-17; 2 Timóteo 2:15)

A nossa confiança não nasce de sentimentos vagos, mas do entendimento das Escrituras.

    • Sabedoria Divina: É necessária para estabelecer uma base sólida. Enquanto o mundo busca lógica humana, nós buscamos a sabedoria que vem do alto (2 Co 2:1-8).

    • O Obstáculo da Carnalidade: O crente carnal não consegue discernir as coisas profundas de Deus; ele permanece na "superfície" (1 Co 3:1-3).

    • Fundamento na Palavra, não em Instituições: Nossa confiança deve estar na Bíblia, e não em nomes de denominações ou religiões organizadas (1 Co 3:4-8). A Palavra de Deus é eterna; tudo o mais passará (Mt 24:35).

    • Cristo, a Rocha: Ele é o fundamento que provê estabilidade à nossa caminhada. Somos uma "Nova Criação" e parte da "Família Real" (1 Pe 2:9-10). Como tal, devemos viver honestamente e permitir que o Espírito Santo guie cada passo nosso (Rm 8:14).


II. Confiança em Manter a Comunhão com Deus

(1 João 1:3-7; 1 Coríntios 1:9)

A confiança floresce quando o canal de comunicação com o Pai está aberto.

    • O Perigo do Pecado: O pecado não nos faz perder a salvação, mas quebra nossa comunhão. Ele arruína nosso relacionamento com outros irmãos, produz uma vida infrutífera e pode até afetar nossa saúde física (1 Jo 1:7).

    • A Necessidade da Confissão: Para restaurar a confiança, devemos confessar nossos pecados diretamente a Deus (1 Jo 1:9). Se ofendemos o próximo, devemos também acertar as contas com nossos irmãos para que a harmonia no Corpo de Cristo seja mantida.

    • Vida de Oração e Vontade de Deus: Muitas orações não são respondidas porque estamos fora de comunhão ou pedimos mal (Tg 4:3). A verdadeira confiança na oração vem de alinhar nosso desejo ao de Deus: "Seja feita a Tua vontade" (Mt 6:10; Jo 15:7). Permanecer nEle é a chave para a segurança espiritual.


III. Confiança no Testemunho de Jesus Cristo

(Atos 22:15; 1 João 5:9)

Um crente confiante é uma testemunha eficaz.

    • Estudo e Preparo: Para testemunhar com autoridade, o estudo da Palavra é indispensável (2 Tm 2:15). Isso nos dá segurança para explicar a razão da nossa esperança.

    • A Ação do Espírito Santo: É o Espírito quem revela a verdade através da Palavra. A fé vem pelo ouvir a Palavra de Deus (Rm 10:17). Não dependemos de nossa eloquência, mas do poder do Espírito que nos ensina e guia (Jo 16:13).

    • Capacitação para Servir: O conhecimento nos prepara para ensinar outros e combater o bom combate (2 Tm 4:1-8). Deus concede dons conforme a Sua vontade para que possamos edificar a igreja.

Como Ter Confiança Diante de Deus?

Veja também

  1. Onde podemos encontrar Deus?
  2. Como ter Saúde Mental Cristã
  3. Por que Devemos Fazer a Coisa Certa, Não Importa o que Aconteça?

Conclusão

O crente no Senhor Jesus Cristo deve estar estabelecido na Palavra e em constante estudo sob a guia do Espírito Santo. Não podemos depender de sucessos passados ou cair no orgulho; devemos ser exemplos humildes, reconhecendo que tudo o que realizamos é pela graça de Deus (1 Co 3:5-9).

Temos este tesouro em "vasos de barro", para que a excelência do poder seja de Deus e não nossa (2 Co 4:7). Enfrentamos um mundo perverso que odiou a Cristo e, por vezes, nos odiará também. Mas lembre-se: somos cidadãos do Céu e apenas peregrinos nesta terra. Não baseamos nossa esperança no que é temporal e visível, mas no que é eterno e invisível (2 Co 4:18).

Aproximemo-nos, pois, confiantemente do Trono da Graça. Jesus salva, Jesus mantém e Jesus satisfaz!


Onde podemos encontrar Deus?

 Este estudo bíblico explora a onipresença de Deus e a seriedade do nosso comportamento diante dAquele que tudo vê. Muitas vezes, tratamos a presença de Deus como algo abstrato, mas as Escrituras revelam que Ele é uma realidade constante e ativa em nossas vidas e, especialmente, em nossa adoração.


TEMA: ONDE PODEMOS ENCONTRAR DEUS?

Introdução

Deus está presente conosco. Este é um fato bíblico que, muitas vezes, não levamos a sério o suficiente. Como reagiríamos se víssemos a presença física de Deus manifesta em nossa adoração hoje? Provavelmente, nosso comportamento mudaria instantaneamente. No entanto, a Bíblia afirma que Ele está presente, mesmo que nossos olhos naturais não O vejam.


I. Deus está Presente em Tudo o que Fazemos

A onipresença é um atributo exclusivo de Deus; Ele não está limitado pelo espaço geográfico.

    • Não há Esconderijo: O salmista declara que não há lugar no universo para onde possamos fugir do Seu Espírito (Salmo 139:7). Seja no mais alto céu ou na profundeza do abismo, Ele está lá. Deus questiona através do profeta: "Pode alguém esconder-se em esconderijos, de modo que eu não o veja?" (Jeremias 23:23-24).

    • Sempre Perto do Seu Povo: O Senhor não é uma divindade distante. Davi afirmava: "Tenho sempre o Senhor diante de mim" (Salmo 16:8). Ele está perto de todos os que O invocam em verdade (Salmo 145:18). Como Paulo ensinou em Atenas, Ele não está longe de cada um de nós (Atos 17:27).


II. Deus está Presente em Nossa Adoração

Embora Deus esteja em todos os lugares, Ele manifesta Sua atenção de maneira especial quando Seu povo se reúne para adorá-Lo.

    • Atenção às Nossas Ações: Salomão nos adverte a sermos cuidadosos ao entrar na casa de Deus. Devemos estar mais prontos para ouvir do que para falar precipitadamente (Eclesiastes 5:1-2). Ele presta atenção ao nosso íntimo. No céu, as orações dos santos sobem como incenso diante d'Ele (Apocalipse 8:3-4).

    • A Promessa de Jesus: Jesus garantiu que, onde dois ou três estiverem reunidos em Seu nome, Ele estará ali, no meio deles (Mateus 18:20).

    • Contexto de Assembleia: O contexto de Mateus 18:17 refere-se à vida da igreja e suas assembleias. Quando nos reunimos como corpo, Cristo é o convidado de honra e o anfitrião espiritual.


III. A Reação do Povo diante da Presença de Deus

Como os grandes homens e mulheres da Bíblia reagiram ao perceberem que estavam diante do Todo-Poderoso?

    • Reverência Exigida: Moisés, diante da sarça ardente, foi ordenado a tirar as sandálias, pois o lugar era terra santa (Êxodo 3:2-5). Josué, ao encontrar o capitão do exército do Senhor, prostrou-se em terra em sinal de adoração e obediência (Josué 5:14-15).

    • Temor e Silêncio: O Antigo Testamento enfatiza que Deus deve ser temido na assembleia dos santos (Salmo 89:7). "O Senhor está no seu santo templo; cale-se diante dele toda a terra" (Habacuque 2:20).

    • O Impacto no Novo Testamento: Até mesmo o apóstolo João, que era íntimo de Jesus, ao vê-Lo em Sua glória em Patmos, caiu aos Seus pés como morto (Apocalipse 1:17).

O que isso nos ensina hoje?

    1. Consciência: Quando nos reunimos para adorar, não estamos apenas em um evento social; estamos entrando na presença do Rei dos Reis.

    2. Atitude: Essa consciência deve gerar em nós uma atitude de profunda reverência, em contraste com a informalidade excessiva ou a distração.

    3. Aceitação: A forma como reagimos à presença de Deus — com o coração humilde e focado — determina se o nosso sacrifício de louvor é agradável ou vazio para Ele.

Este estudo bíblico explora a onipresença de Deus e a seriedade do nosso comportamento diante dAquele que tudo vê. Muitas vezes, tratamos a presença de Deus como algo abstrato, mas as Escrituras revelam que Ele é uma realidade constante e ativa em nossas vidas e, especialmente, em nossa adoração.  TEMA: ONDE PODEMOS ENCONTRAR DEUS? Introdução Deus está presente conosco. Este é um fato bíblico que, muitas vezes, não levamos a sério o suficiente. Como reagiríamos se víssemos a presença física de Deus manifesta em nossa adoração hoje? Provavelmente, nosso comportamento mudaria instantaneamente. No entanto, a Bíblia afirma que Ele está presente, mesmo que nossos olhos naturais não O vejam.  I. Deus está Presente em Tudo o que Fazemos A onipresença é um atributo exclusivo de Deus; Ele não está limitado pelo espaço geográfico.     • Não há Esconderijo: O salmista declara que não há lugar no universo para onde possamos fugir do Seu Espírito (Salmo 139:7). Seja no mais alto céu ou na profundeza do abismo, Ele está lá. Deus questiona através do profeta: "Pode alguém esconder-se em esconderijos, de modo que eu não o veja?" (Jeremias 23:23-24).     • Sempre Perto do Seu Povo: O Senhor não é uma divindade distante. Davi afirmava: "Tenho sempre o Senhor diante de mim" (Salmo 16:8). Ele está perto de todos os que O invocam em verdade (Salmo 145:18). Como Paulo ensinou em Atenas, Ele não está longe de cada um de nós (Atos 17:27).  II. Deus está Presente em Nossa Adoração Embora Deus esteja em todos os lugares, Ele manifesta Sua atenção de maneira especial quando Seu povo se reúne para adorá-Lo.     • Atenção às Nossas Ações: Salomão nos adverte a sermos cuidadosos ao entrar na casa de Deus. Devemos estar mais prontos para ouvir do que para falar precipitadamente (Eclesiastes 5:1-2). Ele presta atenção ao nosso íntimo. No céu, as orações dos santos sobem como incenso diante d'Ele (Apocalipse 8:3-4).     • A Promessa de Jesus: Jesus garantiu que, onde dois ou três estiverem reunidos em Seu nome, Ele estará ali, no meio deles (Mateus 18:20).     • Contexto de Assembleia: O contexto de Mateus 18:17 refere-se à vida da igreja e suas assembleias. Quando nos reunimos como corpo, Cristo é o convidado de honra e o anfitrião espiritual.  III. A Reação do Povo diante da Presença de Deus Como os grandes homens e mulheres da Bíblia reagiram ao perceberem que estavam diante do Todo-Poderoso?     • Reverência Exigida: Moisés, diante da sarça ardente, foi ordenado a tirar as sandálias, pois o lugar era terra santa (Êxodo 3:2-5). Josué, ao encontrar o capitão do exército do Senhor, prostrou-se em terra em sinal de adoração e obediência (Josué 5:14-15).     • Temor e Silêncio: O Antigo Testamento enfatiza que Deus deve ser temido na assembleia dos santos (Salmo 89:7). "O Senhor está no seu santo templo; cale-se diante dele toda a terra" (Habacuque 2:20).     • O Impacto no Novo Testamento: Até mesmo o apóstolo João, que era íntimo de Jesus, ao vê-Lo em Sua glória em Patmos, caiu aos Seus pés como morto (Apocalipse 1:17). O que isso nos ensina hoje?     1. Consciência: Quando nos reunimos para adorar, não estamos apenas em um evento social; estamos entrando na presença do Rei dos Reis.     2. Atitude: Essa consciência deve gerar em nós uma atitude de profunda reverência, em contraste com a informalidade excessiva ou a distração.     3. Aceitação: A forma como reagimos à presença de Deus — com o coração humilde e focado — determina se o nosso sacrifício de louvor é agradável ou vazio para Ele.  Conclusão Podemos encontrar Deus em todos os lugares, mas Ele se revela de forma poderosa no coração daquele que O busca com reverência. A adoração não é sobre como nós nos sentimos, mas sobre reconhecer Quem está no meio de nós. Que possamos, a partir de hoje, "tirar as sandálias" do nosso coração toda vez que nos aproximarmos do Senhor, reconhecendo Sua santidade e glória.

Veja também

  1. Como ter Saúde Mental Cristã
  2. Por que Devemos Fazer a Coisa Certa, Não Importa o que Aconteça?
  3. Como ter uma Conduta Irrepreensível diante de Deus e dos Homens?

Conclusão

Podemos encontrar Deus em todos os lugares, mas Ele se revela de forma poderosa no coração daquele que O busca com reverência. A adoração não é sobre como nós nos sentimos, mas sobre reconhecer Quem está no meio de nós. Que possamos, a partir de hoje, "tirar as sandálias" do nosso coração toda vez que nos aproximarmos do Senhor, reconhecendo Sua santidade e glória.


Como ter uma Boa Saúde Mental na Vida Cristã

 COMO TER SAÚDE MENTAL CRISTÃ

Texto Base: Romanos 12:1–2

INTRODUÇÃO

A mente é o centro de comando da existência humana. A ciência avançou a ponto de substituir corações, rins e fígados, mas a mente permanece como a essência insubstituível da nossa identidade. Quando a mente adoece profundamente, a percepção da realidade se altera, as emoções se desregulam e a vida espiritual parece murchar.

A Bíblia, muito antes da psicologia moderna, já tratava a mente como o campo de batalha principal do ser humano. No Novo Testamento, a palavra grega metanoia (arrependimento) significa literalmente "mudança de mente". A saúde mental, sob a perspectiva cristã, não é apenas a ausência de transtornos, mas a presença de uma harmonia espiritual que nasce da conexão com o Criador.


I. A MENTE CRISTÃ É UMA MENTE RENOVADA (Rm 12:1–2)

A. Renovação para Transformação

Paulo nos exorta: "Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente". A palavra "transformar" é metamorphoo, a mesma raiz de metamorfose. A saúde mental começa quando paramos de tentar nos "ajustar" ao sistema de pensamento ansioso e caótico deste mundo e permitimos que o Espírito Santo instale um novo "sistema operacional" em nós.

B. O Novo Nascimento

Essa renovação não é uma simples reforma moral ou pensamento positivo; é um evento espiritual. Jesus disse a Nicodemos que era necessário "nascer de novo" (João 3:3-4).

    • Ilustração: Imagine uma esponja mergulhada em tinta preta (os padrões deste mundo). Para limpá-la, não basta espremer; é preciso mergulhá-la em água limpa e corrente até que toda a sujeira seja substituída. A Palavra de Deus é essa água que lava os nossos processos mentais (Efésios 4:22-24).

Aplicação: A saúde mental cristã começa quando reconhecemos que nossa mente natural está desgastada pelo pecado e precisa da regeneração divina.


II. A MENTE CRISTÃ DEVE SER PURA

A. A Disciplina dos Pensamentos

A saúde mental é afetada pelo que "ingerimos" mentalmente. Em Filipenses 4:8, a Bíblia estabelece um filtro de segurança para a nossa mente: o que é verdadeiro, nobre, justo, puro, amável e de boa fama.

    • Mateus 5:8: "Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus". A pureza traz clareza de visão; a impureza traz "névoa" mental.

B. O Contraste de Tito 1:15

Paulo escreve que "para os puros, todas as coisas são puras; mas para os contaminados... tanto a mente como a consciência estão contaminadas". Uma mente poluída por pornografia, maledicência ou amargura torna-se um terreno fértil para a depressão e a ansiedade.

Aplicação: Pensamentos impuros geram confusão emocional. Santidade produz equilíbrio.


III. A MENTE CRISTÃ DEVE SER HUMILDE

A. A Mente de Cristo

Em Filipenses 2:3-8, a humildade é descrita como a "mente de Cristo". Jesus, sendo Deus, não se apegou aos Seus privilégios. Muitas doenças mentais modernas, como o narcisismo e o esgotamento (burnout), nascem de uma autoimagem inflada ou de uma pressão insuportável para sermos "deuses" de nossas próprias vidas.

B. O Pensar Equilibrado

Romanos 12:3 nos ordena a não pensar de nós mesmos além do que convém, mas a pensar com moderação. A humildade regula nossos relacionamentos:

    1. Diante de Deus: Tira o peso de querermos controlar o futuro (Tiago 4:10).

    2. Diante dos homens: Alivia o estresse da comparação e da competição (1 Pedro 5:5-6).

Aplicação: O orgulho adoece a mente com a ansiedade da autossuficiência; a humildade traz o descanso prometido por Jesus em Mateus 11:29.


IV. A MENTE CRISTÃ É UMA MENTE PRONTA

A. Prontidão para a Verdade

A saúde mental depende da nossa capacidade de processar a verdade. Os bereanos (Atos 17:11) foram chamados de nobres porque tinham uma "mente pronta" para receber a Palavra. Uma mente fechada, rígida ou defensiva é uma mente estagnada.

B. Prontidão para Obedecer

A resistência em fazer a vontade de Deus cria um conflito interno profundo. A "boa vontade" e a "prontidão no serviço" (2 Coríntios 8:12, 19) eliminam a procrastinação espiritual, que é uma das grandes fontes de angústia mental.

Aplicação: Uma mente ensinável permanece saudável porque está em constante crescimento e movimento.


V. A MENTE CRISTÃ É UMA MENTE CONVICTA

A. Contra a Mente Dividida

O apóstolo Tiago alerta que o homem de "mente dividida" (ou ânimo dobre) é instável em todos os seus caminhos (Tiago 1:8). A duplicidade — tentar viver com um pé no Reino e outro no mundo — é uma receita para o colapso nervoso e espiritual.

B. A Estabilidade da Convicção

Saúde mental exige um fundamento sólido. Quando estamos convictos de que "nada pode nos separar do amor de Deus" (Romanos 8:38-39), nossa mente encontra um porto seguro.

    • Paulo, em uma prisão fria, podia dizer: "Eu sei em quem tenho crido" (2 Timóteo 1:12). Isso não é otimismo; é convicção teológica.

Aplicação: A fé firme gera estabilidade emocional. Quando você sabe quem Deus é e quem você é nEle, as circunstâncias perdem o poder de desequilibrar sua alma.

Como ter Saúde Mental Cristã

Veja também

  1. Por que Devemos Fazer a Coisa Certa, Não Importa o que Aconteça?
  2. Como ter uma Conduta Irrepreensível diante de Deus e dos Homens?
  3. O que Deus quer de Você? Miquéias 6:6–8

CONCLUSÃO

A verdadeira saúde mental cristã não é apenas a ausência de dor ou luta, mas a presença de uma mente renovada pelo Espírito, pura em suas intenções, humilde em sua autoavaliação, pronta para a vontade de Deus e convicta de Sua fidelidade.

Se você se sente mentalmente exausto, o convite de Cristo hoje é: "Vinde a mim... e eu vos aliviarei". Deixe que a Palavra de Deus filtre seus pensamentos e que o Espírito Santo cure suas memórias e acalme sua ansiedade.


Por que Devemos Fazer a Coisa Certa, Não Importa o que Aconteça?

FAÇA A COISA CERTA, NÃO IMPORTA O QUE ACONTEÇA

Texto Base: Princípios Bíblicos Diversos

INTRODUÇÃO

Se perguntarmos hoje: “Você deseja fazer o que é certo?”, a resposta quase unânime seria um "sim" entusiasmado. No entanto, o verdadeiro teste do caráter não está na intenção, mas na execução — especialmente quando o "certo" nos custa caro.

A Bíblia não é um livro sobre pessoas que encontraram o caminho mais fácil, mas sobre homens e mulheres que descobriram que o caminho de Deus, embora muitas vezes estreito e íngreme, é o único que conduz à vida. Fazer o que é certo nem sempre é popular, nem sempre é vantajoso financeiramente e nem sempre é seguro, mas é sempre o que agrada ao Senhor. Hoje, vamos analisar as quatro esferas onde nossa integridade é testada.


I. FAÇA O QUE É CERTO MESMO QUANDO TODOS ESTÃO FAZENDO O ERRADO

A. A coragem de ser exceção

Muitas vezes, a pressão do grupo é a força que mais nos afasta da vontade de Deus. Mas a Bíblia nos dá exemplos de "minorias de um":

    • Noé: Em uma geração onde cada pensamento do homem era continuamente mau, Noé "andava com Deus". Ele não esperou a aprovação da sociedade para construir a arca (1 Pedro 3:20).

    • Os três jovens hebreus: No campo de Dura, milhares de pessoas se prostraram diante da estátua de Nabucodonosor. Apenas três permaneceram em pé. Eles não precisavam de uma multidão para validar sua fé (Daniel 3).

B. O perigo da "democracia do erro"

Êxodo 23:2 é taxativo: "Não seguirás a multidão para fazeres o mal". Jesus reforçou que a porta larga e o caminho espaçoso são os preferidos da maioria, mas levam à perdição (Mateus 7:13-14).

Aplicação: Fazer o certo pode tornar você uma minoria solitária, mas lembre-se: ser minoria com Deus é estar do lado da vitória eterna.


II. FAÇA O QUE É CERTO MESMO QUANDO O PECADO OFERECE VANTAGEM MATERIAL

A. O exemplo da renúncia consciente

Moisés é o maior exemplo de alguém que pesou as opções e escolheu a perda temporária em troca do ganho eterno. Ele recusou ser chamado "filho da filha de Faraó", preferindo o sofrimento com o povo de Deus ao "gozo passageiro do pecado" (Hebreus 11:24-26).

B. O contraste dos valores

Muitos fracassaram neste teste:

    • O Jovem Rico: Amou mais o seu patrimônio do que o seu Salvador (Mateus 19:22).

    • Demas: Abandonou o ministério por "amar o presente século" (2 Timóteo 4:10). Por outro lado, os novos convertidos em Éfeso queimaram livros de magia caríssimos, provando que Cristo valia mais que qualquer conta bancária (Atos 19:19-20).

Aplicação: Nenhuma conta bancária cheia compensa uma consciência vazia e uma alma perdida.


III. FAÇA O QUE É CERTO MESMO QUANDO NINGUÉM ESTÁ VENDO

A. A prova do anonimato

A verdadeira integridade é medida pelo que fazemos quando não há plateia. José, na casa de Potifar, tinha a oportunidade perfeita para o pecado: estava longe da família, em anonimato e sob a insistência de uma mulher influente. Sua resposta foi: "Como cometeria eu este grande mal e pecaria contra Deus?" (Gênesis 39:9).

B. A ilusão do oculto

Acã achou que seu pecado estava enterrado sob sua tenda e que ninguém jamais saberia. Mas o pecado oculto é um veneno que adoece toda a comunidade (Josué 7). A Bíblia adverte: "Sabei que o vosso pecado vos há de achar" (Números 32:23).

Aplicação: Integridade é o que você é no escuro. Lembre-se que as cortinas cerradas para os homens são transparentes para Deus.


IV. FAÇA O QUE É CERTO MESMO QUANDO ISSO TRAZ PERSEGUIÇÃO

A. A fidelidade sob ameaça

Daniel sabia que o edito real o levaria à cova dos leões, mas ele não fechou suas janelas. Ele preferiu a fúria dos animais à fúria de uma consciência pesada. Da mesma forma, Paulo, mesmo acorrentado, declarou: "Não me envergonho, porque sei em quem tenho crido" (2 Timóteo 1:12).

B. A promessa do conflito

Não se iluda: a vida piedosa gera resistência. 2 Timóteo 3:12 diz que todos os que querem viver piamente em Cristo sofrerão perseguição. Contudo, Jesus chama de "bem-aventurados" os que sofrem por causa da justiça, pois deles é o Reino dos Céus (Mateus 5:10-12).

Aplicação: O mundo pode tirar sua liberdade, seu conforto ou até sua vida, mas nunca poderá tirar a coroa que Deus reservou para os fiéis.

Por que Devemos Fazer a Coisa Certa, Não Importa o que Aconteça?

Veja também

  1. Como ter uma Conduta Irrepreensível diante de Deus e dos Homens?
  2. O que Deus quer de Você? Miquéias 6:6–8
  3. Aprendendo com o Rei Asa o Caminho para a Vitória 2 Crônicas 14

CONCLUSÃO

Fazer o que é certo não é uma estratégia para ter uma vida livre de problemas; é uma declaração de que Deus é o Senhor de nossas vidas, acima da pressão social, do lucro financeiro, do prazer secreto ou da segurança pessoal.

Fazer o certo exige:

    1. Independência da multidão.

    2. Desapego dos ídolos materiais.

    3. Temor ao Deus que tudo vê.

    4. Resiliência diante da perseguição.

Escolha hoje o caminho da retidão. Pode ser difícil no curto prazo, mas no tribunal da eternidade, será a única decisão que realmente importou.


 

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