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Pregação sobre o Carnaval: Escolhendo a Santidade Cristã

 "O Carnaval é uma Festa Profana: Escolhendo a Santidade Cristã"

O que é carnaval? 

A definição do carnaval é afetada pela dificuldade em separar a definição da descrição especialmente porque a descrição varia histórica e contextualmente. 

O Carnaval mudou através dos anos e tem componentes diferentes em lugares diferentes.  A abordagem observacional inclui identificar o que foram ingredientes consistentes ao longo dos anos. 

A palavra 'carnaval' vem de origem latina e significa “adeus à carne” !"festa da carne", uma palavra cunhada para refletir uma prática onde as pessoas eram encorajadas a entreter os desejos da carne, abandonar as restrições, ignorar a discrição e desrespeito aos limites como um último “viva” antes de uma temporada de abnegação e disciplina cristã. 

Relacionado em significado, está o termo Mardi Gras (francês para 'terça-feira gorda'), que era o nome francês para aquela última oportunidade de indulgência antes da Quarta-feira de Cinzas e da Quaresma. Alguns viram isso como uma espécie de purga, um tempo para se livrar do pecado.

Direcionaremos nossa atenção para uma reflexão sobre o Carnaval, uma festa que, muitas vezes, é marcada por gratificações carnais, indulgência excessiva e influências mundanas. 

À medida que consideramos as Escrituras, percebemos que a celebração do Carnaval pode ser incompatível com a chamada à santidade que recebemos como cristãos. Vamos explorar esses pontos e buscar entender como podemos honrar a Deus em nossas celebrações.

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I. O Foco nas Gratificações Carnais: Gálatas 5:19-21

O apóstolo Paulo nos adverte claramente sobre as obras da carne em Gálatas 5:19-21. O Carnaval, muitas vezes, se destaca pelo foco nas gratificações carnais, que incluem imoralidade, impureza, lascívia, idolatria e bebedices. Devemos questionar se nossas celebrações estão alinhadas com as Escrituras ou se estão mergulhadas em práticas que desagradam a Deus.


II. A Tentação à Indulgência Excessiva: 1 Coríntios 6:12

Paulo, em sua carta aos coríntios, destaca que, embora todas as coisas sejam lícitas, nem todas são proveitosas ou edificantes. O Carnaval, com sua ênfase na indulgência excessiva, pode nos levar a ultrapassar limites saudáveis. Devemos avaliar se estamos exercendo o domínio próprio em nossas celebrações ou caindo na armadilha da indulgência desenfreada.


III. A Incompatibilidade com a Santidade Cristã: 1 Pedro 1:16

A chamada à santidade é central na mensagem do Novo Testamento. O apóstolo Pedro, citando o Antigo Testamento, exorta-nos em 1 Pedro 1:16 a sermos santos, pois Deus é santo. O Carnaval, muitas vezes marcado por comportamentos contrários à santidade, nos desafia a considerar se nossas celebrações estão em conformidade com a santidade que Deus requer de Seu povo.


IV. O Cuidado com a Influência Mundana: Romanos 12:2

A influência do mundo pode moldar nossas celebrações de maneiras que comprometem nossa identidade cristã. Romanos 12:2 nos instrui a não nos conformarmos com o padrão deste mundo, mas a sermos transformados pela renovação de nossa mente. Precisamos ser conscientes da influência do Carnaval e buscar celebrações que reflitam valores cristãos.

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V. A Busca por Prazer Passageiro: Provérbios 14:13

O Provérbios 14:13 nos alerta sobre o prazer passageiro, indicando que, mesmo nas risadas, o coração pode estar triste. O Carnaval, com sua busca intensa por prazer imediato, pode deixar um vazio duradouro. Devemos avaliar se nossas celebrações estão proporcionando alegria genuína ou apenas prazer temporário.


VI. A Importância de Avaliar Nossas Escolhas: 1 Coríntios 10:23

Embora todas as coisas sejam lícitas, nem todas são edificantes. 1 Coríntios 10:23 destaca a importância de avaliarmos nossas escolhas à luz de seu impacto em nossa própria vida e na vida daqueles ao nosso redor. Nas celebrações do Carnaval, devemos questionar se nossas escolhas estão edificando e glorificando a Deus.


VII. A Necessidade de Discernimento Espiritual: 1 João 4:1

O apóstolo João nos lembra, em 1 João 4:1, da importância do discernimento espiritual. Devemos avaliar as influências por trás das celebrações do Carnaval e discernir se elas estão alinhadas com os princípios de Deus. A busca pelo discernimento espiritual nos ajuda a fazer escolhas que glorificam a Deus.


VIII. A Busca por Celebrações que Honrem a Deus: 1 Coríntios 10:31

O apóstolo Paulo encoraja-nos em 1 Coríntios 10:31 a fazer tudo para a glória de Deus. Isso inclui nossas celebrações. Se optarmos por celebrar, devemos fazê-lo de maneira que honre a Deus, seja edificante e reflita os valores do Reino. Que nossas celebrações sejam oportunidades para glorificar a Deus em tudo o que fazemos.

Pregação sobre o Carnaval: Escolhendo a Santidade Cristã

Leia também

  1. 5 maneiras de Fugir das Coisas Pecaminosas 
  2. 5 Maneiras de Como Vencer o Pecado
  3. Pecado começa no Coração e na Mente Mateus 15:19

Conclusão:

Devocional

Amados, ao considerarmos o Carnaval, lembramos a importância de avaliar nossas celebrações à luz das Escrituras. Que possamos buscar celebrações que promovam a santidade cristã, evitem indulgências excessivas e honrem a Deus em tudo. Que nossas escolhas reflitam a transformação que Deus opera em nossas vidas, e que possamos glorificá-Lo em todas as nossas celebrações.

O que a Tumba Vazia Significa?

 O Que a Tumba Vazia Significa

Texto Base: João 20:24-31

Introdução

O cristianismo não é meramente um código de ética ou uma filosofia de vida; é uma fé baseada em um fato histórico e sobrenatural: a ressurreição de Jesus Cristo. Como o apóstolo Paulo afirmou, se Cristo não ressuscitou, a nossa pregação é vã e a nossa fé é inútil (1 Coríntios 15:14). A tumba vazia é o alicerce sobre o qual a igreja se sustenta ou cai.

As Escrituras testificam repetidamente que Deus ressuscitou a Jesus, o Príncipe da Vida, dentre os mortos (Atos 3:15; Romanos 1:4; 6:4; 8:11; 1 Pedro 1:3). Por causa desse evento sem precedentes, o túmulo vazio não é apenas uma ausência de corpo, mas a presença de uma nova realidade. Hoje, examinaremos quatro bênçãos fundamentais que possuímos porque a tumba está vazia.


I. A Ressurreição nos Dá uma Fé Salvadora

Não existe fé que salva se a ressurreição for apenas um mito. A tumba vazia fornece a evidência necessária para uma convicção sólida.

    • Evidências Suficientes: Fé vem pelo ouvir a Palavra de Deus (Romanos 10:17), e a Palavra nos apresenta uma nuvem de testemunhas que viram o Cristo ressuscitado: os doze apóstolos, mais de quinhentos irmãos de uma vez e, por fim, o próprio Paulo (1 Coríntios 15:5-9).

    • Uma Certeza que Vale a Vida: Os primeiros cristãos não morreram por uma "ideia", mas por algo que viram e tocaram.

        1. Estêvão enfrentou o apedrejamento vendo a glória de Deus e Jesus à direita do Pai (Atos 7:54-60).

        2. Tiago aceitou a espada de Herodes (Atos 12:1-4).

        3. Priscila e Áquila arriscaram seus pescoços pelo Evangelho (Romanos 16:3-4).

        4. Paulo enfrentou sentenças de morte constantes, confiando n’Aquele que ressuscita os mortos (2 Coríntios 1:8-10). Ninguém morre deliberadamente por uma mentira que ele mesmo inventou.


II. A Ressurreição nos Dá Vitória Sobre o Pecado

O pecado é a praga da humanidade, separando-nos de Deus e trazendo vergonha às nações (Isaías 59:1-2; Provérbios 14:34). Se Jesus permanecesse morto, o pecado teria vencido.

    • A Insuficiência do Homem: Sozinho, o homem não tem esperança de vencer a culpa. O sangue de animais nunca poderia remover permanentemente a mancha do pecado (Hebreus 10:4).

    • O Cordeiro Vitorioso: Porque Jesus ressuscitou, sabemos que Seu sacrifício foi aceito pelo Pai. Ele é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (João 1:29). Ele é a nossa única via de salvação (Atos 4:12) e Seu sangue continua a nos purificar (1 João 1:7). Fomos comprados por um alto preço, o sangue precioso de Cristo, e agora pertencemos a Ele (1 Pedro 1:18-19; 1 Coríntios 6:18-20).


III. A Ressurreição nos Dá "Novidade de Vida"

A tumba vazia não apenas nos livra da morte eterna, mas transforma a nossa vida agora.

    • O Batismo e a Ressurreição: Quando somos batizados em Cristo, somos sepultados com Ele para que, assim como Ele ressuscitou, nós também caminhemos em "novidade de vida" (Romanos 6:3-4). O batismo é a nossa própria tumba vazia simbólica.

    • Novas Criaturas: O amor de Cristo nos constrange. Não vivemos mais para nós mesmos, mas para Aquele que por nós morreu e ressuscitou (2 Coríntios 5:14-17). Somos agora servos de um Rei vivo, o que muda nossas prioridades, nossa linguagem e nosso caráter.


IV. A Ressurreição nos Dá o Triunfo Sobre a Morte

Para o mundo, o cemitério é o ponto final. Para o cristão, é apenas uma sala de espera.

    • As Primícias dos que Dormem: Jesus é chamado de "o primogênito dos mortos" (Colossenses 1:18; Apocalipse 1:5). Sua ressurreição é a garantia e o modelo da nossa. Porque Ele vive, nós também viveremos.

    • O Fim da Agonia: Graças a Deus, que nos dá a vitória por meio de nosso Senhor Jesus Cristo (1 Coríntios 15:57). Não precisamos chorar como aqueles que não têm esperança, pois cremos que Deus trará com Jesus aqueles que n'Ele dormiram (1 Tessalonicenses 4:13-18). O túmulo perdeu o seu aguilhão.

O que a Tumba Vazia Significa?

Veja também

  1. Qual Caminho eu Devo Seguir? 
  2. Como Vencer o Mundo: João 16:31-33
  3. Por que Não Devemos Cansar de Fazer o Bem?

Conclusão

João termina seu relato dizendo que estes sinais foram escritos para que creiamos que Jesus é o Cristo e para que, crendo, tenhamos vida em Seu nome (João 20:31).

A tumba vazia é o maior monumento à bondade de Deus. Ela significa que a nossa fé é real, que nosso pecado foi pago, que nossa vida tem propósito e que a morte foi derrotada. Somos um povo extremamente abençoado porque servimos a um Salvador ressurreto.

Você já experimentou a "novidade de vida" que só a ressurreição de Cristo pode oferecer, ou ainda vive como se a tumba estivesse ocupada?


Qual Caminho eu Devo Seguir?

Existe Apenas Um Caminho

Texto Base: Mateus 7:13-14, 21-23

Introdução

Quem já dirigiu em uma grande cidade entende perfeitamente o conceito de uma rua de mão única. Se você entrar na contramão, não importa o quão sincero seja ou o quão bom motorista você se considere; você estará em perigo e violando a lei.

Espiritualmente falando, Deus sempre estabeleceu "vias" específicas para que o homem pudesse caminhar com segurança.

    • A Arca de Noé: Nos dias do dilúvio, havia apenas um meio de escape. Deus ordenou uma única porta na arca, e foi o próprio Senhor quem a fechou (Gênesis 7:16). Quem estava fora não pôde entrar, e quem estava dentro estava salvo.

    • O Êxodo: Ao sair do Egito, Deus não deu várias opções de rotas. Ele guiou o povo por um caminho específico para evitar a guerra e, mais tarde, abriu o Mar Vermelho para que passassem por um único caminho de liberdade (Êxodo 13:17-18; 14:21-22).

Hoje, o mundo nos diz que "todos os caminhos levam a Deus". Mas a Bíblia confronta essa ideia, afirmando que há apenas uma via que conduz à vida eterna.


I. Jesus: O Caminho Exclusivo

Muitas pessoas acham a mensagem cristã "estreita" ou "excludente". No entanto, a verdade, por natureza, exclui o erro. Jesus não se apresentou como uma das opções, mas como a única opção.

    • A Única Via: Jesus disse: "Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim" (João 14:6). Salomão já havia avisado: "Há caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos da morte" (Provérbios 14:12).

    • O Único Nome: Os apóstolos pregaram com ousadia que não há salvação em nenhum outro, pois abaixo do céu não existe outro nome dado entre os homens pelo qual devamos ser salvos (Atos 4:12).

    • O Único Mediador: Não precisamos de pontes humanas ou celestiais além de Cristo. Ele é o único mediador entre Deus e os homens (1 Timóteo 2:5). Ele entende nossas fraquezas (Hebreus 4:15) e é a propiciação pelos nossos pecados (1 João 2:2).

    • A Única Autoridade: Jesus detém todo o poder no céu e na terra (Mateus 28:18-20). Ele é a cabeça da Igreja e o soberano sobre toda a criação (Efésios 1:22-23; Colossenses 1:16-18).

    • A Única Porta: Jesus é a porta das ovelhas (João 10:7-9). Pedro reconheceu isso ao dizer: "Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna" (João 6:68). Chamar Jesus de "Senhor" e não fazer o que Ele diz é um esforço inútil (Lucas 6:46).


II. Os Passos Necessários para a Jornada Segura

Entrar no caminho estreito exige passos deliberados de obediência. A Bíblia traça um mapa claro de como alguém se torna um viajante rumo ao Céu:

    1. Ouvir a Palavra: A fé não nasce do vazio, mas de ouvir a mensagem de Deus (Romanos 10:17).

    2. Crer: É preciso crer que Jesus é o Cristo. Sem essa convicção, morreremos em nossos pecados (João 8:24).

    3. Arrepender-se: O arrependimento é uma mudança de mente que leva a uma mudança de direção. Deus deseja que todos cheguem a esse ponto (2 Pedro 3:9).

    4. Confessar: Como o eunuco etíope, devemos confessar publicamente nossa fé na divindade de Jesus (Atos 8:37; Romanos 10:9-10).

    5. Ser Batizado: Para entrar no caminho, o pecado deve ser removido. O batismo é para a remissão dos pecados (Atos 2:38). É o momento em que somos revestidos de Cristo.

    6. Viver Fielmente: A jornada não termina no batismo; ela começa ali. Devemos combater o bom combate e guardar a fé até o fim para recebermos a coroa da justiça (2 Timóteo 4:6-8).

Qual Caminho eu Devo Seguir?

Veja Também

  1. Como Vencer o Mundo: João 16:31-33
  2. Por que Não Devemos Cansar de Fazer o Bem?
  3. O Que Aprendemos com o Pecado de Moisés?

Conclusão

Jesus nos adverte que muitos tentarão entrar no Reino baseados em suas próprias obras ou religiosidade sincera, mas ouvirão as palavras mais terríveis: "Apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade" (Mateus 7:23). Por quê? Porque tentaram chegar ao Céu por um atalho ou por um caminho próprio.

Nunca tente chegar ao Céu de outra maneira que não seja a de Deus. Qualquer tentativa de "alargar" o caminho estreito ou de criar novas portas levará a um beco sem saída espiritual. Deus proveu o caminho, pagou o preço e nos deu o mapa.

Em qual caminho você está viajando hoje? No caminho largo da conveniência e da opinião humana, ou no caminho estreito da autoridade de Cristo?


Como Vencer o Mundo: João 16:31-33

Como Vencer o Mundo: A Vitória que Vem de Cristo

Texto Base: João 16:31-33

Introdução

Um estudo cuidadoso da vida de Jesus revela não apenas o Seu poder, mas o quanto Ele Se importava profundamente com as pessoas. Ao se aproximar da cruz, a maior preocupação de Jesus não era com a Sua própria dor, mas com o estado espiritual de Seus seguidores.

Jesus sabia que Seus discípulos enfrentariam obstáculos monumentais, perseguições e crises de fé. No entanto, Ele nunca os abandonou. No auge da tensão, Ele profere as palavras que têm sustentado a Igreja por dois milênios: "No mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo; eu venci o mundo" (Jo 16:33). Hoje, aprenderemos como o cristão pode, em Cristo, superar as pressões deste século e caminhar em vitória.


I. Jesus Dá aos Seus Discípulos a Certeza da Paz

A primeira ferramenta para vencer o mundo não é uma força externa, mas uma paz interna que o mundo não consegue compreender ou fabricar.

A. A Promessa do Consolador

Jesus garantiu que Seus discípulos não seriam deixados órfãos. Ele prometeu o Espírito Santo (João 16:5-15).

    • Guia na Verdade: O Espírito guiaria os apóstolos em toda a verdade (Jo 16:13). Hoje, temos a Palavra revelada que nos dá tudo o que pertence à vida e à piedade (2 Pedro 1:3).

    • Convencer o Mundo: O Espírito Santo agiria através da pregação para convencer o mundo do pecado, da justiça e do juízo.

B. Transformando Tristeza em Alegria

Jesus explicou que a dor da separação seria temporária, como as dores de parto que dão lugar à alegria do nascimento (João 16:16-24).

    • Uma Paz Insuperável: A paz de Cristo é diferente da "paz" do mundo (João 14:27). É uma paz que nos permite viver com integridade mesmo sob ameaça (Filipenses 1:24-27) e ter confiança mesmo diante da morte (2 Coríntios 5:7-8), pois sabemos que fomos abençoados com toda sorte de bênçãos espirituais (Efésios 1:3).

    • O Contraste com o Mundo: A "paz" e o "prazer" que o mundo oferece são passageiros e, muitas vezes, fundamentados no pecado (Hebreus 11:25). O prazer mundano é uma armadilha que leva à morte, enquanto a provação suportada leva à coroa da vida (Tiago 1:12-15).


II. Jesus Adverte sobre as Aflições no Caminho

Vencer o mundo exige realismo. Jesus nunca prometeu uma jornada sem dores; Ele prometeu uma vitória final apesar delas.

    • A Perseguição Religiosa: Jesus avisou que os discípulos seriam expulsos das sinagogas e que muitos os matariam achando que, com isso, prestavam serviço a Deus (João 16:1-4). O ódio do mundo contra o cristão é, na verdade, um ódio contra o Cristo que vive nele (João 15:18-20).

    • A Coragem dos Primeiros Cristãos: Essas advertências não intimidaram a igreja primitiva. Pelo contrário, quando foram proibidos de pregar, eles oraram por ousadia (Atos 4:23ss). Quando foram açoitados, saíram regozijando-se por terem sido considerados dignos de sofrer pelo Nome (Atos 5:40-42). Mesmo na prisão, Pedro podia dormir em paz, pois o Senhor estava com ele (Atos 12:6-7).


III. Jesus Assegura a Vitória Final!

Vencemos o mundo não por nossa própria capacidade, mas por estarmos unidos Àquele que já o derrotou.

    • O Fato da Ressurreição: O fundamento da nossa vitória é que Jesus morreu, foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia (1 Coríntios 15:1-4). Ele venceu o último inimigo: a morte. Se a morte não pôde detê-Lo, o sistema do mundo também não pode.

    • A Nossa Fé como Vitória: João escreve: "Porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé" (1 João 5:4-5). Essa fé não é um pensamento positivo, mas a confiança na justiça de Deus e na obra de Cristo, assim como Abraão creu contra a esperança (Romanos 4:20-25).

Como Vencer o Mundo: João 16:31-33

Veja também

  1. Por que Não Devemos Cansar de Fazer o Bem?
  2. O Que Aprendemos com o Pecado de Moisés?
  3. Por que Devemos Perdoar os Outros?

Conclusão

Seguir a Cristo pode trazer dificuldades temporárias e desafios sociais, mas não temos o que temer. Em Cristo, temos:

    1. Paz Espiritual para enfrentar o caos.

    2. Advertência Prévia para não sermos surpreendidos pela dor.

    3. Garantia de Vitória porque o nosso Capitão já conquistou o campo de batalha.

A fidelidade a Deus nos garante uma paz que as circunstâncias não podem roubar. Se você está em Cristo, você não está lutando pela vitória, mas a partir de uma vitória já conquistada.

Você tem buscado a sua paz nas circunstâncias favoráveis do mundo ou na vitória eterna de Jesus Cristo?


Por que Não Devemos Cansar de Fazer o Bem?

 Por que Não Devemos Cansar de Fazer o Bem?

Texto Base: 2 Tessalonicenses 3:6-18

Introdução

A igreja em Tessalônica, embora vibrante, enfrentava desafios práticos. Entre eles, um problema peculiar: alguns membros, entusiasmados com a vinda do Senhor ou simplesmente por preguiça, pararam de trabalhar e de fazer o bem. Tornaram-se "intrometidos", ocupando-se apenas em observar a vida alheia enquanto negligenciavam suas próprias responsabilidades.

Paulo intervém com firmeza, estabelecendo o padrão da disciplina cristã, mas também encorajando os fiéis a não perderem o ritmo. No versículo 13, ele deixa o imperativo: "E vós, irmãos, não vos canseis de fazer o bem". Vivemos em um mundo que desestimula a bondade e premia o egoísmo, por isso precisamos nos perguntar: por que devemos perseverar no bem para sempre? A resposta reside em três pilares: há uma grande recompensa, uma grande necessidade e um grande exemplo.


I. Há uma Grande Recompensa

Muitas vezes, o cansaço no "fazer o bem" surge quando sentimos que nossos esforços não são vistos ou valorizados. No entanto, o Reino de Deus opera sob uma lógica diferente.

    • A Recompensa Imediata: Fazer o bem traz uma alegria intrínseca. Jesus disse que é "mais bem-aventurado dar do que receber" (Atos 20:35). Quando vivemos os preceitos de Cristo, construímos nossa casa sobre a rocha e desfrutamos da estabilidade que o mundo não conhece (Mateus 7:24-25). Há uma recompensa no próprio ato de servir (1 Coríntios 9:18; João 13:17).

    • A Recompensa Eterna: Deus não é injusto para se esquecer do vosso trabalho. Paulo nos garante: "E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não houvermos desfalecido" (Gálatas 6:9). Receberemos a recompensa da herança (Colossenses 3:24). Jesus virá e Seu galardão está com Ele para dar a cada um segundo a sua obra (Apocalipse 22:12; Mateus 5:12).


II. Há uma Grande Necessidade

Vivemos em um campo de batalha espiritual onde a inércia do bem é o combustível do mal.

    • O Perigo da Omissão: O filósofo Edmund Burke afirmou corretamente: "Tudo o que é necessário para que as forças do mal vençam no mundo é que homens bons não façam nada". O silêncio dos bons é o grito dos maus. Pedro entendeu que o "fazer o bem" é a ferramenta que Deus usa para emudecer a ignorância dos insensatos (1 Pedro 2:15).

    • Suprindo as Carentes: O mundo está ferido e sedento de compaixão. Somos chamados a fazer o bem sem esperar nada em troca (Luke 6:35). O sacrifício que agrada a Deus é a beneficência e a comunicação (Hebreus 13:16). Não devemos ser vencidos pelo mal, mas vencer o mal com o bem (Romanos 12:21; 1 Pedro 3:8-9).


III. Há um Grande Exemplo

O cristão não caminha no escuro; ele segue as pegadas de heróis da fé e, principalmente, do Mestre.

    • Exemplos de Dedicação: Lembremos de Dorcas (Tabita), uma mulher "abundante em boas obras e esmolas que fazia" (Atos 9:36). Seu impacto foi tão grande que sua morte paralisou a comunidade em luto. Pense na mulher que ungiu Jesus com perfume caro; ela fez o que pôde e seu gesto é lembrado em todo o mundo até hoje (Marcos 14:8-9).

    • A Glória de Deus: O objetivo final de nossas boas obras não é o nosso louvor, mas a glória do Pai. "Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus" (Mateus 5:16). Fomos criados em Cristo Jesus para as boas obras (Efésios 2:10). Fomos comprados por preço, por isso devemos glorificar a Deus no nosso corpo e no nosso espírito (1 Coríntios 6:20; Salmo 86:12).

Por que Não Devemos Cansar de Fazer o Bem?

Veja também

  1. O Que Aprendemos com o Pecado de Moisés?
  2. Por que Devemos Perdoar os Outros?
  3. Como Ajudar a Congregação Local Colossenses 3:12-17

Conclusão

Cansar-se é humano, mas perseverar é divino. O desânimo pode bater à porta quando a ingratidão dos outros parece maior que a nossa disposição em servir, mas lembre-se: o seu trabalho não é para os homens, é para o Senhor.

Devemos ser diligentes em nossa busca pelo bem. A recompensa é eterna, a necessidade do mundo é urgente e os exemplos que nos precedem são inspiradores. Não permita que o cinismo do mundo apague a chama do seu serviço.

Existe alguma área em sua vida onde você parou de fazer o bem por cansaço ou desilusão? Que tal pedir a Deus hoje forças renovadas para retomar sua missão?


O Que Aprendemos com o Pecado de Moisés?

O Que Aprendemos com o Pecado de Moisés?

Texto Base: 1 Coríntios 10:1-5

Introdução

Imagine a pessoa mais gentil, mansa e cuidadosa que você já conheceu. Mesmo essa pessoa, aos olhos de Deus, é alguém que carece de Sua graça, pois a Bíblia afirma que "todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus" (Romanos 3:23). Ninguém, com exceção de Jesus Cristo, atingiu a idade da responsabilidade e passou por esta vida sem pecado (Hebreus 4:15).

Moisés é um dos personagens mais admirados da história sagrada. Ele foi o grande libertador, o legislador e o homem que falava com Deus face a face. No entanto, Moisés também teve que lidar com a realidade do pecado. A falha de Moisés não anula sua grandeza, mas serve como um alerta solene para todos nós. Como Paulo escreveu em 1 Coríntios 10:1-5, as experiências de Israel no deserto foram registradas para nosso ensino. O que podemos aprender com o erro deste gigante da fé?


I. A Pressão das Pessoas e a Nossa Reação

Um dos maiores desafios da vida cristã é manter a santidade quando somos provocados por aqueles ao nosso redor.

    • O Conflito de Moisés: Em Números 20:1-6, vemos um Moisés exausto. O povo estava murmurando novamente por falta de água. A pressão era imensa, e a frustração de Moisés com a rebeldia de Israel atingiu o ponto de ebulição.

    • O Perigo do Mundo ao Redor: Em nossas vidas, frequentemente são as pessoas do mundo que nos causam desespero, luto e irritação. No entanto, nossa missão é não nos conformarmos com este mundo (Romanos 12:1-2). Somos chamados para ser sal e luz (Mateus 5:13-16), brilhando como luminares em meio a uma geração corrompida (Filipenses 2:15).

    • Oposição Religiosa: Às vezes, a irritação vem daqueles que possuem crenças diferentes ou que distorcem a verdade, como Paulo enfrentou em suas viagens (Atos 17:1-11). O pecado de Moisés nos ensina que não podemos usar a má conduta dos outros como desculpa para a nossa própria desobediência.


II. A Importância da Obediência Precisa

Muitas vezes achamos que Deus se importa apenas com o "resultado final", mas o pecado de Moisés nos mostra que Deus Se importa com o processo e com a atitude.

    • A Simplicidade do Comando: Deus deu ordens claras: Moisés deveria tomar o cajado, reunir o povo e falar à rocha (Números 20:7-8). Anteriormente, em uma ocasião parecida, Deus ordenara ferir a rocha (Êxodo 17:1-7), mas desta vez a instrução era diferente. Os mandamentos de Deus não são penosos quando estamos dispostos a nos submeter (1 João 5:3).

    • O Erro de Moisés: Em um momento de ira, Moisés chamou o povo de "rebelde" e feriu a rocha duas vezes, em vez de apenas falar. Ele agiu como se o poder viesse dele e de Arão, e não de Deus.

    • O Custo da Desobediência: Deus disse que Moisés não "santificou" o Seu nome diante dos filhos de Israel. Por causa disso, ele foi impedido de entrar na Terra Prometida de Canaã (Deuteronômio 3:23-29). Deus leva a sério a forma como O representamos perante os outros.

    • Nossa Recompensa: Assim como houve consequências para Moisés, há promessas para nós. Se seguirmos Seus mandamentos — como o de crer e ser batizado (Marcos 16:16) e ser fiel até a morte (Apocalipse 2:10) — teremos uma recompensa gloriosa guardada no céu (Colossenses 3:1-4).


III. Nenhuma Falha é Insignificante

A história de Moisés nos ensina que, aos olhos de um Deus santíssimo, não existe "pecado pequeno".

    • A Terra Prometida Superior: Canaã era apenas uma sombra. Uma pátria muito maior e melhor aguarda o povo de Deus, uma cidade cujo arquiteto e edificador é o próprio Deus (Hebreus 11:9-10, 16).

    • A Santidade de Deus: Moisés perdeu o direito de entrar em Canaã por causa de um momento de ira e uma ação impensada. Isso nos mostra que devemos tratar as ordens de Deus com o máximo de reverência. Nada e ninguém deve ser motivo para perdermos o Céu (João 14:1-3, 6). Se o pecado impediu Moisés de entrar em uma terra terrena, quanto mais o pecado não arrependido nos impedirá de entrar na Canaã celestial?

O Que Aprendemos com o Pecado de Moisés?

Veja Também

  1. Por que Devemos Perdoar os Outros?
  2. Como Ajudar a Congregação Local Colossenses 3:12-17
  3. Como Conhecer O Amor Perfeito

Conclusão

Moisés foi um grande homem, mas o seu erro permanece como uma placa de advertência na estrada da fé. Ele nos ensina que:

    1. Nossas emoções e frustrações com os outros não justificam a desobediência.

    2. Devemos obedecer a Deus exatamente como Ele ordenou, sem "ferir a rocha" quando Ele manda apenas "falar".

    3. Devemos dar toda a glória a Deus em tudo o que fazemos.

Que possamos aprender com a falha de Moisés para que não caiamos no mesmo exemplo de desobediência. O Céu vale qualquer sacrifício de autocontrole e qualquer esforço de submissão.

Existe algo hoje em sua vida — talvez uma mágoa, um hábito ou um momento de ira — que está impedindo você de santificar o nome de Deus diante das pessoas?


Por que Devemos Perdoar os Outros?

O Mandamento: Perdoar como Fomos Perdoados

Texto Base: Colossenses 3:12-15

Introdução

Ao nos tornarmos cristãos, recebemos o maior presente que a humanidade poderia desejar: a reconciliação com o Criador. No entanto, essa nova vida em Cristo não traz apenas privilégios, mas também responsabilidades éticas e espirituais profundas. Uma das mais desafiadoras e, ao mesmo tempo, essenciais, é a responsabilidade de perdoar os outros.

O perdão não é uma sugestão para o cristão; é um mandamento. O apóstolo Paulo nos exorta a nos revestirmos de compaixão e suportarmos uns aos outros. Se a nossa vida foi lavada pelo sangue de Jesus, o perdão deve ser o ar que respiramos. Hoje, examinaremos por que o perdão é a base da nossa fé e quais as consequências de retê-lo.


I. O Fundamento: A Bênção de Ser Perdoado

Antes de olharmos para quem nos ofendeu, devemos olhar para Aquele que nós ofendemos. A capacidade de perdoar nasce da compreensão da magnitude do perdão que recebemos.

    • Reconciliação Total: Em Cristo, somos uma nova criatura. Deus não está mais contando nossas transgressões contra nós, mas nos reconciliou consigo mesmo através do sacrifício de Jesus (2 Coríntios 5:17-21).

    • Salvação pela Graça: Fomos salvos da ira de Deus através do sangue de Cristo, quando ainda éramos inimigos (Romanos 5:8-9). O perdão foi a nossa porta de entrada para a vida.

    • Redenção Constante: Temos a redenção, a remissão dos pecados, segundo as riquezas da Sua graça (Efésios 1:7). E, como filhos, se andarmos na luz e confessarmos nossos erros, Ele é fiel e justo para nos perdoar e nos purificar de toda injustiça (1 João 1:7-9).


II. O Imperativo: Perdoar os Outros

Porque fomos perdoados, o perdão deve transbordar de nós para o próximo. Colossenses 3:13 estabelece o padrão: "Assim como o Senhor vos perdoou, assim também fazei vós".

    • Entre os Irmãos: Devemos ser bondosos e compassivos, perdoando uns aos outros como Deus em Cristo nos perdoou (Efésios 4:32). A igreja é um hospital de pecadores perdoados, não um tribunal de santos perfeitos.

    • Para com o Mundo: Nossa disposição para perdoar deve se estender até mesmo aos que não conhecem a Deus. Jesus ensinou que, ao orar, devemos perdoar qualquer coisa que tenhamos contra alguém (Marcos 11:25).

    • A Medida da Misericórdia: O perdão não tem limites matemáticos. Pedro perguntou se deveria perdoar até sete vezes, mas Jesus respondeu: "setenta vezes sete" (Mateus 18:21-22). Devemos perdoar o irmão penitente sempre que ele se arrepender (Lucas 17:3-4).

    • Restauração Prática: Vemos o exemplo da disciplina em Corinto. Um homem pecou severamente (1 Coríntios 5), mas, ao se arrepender, Paulo instruiu a igreja a perdoá-lo e consolá-lo, para que ele não fosse consumido por excessiva tristeza (2 Coríntios 2:1-11).

    • O Exemplo Supremo: Jesus perdoou os que O levaram à cruz (Lucas 23:42-43) e demonstrou que o perdão é a prioridade do Seu ministério (Marcos 2:1-11; João 8:1-12).


III. As Consequências Perigosas da Falta de Perdão

Reter o perdão é como beber veneno esperando que o outro morra. É uma barreira espiritual mortal.

    1. Bloqueio do Perdão Divino: Jesus foi contundente: "Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai vos não perdoará as vossas ofensas" (Mateus 6:14-15). Quem não perdoa fecha a porta por onde o perdão de Deus entraria em sua própria vida.

    2. Obstáculo à Salvação Alheia: Quando não perdoamos, podemos impedir que uma alma se acerte com Deus. Somos chamados para restaurar o caído com espírito de mansidão (Gálatas 6:1) e converter o pecador do seu erro, salvando uma alma da morte (Tiago 5:19-20; Judas 23). O nosso rancor pode ser o muro que impede alguém de ver o amor de Cristo.

Por que Devemos Perdoar os Outros?

Veja também

  1. Como Ajudar a Congregação Local Colossenses 3:12-17
  2. Como Conhecer O Amor Perfeito
  3. Como Refutar Falsas Acusações Contra a Igreja

Conclusão

O perdão é a maior evidência de que Cristo realmente vive em nós. É uma bênção tremenda ser perdoado, mas é uma bênção ainda maior ser um canal desse perdão para um mundo ferido.

Não permita que a amargura crie raízes em seu coração. Esforce-se para perdoar, não porque a ofensa foi pequena, mas porque o seu Deus é grande. Permita que outros experimentem a liberdade do perdão através da sua atitude.

Existe alguém hoje que você precisa libertar através do seu perdão, para que você mesmo possa caminhar em plena liberdade com Deus?


Como Ajudar a Congregação Local Colossenses 3:12-17

Como Ajudar a Congregação Local

Texto Base: Colossenses 3:12-17

Introdução

Tornar-se um cristão é a decisão mais maravilhosa que um ser humano pode tomar. No entanto, muitos novos convertidos — e até alguns veteranos na fé — não compreendem plenamente as responsabilidades que acompanham essa nova vida. A igreja não é um clube social onde somos meros espectadores; é um corpo vivo onde cada membro tem uma função vital.

Para que uma congregação local da igreja de Cristo seja forte e saudável, cada cristão deve assumir o compromisso de ajudar. Isso envolve a prática pessoal de preceitos bíblicos, a participação pública com os irmãos e a perseverança contínua, independentemente das circunstâncias. Como Paulo nos exorta no texto base, devemos nos revestir de misericórdia, humildade e, acima de tudo, amor.


I. O Cristão Deve Praticar Pessoalmente os Preceitos Bíblicos

A saúde de uma igreja local depende da saúde espiritual de cada indivíduo que a compõe. Ninguém pode crescer ou ser fiel por você; a responsabilidade diante de Deus é individual.

    • Vida de Oração: Uma congregação forte é composta por pessoas que oram. Você tem buscado a Deus em oração constante (1 Tessalonicenses 5:17), apresentando seus pedidos com gratidão (Filipenses 4:6)?

    • Estudo da Palavra: O cristão que não estuda a Bíblia é facilmente enganado. Devemos nos alimentar da Palavra (Mateus 4:4) e nos esforçar para manejá-la bem (2 Timóteo 2:15).

    • Serviço aos Necessitados: A religião pura exige que visitemos os órfãos e as viúvas em suas tribulações (Tiago 1:27). Uma igreja que ajuda a sua comunidade é uma igreja que brilha.

    • Pureza Pessoal: Ajudamos a igreja quando cuidamos da nossa própria santidade, evitando palavras torpes (Efésios 4:29) e vivendo com sinceridade e simplicidade diante de Deus (2 Coríntios 1:12).


II. O Cristão Deve Participar Publicamente com a Congregação

Não somos chamados para ser cristãos isolados. A vida cristã é uma vida de comunhão. Quando nos ausentamos ou nos omitimos, a igreja local sofre a perda.

    • A Importância da Assembleia: Quando recusamos nos reunir com os santos, enfraquecemos o corpo. Os primeiros cristãos perseveravam na doutrina e na comunhão (Atos 2:42, 44). Por isso, não devemos abandonar nossas reuniões, como é costume de alguns (Hebreus 10:25).

    • Adoração Coletiva: O cântico congregacional serve para ensinar e admoestar uns aos outros (Colossenses 3:16). Nossa participação na adoração é um termômetro da nossa saúde espiritual. Devemos focar no que é nobre e justo (Filipenses 4:8), tornando-nos cooperadores da verdade (3 João 8).


III. O Cristão Deve Perseverar Adequadamente, Custe o que Custar

A ajuda mais valiosa que um membro pode dar à sua congregação é a sua fidelidade inabalável ao longo dos anos.

    • Sem Olhar para Trás: Jesus foi enfático ao dizer que quem põe a mão no arado e olha para trás não é apto para o Reino de Deus (Lucas 9:62). O retrocesso espiritual de um membro causa desânimo e feridas em toda a congregação.

    • Fidelidade até a Morte: Nossa devoção não deve ter data de validade. Somos chamados a ser fiéis até a morte para receber a coroa da vida (Apocalipse 2:10). Paulo, ao fim de sua vida, pôde dizer que combateu o bom combate e guardou a fé (2 Timóteo 4:6-8).

    • O Impacto da Infidelidade: Como membros de um corpo, se um membro sofre ou falha, todos os outros são afetados. Não deve haver divisão no corpo; cada parte deve ter o mesmo cuidado umas pelas outras (1 Coríntios 12:25-27). Sua infidelidade não afeta apenas você, ela enfraquece o testemunho da igreja local.

Como Ajudar a Congregação Local Colossenses 3:12-17

Veja também

  1. Como Conhecer O Amor Perfeito
  2. Como Refutar Falsas Acusações Contra a Igreja
  3. O que Jesus quis dizer com "Está Consumado"? João 19:19-30

Conclusão

Uma congregação local forte não é fruto do acaso ou apenas do trabalho dos líderes; é o resultado de membros que decidiram, individualmente, fazer a sua parte. Cada um de nós tem a responsabilidade de tornar a igreja o mais robusta possível para a glória de Deus.

Ao analisarmos nossas vidas hoje, devemos nos perguntar: "Eu tenho ajudado ou tenho prejudicado a congregação através das minhas escolhas e ações?" Que possamos nos comprometer a viver de tal maneira que nossa presença seja uma benção e nossa ausência seja sentida por todos.


Como Conhecer O Amor Perfeito

 O Amor Perfeito: Transformando o Medo em Confiança

Texto Base: 1 João 4:17-21

Introdução

Mito se fala sobre o "amor" nos dias de hoje. O mundo canta sobre o amor, escreve poesias e produz filmes, mas, na maioria das vezes, o conceito humano de amor é confundido com luxúria, sentimento passageiro ou desejo egoísta. No entanto, a Bíblia nos apresenta uma categoria superior: o "Amor Perfeito".

O termo "perfeito" aqui não significa apenas algo sem defeitos, mas algo que atingiu a sua maturidade, o seu objetivo final (teleios, no grego). Quando o amor de Deus amadurece em nós, ele altera a nossa perspectiva sobre o futuro, muda as nossas motivações e redefine os nossos relacionamentos. Vamos explorar como o amor perfeito de Deus impacta a vida do cristão.


I. O Amor Perfeito nos dá Confiança

O ser humano, por natureza, teme o desconhecido e, acima de tudo, teme o acerto de contas final. No entanto, João afirma que o amor perfeito lança fora o medo.

A. A Realidade do Juízo

As Escrituras são claras sobre o Dia do Juízo. Jesus falou sobre a separação do joio e do trigo (Mateus 13:24-30) e o julgamento das nações (Mateus 25). Paulo reforçou que todos compareceremos diante do tribunal de Cristo (2 Coríntios 5:10) e que aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo depois disso o juízo (Hebreus 9:27).

B. Confiança em Meio ao Exame

Como podemos ter confiança diante de um Deus santo? João nos dá a chave: "Nisto é perfeito o amor para conosco, para que no dia do juízo tenhamos confiança; porque, qual ele é, somos nós também neste mundo" (1 Jo 4:17).

    • Seguir os Passos do Mestre: Se andamos como Ele andou (1 Coríntios 11:1; Filipenses 4:9), temos ousadia para entrar no santuário pelo sangue de Jesus (Hebreus 10:19-25). A confiança não vem da nossa perfeição própria, mas do fato de estarmos em Cristo e Seu amor estar amadurecido em nós.


II. O Amor Perfeito nos dá a Motivação Correta

O que nos move a obedecer a Deus? É apenas o medo do inferno ou o desejo de ser visto como "bom"? O amor perfeito purifica nossas intenções.

A. O Papel do Temor Piedoso

Existe um medo que é saudável: o temor do Senhor, que nos afasta do mal (Êxodo 20:20; Provérbios 16:6). Deus deseja que tenhamos esse coração que O teme para que nos vá bem (Deuteronômio 5:29). O medo servil paralisa, mas o temor filial nos santifica (2 Coríntios 7:1).

B. A Motivação da Retidão

À medida que o amor amadurece, a motivação muda do "tenho que fazer" para o "quero fazer porque O amo".

    • O Grande Mandamento: Amar a Deus sobre todas as coisas é a base de toda a retidão (Mateus 22:36-38).

    • Imitadores de Deus: Como filhos amados, somos motivados a ser imitadores de Deus (Efésios 5:1), produzindo o fruto do Espírito, que começa justamente pelo amor (Gálatas 5:22-23). O amor perfeito nos faz querer agradar ao Amado.


III. O Amor Perfeito nos Ensina a Amar o Próximo

O amor a Deus é vertical, mas ele é validado pela sua expressão horizontal. João é enfático: se alguém diz "amo a Deus", mas odeia seu irmão, é mentiroso.

A. O Teste da Pleascência a Deus

Não podemos ser agradáveis a Deus se ignoramos o segundo maior mandamento: amar o próximo como a nós mesmos (Mateus 22:39). O amor perfeito não nos permite ver o irmão em necessidade e fechar-lhe o coração.

B. O Amor Fraternal Específico

Existe um carinho e compromisso especial que deve existir entre os irmãos na fé (Hebreus 13:1). Esse amor é a marca registrada dos discípulos de Cristo.

    • Buscando a Reconciliação: O amor perfeito nos impele a resolver conflitos. Se você está adorando e lembra que seu irmão tem algo contra você, pare tudo e vá se reconciliar (Mateus 5:23-24; 18:15-17).

    • Cuidado com a Língua: Não podemos usar a mesma língua para bendizer a Deus e amaldiçoar homens feitos à Sua imagem (Tiago 3:9-12). O amor perfeito purifica a nossa fala.

Como Conhecer O Amor Perfeito

Veja também

  1. Como Refutar Falsas Acusações Contra a Igreja
  2. O que Jesus quis dizer com "Está Consumado"? João 19:19-30
  3. Quais são os Perigos de Impor Condições para Obedecer a Deus?

Conclusão

Deus já fez a Sua parte. Ele demonstrou o Seu "amor perfeito" de forma definitiva: "Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores" (Romanos 5:6-8). Ele não esperou que fôssemos amáveis; Ele nos amou primeiro para que pudéssemos aprender a amar.

Agora, o desafio é nosso. Devemos fazer a nossa parte:

    1. Aprender esse amor através do estudo da Sua Palavra.

    2. Estender esse amor através da prática diária com o próximo.

O amor que começou na cruz deve encontrar sua perfeição (seu objetivo) na maneira como tratamos uns aos outros e na confiança com que aguardamos o Senhor.

O amor de Deus já atingiu o objetivo de transformar o seu medo em confiança e o seu egoísmo em serviço?


Como Refutar Falsas Acusações Contra a Igreja

 Como Refutar Falsas Acusações Contra a Igreja

Texto Base: 2 Timóteo 4:1-5

Introdução

Vivemos em um tempo de profunda ignorância religiosa. Infelizmente, a Igreja de Cristo é frequentemente alvo de equívocos, boatos e ataques deliberados. O apóstolo Paulo já avisava a Timóteo que viria o tempo em que muitos "não suportariam a sã doutrina", mas se cercariam de mestres que lhes dissessem o que queriam ouvir (2 Tm 4:3).

Muitas dessas acusações são projetadas para dissuadir as pessoas de buscarem a verdade ou de se tornarem membros do corpo de Cristo. Dizem que somos exclusivistas, que somos uma seita ou que somos uma invenção moderna. No entanto, essas ideias podem ser refutadas quando conhecemos as Escrituras. Paulo nos ordena: "prega a palavra... redarguas, repreendas, exortes com toda a longanimidade e doutrina" (2 Tm 4:2). Vamos analisar quatro acusações comuns e a resposta bíblica para cada uma.


I. "A Igreja de Cristo acredita que só ela vai para o Céu"

Esta é uma tentativa comum de fazer a igreja parecer arrogante por simplesmente crer no que a Bíblia diz.

    • O Juiz é Deus: O homem não determina quem entra no Céu. O julgamento pertence a Deus e será baseado na Sua Palavra. Jesus afirmou que nem todo o que diz "Senhor, Senhor" entrará no Reino, mas aquele que faz a vontade do Pai (Mateus 7:21-23).

    • O Plano de Salvação: A Bíblia ensina que aqueles que são salvos são acrescentados pelo Senhor à Sua igreja (Atos 2:47).

    • Um Só Corpo: Paulo ensina que Cristo é o Salvador do corpo, que é a igreja (Efésios 5:23; 1:22-23). Se a Bíblia diz que há "um só corpo" (Efésios 4:4), o cristão fiel apenas repete o que a Escritura estabelece. Não se trata de exclusivismo humano, mas de exclusividade divina na verdade.

II. "A Igreja de Cristo é uma Seita"

A acusação de ser uma "seita" (ou culto) é uma tática de medo usada desde o primeiro século.

    • Um Ataque Antigo: Paulo foi acusado de ser o líder da "seita dos nazarenos" (Atos 24:5). Naquela época, dizia-se que essa "seita" era contestada em toda parte (Atos 28:22). Ser chamado de seita não prova erro; muitas vezes prova fidelidade que incomoda o sistema.

    • O Teste do Controle vs. Liberdade: Seitas tentam controlar o pensamento dos membros e proíbem o questionamento. A Igreja de Cristo faz o oposto: incentivamos cada indivíduo a examinar as Escrituras por si mesmo (Atos 17:11).

    • Manejo da Verdade: O comando bíblico é: "Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade" (2 Timóteo 2:15). Uma igreja que incentiva o estudo bíblico individual não pode ser uma seita.

III. "A Igreja de Cristo acredita que é a única com a verdade"

Esta acusação confunde a posse da verdade com a submissão à verdade.

    • Onde está a Verdade? Jesus disse: "A tua palavra é a verdade" (João 17:17). Ele também disse que conheceríamos a verdade e ela nos libertaria (João 8:32).

    • Submissão, não Supressão: A igreja não "paga" pela verdade nem a "suprime". Nós simplesmente incentivamos as pessoas a voltarem ao padrão bíblico. Se a Bíblia é a verdade, então qualquer grupo que siga estritamente a Bíblia estará seguindo a verdade. Nosso apelo é para que todos abandonem credos humanos e retornem unicamente à Palavra de Deus.

IV. "A Igreja de Cristo é uma igreja 'nova', iniciada por homens"

Muitos olham para o Movimento de Restauração do século XIX e confundem os restauradores com os fundadores.

    • Restaurar não é Inventar: Homens como Alexander Campbell e Barton W. Stone não tentaram criar uma nova denominação. O objetivo deles era restaurar a igreja original (Jeremias 6:16).

    • A Origem Real: A Igreja de Cristo começou em Jerusalém, no dia de Pentecostes (Atos 2). Jesus prometeu edificá-la muito antes de qualquer homem moderno nascer (Mateus 16:18).

    • A Analogia da Semente: Jesus ensinou que a Palavra de Deus é a semente (Lucas 8:11). Se você planta a mesma semente hoje que foi plantada no primeiro século, você colherá o mesmo fruto: cristãos, membros da igreja do Senhor. Campbell e Stone apenas "plantaram e regaram", mas quem deu o crescimento foi Deus (1 Coríntios 3:6-8). Se restauramos algo à sua forma original, não estamos começando algo novo; estamos retornando ao que é eterno.

Como Refutar Falsas Acusações Contra a Igreja

Veja também

  1. O que Jesus quis dizer com "Está Consumado"? João 19:19-30
  2. Quais são os Perigos de Impor Condições para Obedecer a Deus?
  3. Uma Mulher que Encontrou a Cura Espiritual para sua Enfermidade

Conclusão

A ignorância sobre a identidade da igreja é desenfreada, mas a solução é a educação bíblica. Como membros da Igreja de Cristo, devemos ser pacientes e bondosos ao responder a essas acusações, mas nunca devemos nos envergonhar da sã doutrina.

O conselho de Paulo a Timóteo termina com estas palavras: "Mas tu, sê sóbrio em tudo, sofre as aflições, faze a obra de um evangelista, cumpre o teu ministério" (2 Tm 4:5). Devemos fazer a nossa parte para ajudar os outros a enxergarem as bênçãos de ser apenas um cristão, membro da igreja que Cristo comprou com Seu próprio sangue.


Pregação sobre Crescimento Espiritual: Como Crescer Espiritualmente? 2 Pedro 3:18

Antes crescei na graça e conhecimento de nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo. A ele seja dada a glória, assim agora, como no dia da eternidade. Amém. 2 Pedro 3:18

Pregação: Sabe porque você não Cresce Espiritualmente? 2 Pedro 3:18

Introdução:
Alguns cristãos sabem muito pouco sobre crescimento espiritual e, como resultado, sua caminhada com o Senhor é fraca e seu interesse pelas coisas espirituais é muito baixo, até ao ponto de não existir!

Com o crescimento espiritual eles conhecerão melhor a Deus, eles serão usados ​​por Deus melhor como obreiro aprovado, eles chegarão a abençoar os outros vão glorificar a Deus.

Busque processo de Crescimento Espiritual:

Como é o processo de Crescimento Espiritual? O processo vitalício de santificação progressiva, cujo objetivo final é ser um crente totalmente crescido e formado em Jesus Cristo e preparado para o Céu

O que é Maturidade espiritual? É Mostrar características semelhantes às de Cristo em nossas vidas terrenas que correspondem à nossa posição em Cristo. É o resultado final ou produto do crescimento espiritual.

Blocos de construção para o crescimento espiritual
# 1 - Vida (Salvação, Regeneração)
# 2 - Nutrição (Palavra de Deus)
# 3 - Amor (Comunhão com Deus)
# 4 - Proteína (Doutrina)

“ Carne forte ” = alimento espiritual para o crescimento; nutrição para adultos
“ Doutrina ” = ensino espiritual
“A fé ” = corpo completo de ensino (doutrina) da fé cristã

 

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O Imperativo do Crescimento Espiritual Texto Base: 2 Pedro 3:18

Uma das leis fundamentais da vida biológica é que tudo o que tem vida deve crescer. Na vida espiritual, o princípio é o mesmo. O apóstolo Pedro encerra sua segunda epístola com um comando imperativo: "Antes, crescei na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo".

O crescimento espiritual não é uma opção para o cristão; é uma responsabilidade individual e contínua. Todos nós iniciamos nossa jornada como "bebês em Cristo", mas Deus não deseja que permaneçamos na infância espiritual. Somos chamados a desejar o leite racional para o crescimento (1 Pe 2:2), deixando para trás a dependência de alimentos infantis para alcançarmos a maturidade (1 Co 3:1), sendo plenamente equipados pela Palavra (2 Tm 3:16-17).

João, em sua primeira epístola, descreve estágios desse crescimento — filhinhos, jovens e pais — e nos mostra o caminho para amadurecer (1 João 2:12-14).

I. Crescendo pela Certeza do Perdão

O primeiro passo para o crescimento maduro é a segurança de nossa posição em Cristo. João escreve aos "filhinhos" porque os seus pecados foram perdidos.
    • A Obediência ao Evangelho: O crescimento começa quando nascemos de novo através da obediência. Isso envolve crer, arrepender-se e ser batizado para a remissão dos pecados (At 2:38; Rom 6:3-4). Sem este fundamento, não há vida para crescer.
    • A Segurança da Salvação: Saber que temos um Advogado junto ao Pai (1 João 2:1) nos dá a estabilidade necessária para avançar. A salvação não é algo que conquistamos por mérito, mas recebemos através de Cristo, o único caminho (Jo 14:6; At 4:12).
    • Olhando para Frente: Um cristão que cresce não vive paralisado pela culpa do passado. Paulo, o principal dos pecadores, decidiu esquecer o que ficou para trás e avançar para o que estava adiante (1 Tm 1:12-15; Fp 3:12-14). Crescer espiritualmente significa abandonar as velhas vestes do pecado e revestir-se do novo homem (Cl 3:5-17), evitando o erro de Demas, que abandonou a fé por amar o mundo presente (2 Tm 4:10).

II. Crescendo pelo Conhecimento dAquele que é desde o Princípio

João escreve aos "pais" porque eles "conheceram aquele que é desde o princípio". A maturidade espiritual é medida pela profundidade do nosso relacionamento com Deus.
    • Conhecer vs. Saber sobre: Muitos sabem fatos sobre Deus, mas poucos O conhecem intimamente. Podemos ver o poder de Deus através da criação (Rom 1:20-21), mas O conhecemos verdadeiramente através da Palavra viva, Jesus Cristo, que estava com Deus desde o princípio (Jo 1:1-2; 17:5).
    • Comunhão e Prática: Conhecer a Deus exige comunhão (1 Jo 1:1-3). A prova de que conhecemos a Deus não é um diploma teológico, mas a presença do amor em nossas vidas, pois "aquele que não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor" (1 Jo 4:7-8). Quem permanece no pecado demonstra que ainda não O viu nem O conheceu verdadeiramente (1 Jo 3:6).

III. Crescendo pela Vitória sobre as Ciladas do Diabo

João escreve aos "jovens" porque eles são fortes e venceram o Maligno. O crescimento espiritual é forjado no campo de batalha.
    • Força Espiritual: Não somos chamados a ser fortes em nós mesmos, mas no Senhor e na força do Seu poder (Ef 6:10-13). Deus não nos deu espírito de covardia, mas de poder (2 Tm 1:7).
    • A Palavra como Arma: João diz que os jovens venceram porque a "Palavra de Deus permanece neles". Jesus venceu a tentação citando as Escrituras. Para crescer, devemos esconder a Palavra no coração para não pecar (Sl 119:11).
    • Vigilância e Temor: O amadurecimento nos traz o discernimento das astutas ciladas do diabo. Aprendemos a não ser negligentes, cuidando para que não fiquemos para trás, como a geração de Israel que pereceu no deserto por falta de fé e obediência (Hb 4:1-11).

1. Para que haja crescimento espiritual é necessário dedicação

Não seria legal se você pudesse alcançar um corpo tonificado ou saudável, sem ir à academia e comer direito? Sim!

E é assim que somos, como pessoas. Gostaríamos do produto sem suportar o processo; gostaríamos da recompensa sem pagar o preço.

Nós gostamos do forno de microondas e fast-food, e de dicas do tipo fique rico rapidamente. Nós gostamos de atalhos para o topo.

Infelizmente, todo o sucesso real, seja educacional, relacional, financeiro, profissional ou
o espiritual não pode ser alcançado através de atalhos.

Há um processo que deve ser suportado; um preço que deve ser pago.

A Bíblia diz em Persiste em ler, exortar e ensinar, até que eu vá. 1 Timóteo 4:13. Como você alcança o crescimento espiritual? Treinamento.

Assim como há hábitos, rituais, disciplinas e exercícios que devem ser seguidos consistentemente a longo prazo para alcançar crescimento físico e condicionamento físico, você precisa persistir em hábitos de leitura, estudo bíblico e disciplina na meditação da Palavra para o crescimento espiritual.


2. Você não tem Crescimento Espiritual porque não avalia suas atitudes

Deus espera que Seus filhos cresçam espiritualmente e Sua Palavra incentiva o exame pessoal como um elemento de crescimento.

Vamos procurar e examinar nossos caminhos… Lamentações 3:40. O Senhor dos Exércitos diz para que você Pense bem nos seus caminhos. Ageu 1: 5.

Declare a Deus para que conheça teu coração teste e conheça tuas preocupações, vendo se há algum maneira ofensiva. Salmos 139: 23-24.

Também aprendemos com a Palavra que você preste muita atenção, então, em como você anda - não como pessoas imprudentes, mas como sábias. Efésios 5:15.

Esse processo de avaliação pode ajudá-lo a concluir um exame e uma pesquisa cuidadosa de seu crescimento espiritual.

Características de um cristão sem crescimento espiritual

  • Uma criança espiritual é enganada por falsos ensinamentos - Ef 4:14
  • É enganado por falsos mestres - Ef 4:14
  • É carnal (carnal) - I Co 3:1
  • Não pode comer alimentos sólidos - I Co 3:2
  • Comporta-se como um mero homem - I Co 3:3
  • É limitado em seu entendimento - I Co 13:11
  • Está surdo de ouvir - Hb 5:11
  • Precisa reaprender o básico - Hb 5:12
  • É inexperiente na palavra da justiça - Hb 5:13
  • Não é maduro o suficiente para discernir - Hb 5:14.

3. Para que haja crescimento espiritual é necessário abandonar o pecado.

Possuímos uma propensão natural ao pecado, e se nosso pecado for deixado sem controle,
apenas se afastará de um relacionamento adequado com nosso Salvador (Ef 4: 14,17).

O crescimento espiritual é uma vida esforço. É uma batalha diária. Nenhum crente pode jamais alcançar o lugar em sua vida onde ele pode reivindicar ter completamente amadureceu à imagem de Cristo.

Se o apóstolo Paulo lutou contra o mundo, a carne e o diabo e precisava crescer espiritualmente, certamente precisamos fazê-lo também (Rm 7: 17-18).

Ao longo da história da raça humana, o homem tem lutado com essa área de crescimento espiritual porque o homem é naturalmente escravo do pecado. Nossa natureza pecaminosa faz do crescimento espiritual uma luta contínua.

No entanto, nunca devemos desistir. Precisamos crescer continuamente porque, como Paulo, estamos em uma batalha diária com o mundo, a carne e o diabo.

A Palavra de Deus nos ensina que nosso homem interior deve ser renovado diariamente (II Cor 4:16) e nunca deve deixar de crescer à imagem de nosso Salvador (Col 3:10)

Pregação sobre Crescimento Espiritual: Como Crescer Espiritualmente? 2 Pedro 3:18


Veja também + 10 Pregações sobre Vida Espiritual:

Conclusão

O crescimento espiritual não acontece no vácuo. A vitória espiritual de uma pessoa exige superar tentações, hábitos e comportamentos pecaminosos - envolve mudar na maneira como pensamos.

O “Princípio de Filipenses 4: 8” é um ponto de partida: medite naquelas coisas que são verdadeiras, nobres, corretas, puras, amáveis, admiráveis, excelentes e louváveis. Correr em direção a Deus é a solução para o crescimento espiritual

O que Jesus quis dizer com "Está Consumado"? João 19:19-30

O Grito de Vitória: O que Jesus quis dizer com "Está Consumado"?

Texto Base: João 19:19-30

Introdução

As últimas palavras de um homem antes de morrer costumam revelar o que há de mais profundo em seu coração. No Calvário, após horas de agonia, Jesus proferiu uma única palavra no grego original: Tetelestai. Em português, traduzimos como "Está consumado" (Jo 19:30).

Jesus não disse isso como um suspiro de derrota ou um alívio por Seus sofrimentos estarem terminando. Foi um brado de triunfo. Ele estava plenamente consciente de cada profecia a Seu respeito; Ele havia sido diligente em fazer a vontade do Pai desde a infância. Na cruz, Ele não estava apenas morrendo; Ele estava selando a salvação da humanidade, um plano que começou a ser traçado logo após a queda no Éden (Gn 3:12-15).


I. Jesus Cumpriu a Promessa de Deus

A expressão "está consumado" significa que uma dívida foi paga por completo ou que uma tarefa foi levada à perfeição.

    • O Esmagador da Serpente: Em Gênesis 3:15, Deus prometeu que a semente da mulher esmagaria a cabeça da serpente. Na cruz, Jesus desferiu o golpe fatal contra o império de Satanás.

    • O Fim do "Aio": A Lei serviu como um tutor (aio) para nos conduzir a Cristo (Gálatas 3:24-25). Ao dizer que terminou, Jesus cumpriu todas as exigências da Lei, inaugurando uma nova era onde a reconciliação é possível (2 Coríntios 5:17-21). A escrita de dívida que era contra nós foi cancelada e pregada no madeiro.


II. Jesus Tornou-Se o Antítipo da Salvação

Para entender o que foi "consumado", precisamos olhar para as figuras (tipos) do Antigo Testamento que apontavam para este momento.

    • A Serpente de Bronze: Jesus explicou a Nicodemos que, assim como Moisés levantou a serpente no deserto para que quem olhasse fosse curado do veneno, Ele precisava ser levantado (João 3:14-17; Números 21:4-9). O "antítipo" — a realidade por trás do símbolo — aconteceu na cruz. A cura para o veneno do pecado foi consumada ali.


III. Jesus Tornou-Se o Cordeiro Sacrificial

O sistema de sacrifícios do Antigo Testamento era uma sombra; a realidade é Cristo, o Cordeiro de Deus (João 1:29).

    • Sem Defeito: Assim como o cordeiro da Páscoa deveria ser perfeito (Êxodo 12:5), Jesus viveu uma vida sem pecado, tornando-Se o sacrifício aceitável.

    • Ossos Intatos: A profecia dizia que nenhum de Seus ossos seria quebrado (Êxodo 12:46; Sl 34:20). João destaca que, enquanto os soldados quebraram as pernas dos ladrões, não o fizeram com Jesus, pois a Escritura precisava se cumprir (Jo 19:33-36).

    • Substituição: A essência do sacrifício é a substituição. O castigo que nos traz a paz estava sobre Ele. Ele pagou o que não devia porque nós devíamos o que não podíamos pagar.


IV. As Consequências do "Está Consumado"

O trabalho de Jesus na cruz mudou o cosmos e a nossa realidade espiritual para sempre.

    1. Servimos a um Rei Ressurreto: Porque o trabalho da expiação terminou na sexta-feira, o túmulo pôde ser aberto no domingo. Jesus não ficou na cruz; Ele ressuscitou, subiu ao céu e sentou-se à destra de Deus (1 Coríntios 15:5-8; Atos 1:9-11; Hebreus 1:3).

    2. Temos uma Aliança Melhor: A antiga aliança era baseada em sangue de animais, que nunca poderia tirar pecados (Hebreus 10:4). Agora, temos um pacto superior, selado com sangue perfeito, que limpa a consciência (Hebreus 8:7-13; 9:22).

    3. Temos uma Esperança Viva: A morte não é mais o fim. Porque o pecado foi pago e a justiça foi satisfeita, não tememos o juízo final nem a "segunda morte" (Hebreus 9:27; Apocalipse 20:14). Temos a garantia de uma morada eterna (2 Coríntios 5:1-8).

O que Jesus quis dizer com "Está Consumado"? João 19:19-30

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Conclusão

Jesus fez tudo o que era necessário para que pudéssemos ser salvos. Ele não deixou "pontas soltas". Ele não nos deu um manual de como nos salvarmos; Ele nos deu a salvação pronta.

A pergunta que ecoa do Calvário hoje é: você aceitará o que já foi consumado? Rejeitar esse amor é permanecer sob o peso de uma dívida que você nunca poderá pagar. Humilhe-se diante da cruz e obedeça ao Evangelho, pois ele é o poder de Deus para a sua salvação (Romanos 1:16).

Se Jesus disse que "está consumado", por que você ainda tenta carregar o peso da sua própria culpa?


 

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