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Pregação sobre o Carnaval: Escolhendo a Santidade Cristã

 "O Carnaval é uma Festa Profana: Escolhendo a Santidade Cristã"

O que é carnaval? 

A definição do carnaval é afetada pela dificuldade em separar a definição da descrição especialmente porque a descrição varia histórica e contextualmente. 

O Carnaval mudou através dos anos e tem componentes diferentes em lugares diferentes.  A abordagem observacional inclui identificar o que foram ingredientes consistentes ao longo dos anos. 

A palavra 'carnaval' vem de origem latina e significa “adeus à carne” !"festa da carne", uma palavra cunhada para refletir uma prática onde as pessoas eram encorajadas a entreter os desejos da carne, abandonar as restrições, ignorar a discrição e desrespeito aos limites como um último “viva” antes de uma temporada de abnegação e disciplina cristã. 

Relacionado em significado, está o termo Mardi Gras (francês para 'terça-feira gorda'), que era o nome francês para aquela última oportunidade de indulgência antes da Quarta-feira de Cinzas e da Quaresma. Alguns viram isso como uma espécie de purga, um tempo para se livrar do pecado.

Direcionaremos nossa atenção para uma reflexão sobre o Carnaval, uma festa que, muitas vezes, é marcada por gratificações carnais, indulgência excessiva e influências mundanas. 

À medida que consideramos as Escrituras, percebemos que a celebração do Carnaval pode ser incompatível com a chamada à santidade que recebemos como cristãos. Vamos explorar esses pontos e buscar entender como podemos honrar a Deus em nossas celebrações.

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I. O Foco nas Gratificações Carnais: Gálatas 5:19-21

O apóstolo Paulo nos adverte claramente sobre as obras da carne em Gálatas 5:19-21. O Carnaval, muitas vezes, se destaca pelo foco nas gratificações carnais, que incluem imoralidade, impureza, lascívia, idolatria e bebedices. Devemos questionar se nossas celebrações estão alinhadas com as Escrituras ou se estão mergulhadas em práticas que desagradam a Deus.


II. A Tentação à Indulgência Excessiva: 1 Coríntios 6:12

Paulo, em sua carta aos coríntios, destaca que, embora todas as coisas sejam lícitas, nem todas são proveitosas ou edificantes. O Carnaval, com sua ênfase na indulgência excessiva, pode nos levar a ultrapassar limites saudáveis. Devemos avaliar se estamos exercendo o domínio próprio em nossas celebrações ou caindo na armadilha da indulgência desenfreada.


III. A Incompatibilidade com a Santidade Cristã: 1 Pedro 1:16

A chamada à santidade é central na mensagem do Novo Testamento. O apóstolo Pedro, citando o Antigo Testamento, exorta-nos em 1 Pedro 1:16 a sermos santos, pois Deus é santo. O Carnaval, muitas vezes marcado por comportamentos contrários à santidade, nos desafia a considerar se nossas celebrações estão em conformidade com a santidade que Deus requer de Seu povo.


IV. O Cuidado com a Influência Mundana: Romanos 12:2

A influência do mundo pode moldar nossas celebrações de maneiras que comprometem nossa identidade cristã. Romanos 12:2 nos instrui a não nos conformarmos com o padrão deste mundo, mas a sermos transformados pela renovação de nossa mente. Precisamos ser conscientes da influência do Carnaval e buscar celebrações que reflitam valores cristãos.

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V. A Busca por Prazer Passageiro: Provérbios 14:13

O Provérbios 14:13 nos alerta sobre o prazer passageiro, indicando que, mesmo nas risadas, o coração pode estar triste. O Carnaval, com sua busca intensa por prazer imediato, pode deixar um vazio duradouro. Devemos avaliar se nossas celebrações estão proporcionando alegria genuína ou apenas prazer temporário.


VI. A Importância de Avaliar Nossas Escolhas: 1 Coríntios 10:23

Embora todas as coisas sejam lícitas, nem todas são edificantes. 1 Coríntios 10:23 destaca a importância de avaliarmos nossas escolhas à luz de seu impacto em nossa própria vida e na vida daqueles ao nosso redor. Nas celebrações do Carnaval, devemos questionar se nossas escolhas estão edificando e glorificando a Deus.


VII. A Necessidade de Discernimento Espiritual: 1 João 4:1

O apóstolo João nos lembra, em 1 João 4:1, da importância do discernimento espiritual. Devemos avaliar as influências por trás das celebrações do Carnaval e discernir se elas estão alinhadas com os princípios de Deus. A busca pelo discernimento espiritual nos ajuda a fazer escolhas que glorificam a Deus.


VIII. A Busca por Celebrações que Honrem a Deus: 1 Coríntios 10:31

O apóstolo Paulo encoraja-nos em 1 Coríntios 10:31 a fazer tudo para a glória de Deus. Isso inclui nossas celebrações. Se optarmos por celebrar, devemos fazê-lo de maneira que honre a Deus, seja edificante e reflita os valores do Reino. Que nossas celebrações sejam oportunidades para glorificar a Deus em tudo o que fazemos.

Pregação sobre o Carnaval: Escolhendo a Santidade Cristã

Leia também

  1. 5 maneiras de Fugir das Coisas Pecaminosas 
  2. 5 Maneiras de Como Vencer o Pecado
  3. Pecado começa no Coração e na Mente Mateus 15:19

Conclusão:

Devocional

Amados, ao considerarmos o Carnaval, lembramos a importância de avaliar nossas celebrações à luz das Escrituras. Que possamos buscar celebrações que promovam a santidade cristã, evitem indulgências excessivas e honrem a Deus em tudo. Que nossas escolhas reflitam a transformação que Deus opera em nossas vidas, e que possamos glorificá-Lo em todas as nossas celebrações.

Por que Não Devemos Cansar de Fazer o Bem?

 Por que Não Devemos Cansar de Fazer o Bem?

Texto Base: 2 Tessalonicenses 3:6-18

Introdução

A igreja em Tessalônica, embora vibrante, enfrentava desafios práticos. Entre eles, um problema peculiar: alguns membros, entusiasmados com a vinda do Senhor ou simplesmente por preguiça, pararam de trabalhar e de fazer o bem. Tornaram-se "intrometidos", ocupando-se apenas em observar a vida alheia enquanto negligenciavam suas próprias responsabilidades.

Paulo intervém com firmeza, estabelecendo o padrão da disciplina cristã, mas também encorajando os fiéis a não perderem o ritmo. No versículo 13, ele deixa o imperativo: "E vós, irmãos, não vos canseis de fazer o bem". Vivemos em um mundo que desestimula a bondade e premia o egoísmo, por isso precisamos nos perguntar: por que devemos perseverar no bem para sempre? A resposta reside em três pilares: há uma grande recompensa, uma grande necessidade e um grande exemplo.


I. Há uma Grande Recompensa

Muitas vezes, o cansaço no "fazer o bem" surge quando sentimos que nossos esforços não são vistos ou valorizados. No entanto, o Reino de Deus opera sob uma lógica diferente.

    • A Recompensa Imediata: Fazer o bem traz uma alegria intrínseca. Jesus disse que é "mais bem-aventurado dar do que receber" (Atos 20:35). Quando vivemos os preceitos de Cristo, construímos nossa casa sobre a rocha e desfrutamos da estabilidade que o mundo não conhece (Mateus 7:24-25). Há uma recompensa no próprio ato de servir (1 Coríntios 9:18; João 13:17).

    • A Recompensa Eterna: Deus não é injusto para se esquecer do vosso trabalho. Paulo nos garante: "E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não houvermos desfalecido" (Gálatas 6:9). Receberemos a recompensa da herança (Colossenses 3:24). Jesus virá e Seu galardão está com Ele para dar a cada um segundo a sua obra (Apocalipse 22:12; Mateus 5:12).


II. Há uma Grande Necessidade

Vivemos em um campo de batalha espiritual onde a inércia do bem é o combustível do mal.

    • O Perigo da Omissão: O filósofo Edmund Burke afirmou corretamente: "Tudo o que é necessário para que as forças do mal vençam no mundo é que homens bons não façam nada". O silêncio dos bons é o grito dos maus. Pedro entendeu que o "fazer o bem" é a ferramenta que Deus usa para emudecer a ignorância dos insensatos (1 Pedro 2:15).

    • Suprindo as Carentes: O mundo está ferido e sedento de compaixão. Somos chamados a fazer o bem sem esperar nada em troca (Luke 6:35). O sacrifício que agrada a Deus é a beneficência e a comunicação (Hebreus 13:16). Não devemos ser vencidos pelo mal, mas vencer o mal com o bem (Romanos 12:21; 1 Pedro 3:8-9).


III. Há um Grande Exemplo

O cristão não caminha no escuro; ele segue as pegadas de heróis da fé e, principalmente, do Mestre.

    • Exemplos de Dedicação: Lembremos de Dorcas (Tabita), uma mulher "abundante em boas obras e esmolas que fazia" (Atos 9:36). Seu impacto foi tão grande que sua morte paralisou a comunidade em luto. Pense na mulher que ungiu Jesus com perfume caro; ela fez o que pôde e seu gesto é lembrado em todo o mundo até hoje (Marcos 14:8-9).

    • A Glória de Deus: O objetivo final de nossas boas obras não é o nosso louvor, mas a glória do Pai. "Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus" (Mateus 5:16). Fomos criados em Cristo Jesus para as boas obras (Efésios 2:10). Fomos comprados por preço, por isso devemos glorificar a Deus no nosso corpo e no nosso espírito (1 Coríntios 6:20; Salmo 86:12).

Por que Não Devemos Cansar de Fazer o Bem?

Veja também

  1. O Que Aprendemos com o Pecado de Moisés?
  2. Por que Devemos Perdoar os Outros?
  3. Como Ajudar a Congregação Local Colossenses 3:12-17

Conclusão

Cansar-se é humano, mas perseverar é divino. O desânimo pode bater à porta quando a ingratidão dos outros parece maior que a nossa disposição em servir, mas lembre-se: o seu trabalho não é para os homens, é para o Senhor.

Devemos ser diligentes em nossa busca pelo bem. A recompensa é eterna, a necessidade do mundo é urgente e os exemplos que nos precedem são inspiradores. Não permita que o cinismo do mundo apague a chama do seu serviço.

Existe alguma área em sua vida onde você parou de fazer o bem por cansaço ou desilusão? Que tal pedir a Deus hoje forças renovadas para retomar sua missão?


O Que Aprendemos com o Pecado de Moisés?

O Que Aprendemos com o Pecado de Moisés?

Texto Base: 1 Coríntios 10:1-5

Introdução

Imagine a pessoa mais gentil, mansa e cuidadosa que você já conheceu. Mesmo essa pessoa, aos olhos de Deus, é alguém que carece de Sua graça, pois a Bíblia afirma que "todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus" (Romanos 3:23). Ninguém, com exceção de Jesus Cristo, atingiu a idade da responsabilidade e passou por esta vida sem pecado (Hebreus 4:15).

Moisés é um dos personagens mais admirados da história sagrada. Ele foi o grande libertador, o legislador e o homem que falava com Deus face a face. No entanto, Moisés também teve que lidar com a realidade do pecado. A falha de Moisés não anula sua grandeza, mas serve como um alerta solene para todos nós. Como Paulo escreveu em 1 Coríntios 10:1-5, as experiências de Israel no deserto foram registradas para nosso ensino. O que podemos aprender com o erro deste gigante da fé?


I. A Pressão das Pessoas e a Nossa Reação

Um dos maiores desafios da vida cristã é manter a santidade quando somos provocados por aqueles ao nosso redor.

    • O Conflito de Moisés: Em Números 20:1-6, vemos um Moisés exausto. O povo estava murmurando novamente por falta de água. A pressão era imensa, e a frustração de Moisés com a rebeldia de Israel atingiu o ponto de ebulição.

    • O Perigo do Mundo ao Redor: Em nossas vidas, frequentemente são as pessoas do mundo que nos causam desespero, luto e irritação. No entanto, nossa missão é não nos conformarmos com este mundo (Romanos 12:1-2). Somos chamados para ser sal e luz (Mateus 5:13-16), brilhando como luminares em meio a uma geração corrompida (Filipenses 2:15).

    • Oposição Religiosa: Às vezes, a irritação vem daqueles que possuem crenças diferentes ou que distorcem a verdade, como Paulo enfrentou em suas viagens (Atos 17:1-11). O pecado de Moisés nos ensina que não podemos usar a má conduta dos outros como desculpa para a nossa própria desobediência.


II. A Importância da Obediência Precisa

Muitas vezes achamos que Deus se importa apenas com o "resultado final", mas o pecado de Moisés nos mostra que Deus Se importa com o processo e com a atitude.

    • A Simplicidade do Comando: Deus deu ordens claras: Moisés deveria tomar o cajado, reunir o povo e falar à rocha (Números 20:7-8). Anteriormente, em uma ocasião parecida, Deus ordenara ferir a rocha (Êxodo 17:1-7), mas desta vez a instrução era diferente. Os mandamentos de Deus não são penosos quando estamos dispostos a nos submeter (1 João 5:3).

    • O Erro de Moisés: Em um momento de ira, Moisés chamou o povo de "rebelde" e feriu a rocha duas vezes, em vez de apenas falar. Ele agiu como se o poder viesse dele e de Arão, e não de Deus.

    • O Custo da Desobediência: Deus disse que Moisés não "santificou" o Seu nome diante dos filhos de Israel. Por causa disso, ele foi impedido de entrar na Terra Prometida de Canaã (Deuteronômio 3:23-29). Deus leva a sério a forma como O representamos perante os outros.

    • Nossa Recompensa: Assim como houve consequências para Moisés, há promessas para nós. Se seguirmos Seus mandamentos — como o de crer e ser batizado (Marcos 16:16) e ser fiel até a morte (Apocalipse 2:10) — teremos uma recompensa gloriosa guardada no céu (Colossenses 3:1-4).


III. Nenhuma Falha é Insignificante

A história de Moisés nos ensina que, aos olhos de um Deus santíssimo, não existe "pecado pequeno".

    • A Terra Prometida Superior: Canaã era apenas uma sombra. Uma pátria muito maior e melhor aguarda o povo de Deus, uma cidade cujo arquiteto e edificador é o próprio Deus (Hebreus 11:9-10, 16).

    • A Santidade de Deus: Moisés perdeu o direito de entrar em Canaã por causa de um momento de ira e uma ação impensada. Isso nos mostra que devemos tratar as ordens de Deus com o máximo de reverência. Nada e ninguém deve ser motivo para perdermos o Céu (João 14:1-3, 6). Se o pecado impediu Moisés de entrar em uma terra terrena, quanto mais o pecado não arrependido nos impedirá de entrar na Canaã celestial?

O Que Aprendemos com o Pecado de Moisés?

Veja Também

  1. Por que Devemos Perdoar os Outros?
  2. Como Ajudar a Congregação Local Colossenses 3:12-17
  3. Como Conhecer O Amor Perfeito

Conclusão

Moisés foi um grande homem, mas o seu erro permanece como uma placa de advertência na estrada da fé. Ele nos ensina que:

    1. Nossas emoções e frustrações com os outros não justificam a desobediência.

    2. Devemos obedecer a Deus exatamente como Ele ordenou, sem "ferir a rocha" quando Ele manda apenas "falar".

    3. Devemos dar toda a glória a Deus em tudo o que fazemos.

Que possamos aprender com a falha de Moisés para que não caiamos no mesmo exemplo de desobediência. O Céu vale qualquer sacrifício de autocontrole e qualquer esforço de submissão.

Existe algo hoje em sua vida — talvez uma mágoa, um hábito ou um momento de ira — que está impedindo você de santificar o nome de Deus diante das pessoas?


Por que Devemos Perdoar os Outros?

O Mandamento: Perdoar como Fomos Perdoados

Texto Base: Colossenses 3:12-15

Introdução

Ao nos tornarmos cristãos, recebemos o maior presente que a humanidade poderia desejar: a reconciliação com o Criador. No entanto, essa nova vida em Cristo não traz apenas privilégios, mas também responsabilidades éticas e espirituais profundas. Uma das mais desafiadoras e, ao mesmo tempo, essenciais, é a responsabilidade de perdoar os outros.

O perdão não é uma sugestão para o cristão; é um mandamento. O apóstolo Paulo nos exorta a nos revestirmos de compaixão e suportarmos uns aos outros. Se a nossa vida foi lavada pelo sangue de Jesus, o perdão deve ser o ar que respiramos. Hoje, examinaremos por que o perdão é a base da nossa fé e quais as consequências de retê-lo.


I. O Fundamento: A Bênção de Ser Perdoado

Antes de olharmos para quem nos ofendeu, devemos olhar para Aquele que nós ofendemos. A capacidade de perdoar nasce da compreensão da magnitude do perdão que recebemos.

    • Reconciliação Total: Em Cristo, somos uma nova criatura. Deus não está mais contando nossas transgressões contra nós, mas nos reconciliou consigo mesmo através do sacrifício de Jesus (2 Coríntios 5:17-21).

    • Salvação pela Graça: Fomos salvos da ira de Deus através do sangue de Cristo, quando ainda éramos inimigos (Romanos 5:8-9). O perdão foi a nossa porta de entrada para a vida.

    • Redenção Constante: Temos a redenção, a remissão dos pecados, segundo as riquezas da Sua graça (Efésios 1:7). E, como filhos, se andarmos na luz e confessarmos nossos erros, Ele é fiel e justo para nos perdoar e nos purificar de toda injustiça (1 João 1:7-9).


II. O Imperativo: Perdoar os Outros

Porque fomos perdoados, o perdão deve transbordar de nós para o próximo. Colossenses 3:13 estabelece o padrão: "Assim como o Senhor vos perdoou, assim também fazei vós".

    • Entre os Irmãos: Devemos ser bondosos e compassivos, perdoando uns aos outros como Deus em Cristo nos perdoou (Efésios 4:32). A igreja é um hospital de pecadores perdoados, não um tribunal de santos perfeitos.

    • Para com o Mundo: Nossa disposição para perdoar deve se estender até mesmo aos que não conhecem a Deus. Jesus ensinou que, ao orar, devemos perdoar qualquer coisa que tenhamos contra alguém (Marcos 11:25).

    • A Medida da Misericórdia: O perdão não tem limites matemáticos. Pedro perguntou se deveria perdoar até sete vezes, mas Jesus respondeu: "setenta vezes sete" (Mateus 18:21-22). Devemos perdoar o irmão penitente sempre que ele se arrepender (Lucas 17:3-4).

    • Restauração Prática: Vemos o exemplo da disciplina em Corinto. Um homem pecou severamente (1 Coríntios 5), mas, ao se arrepender, Paulo instruiu a igreja a perdoá-lo e consolá-lo, para que ele não fosse consumido por excessiva tristeza (2 Coríntios 2:1-11).

    • O Exemplo Supremo: Jesus perdoou os que O levaram à cruz (Lucas 23:42-43) e demonstrou que o perdão é a prioridade do Seu ministério (Marcos 2:1-11; João 8:1-12).


III. As Consequências Perigosas da Falta de Perdão

Reter o perdão é como beber veneno esperando que o outro morra. É uma barreira espiritual mortal.

    1. Bloqueio do Perdão Divino: Jesus foi contundente: "Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai vos não perdoará as vossas ofensas" (Mateus 6:14-15). Quem não perdoa fecha a porta por onde o perdão de Deus entraria em sua própria vida.

    2. Obstáculo à Salvação Alheia: Quando não perdoamos, podemos impedir que uma alma se acerte com Deus. Somos chamados para restaurar o caído com espírito de mansidão (Gálatas 6:1) e converter o pecador do seu erro, salvando uma alma da morte (Tiago 5:19-20; Judas 23). O nosso rancor pode ser o muro que impede alguém de ver o amor de Cristo.

Por que Devemos Perdoar os Outros?

Veja também

  1. Como Ajudar a Congregação Local Colossenses 3:12-17
  2. Como Conhecer O Amor Perfeito
  3. Como Refutar Falsas Acusações Contra a Igreja

Conclusão

O perdão é a maior evidência de que Cristo realmente vive em nós. É uma bênção tremenda ser perdoado, mas é uma bênção ainda maior ser um canal desse perdão para um mundo ferido.

Não permita que a amargura crie raízes em seu coração. Esforce-se para perdoar, não porque a ofensa foi pequena, mas porque o seu Deus é grande. Permita que outros experimentem a liberdade do perdão através da sua atitude.

Existe alguém hoje que você precisa libertar através do seu perdão, para que você mesmo possa caminhar em plena liberdade com Deus?


Como Ajudar a Congregação Local Colossenses 3:12-17

Como Ajudar a Congregação Local

Texto Base: Colossenses 3:12-17

Introdução

Tornar-se um cristão é a decisão mais maravilhosa que um ser humano pode tomar. No entanto, muitos novos convertidos — e até alguns veteranos na fé — não compreendem plenamente as responsabilidades que acompanham essa nova vida. A igreja não é um clube social onde somos meros espectadores; é um corpo vivo onde cada membro tem uma função vital.

Para que uma congregação local da igreja de Cristo seja forte e saudável, cada cristão deve assumir o compromisso de ajudar. Isso envolve a prática pessoal de preceitos bíblicos, a participação pública com os irmãos e a perseverança contínua, independentemente das circunstâncias. Como Paulo nos exorta no texto base, devemos nos revestir de misericórdia, humildade e, acima de tudo, amor.


I. O Cristão Deve Praticar Pessoalmente os Preceitos Bíblicos

A saúde de uma igreja local depende da saúde espiritual de cada indivíduo que a compõe. Ninguém pode crescer ou ser fiel por você; a responsabilidade diante de Deus é individual.

    • Vida de Oração: Uma congregação forte é composta por pessoas que oram. Você tem buscado a Deus em oração constante (1 Tessalonicenses 5:17), apresentando seus pedidos com gratidão (Filipenses 4:6)?

    • Estudo da Palavra: O cristão que não estuda a Bíblia é facilmente enganado. Devemos nos alimentar da Palavra (Mateus 4:4) e nos esforçar para manejá-la bem (2 Timóteo 2:15).

    • Serviço aos Necessitados: A religião pura exige que visitemos os órfãos e as viúvas em suas tribulações (Tiago 1:27). Uma igreja que ajuda a sua comunidade é uma igreja que brilha.

    • Pureza Pessoal: Ajudamos a igreja quando cuidamos da nossa própria santidade, evitando palavras torpes (Efésios 4:29) e vivendo com sinceridade e simplicidade diante de Deus (2 Coríntios 1:12).


II. O Cristão Deve Participar Publicamente com a Congregação

Não somos chamados para ser cristãos isolados. A vida cristã é uma vida de comunhão. Quando nos ausentamos ou nos omitimos, a igreja local sofre a perda.

    • A Importância da Assembleia: Quando recusamos nos reunir com os santos, enfraquecemos o corpo. Os primeiros cristãos perseveravam na doutrina e na comunhão (Atos 2:42, 44). Por isso, não devemos abandonar nossas reuniões, como é costume de alguns (Hebreus 10:25).

    • Adoração Coletiva: O cântico congregacional serve para ensinar e admoestar uns aos outros (Colossenses 3:16). Nossa participação na adoração é um termômetro da nossa saúde espiritual. Devemos focar no que é nobre e justo (Filipenses 4:8), tornando-nos cooperadores da verdade (3 João 8).


III. O Cristão Deve Perseverar Adequadamente, Custe o que Custar

A ajuda mais valiosa que um membro pode dar à sua congregação é a sua fidelidade inabalável ao longo dos anos.

    • Sem Olhar para Trás: Jesus foi enfático ao dizer que quem põe a mão no arado e olha para trás não é apto para o Reino de Deus (Lucas 9:62). O retrocesso espiritual de um membro causa desânimo e feridas em toda a congregação.

    • Fidelidade até a Morte: Nossa devoção não deve ter data de validade. Somos chamados a ser fiéis até a morte para receber a coroa da vida (Apocalipse 2:10). Paulo, ao fim de sua vida, pôde dizer que combateu o bom combate e guardou a fé (2 Timóteo 4:6-8).

    • O Impacto da Infidelidade: Como membros de um corpo, se um membro sofre ou falha, todos os outros são afetados. Não deve haver divisão no corpo; cada parte deve ter o mesmo cuidado umas pelas outras (1 Coríntios 12:25-27). Sua infidelidade não afeta apenas você, ela enfraquece o testemunho da igreja local.

Como Ajudar a Congregação Local Colossenses 3:12-17

Veja também

  1. Como Conhecer O Amor Perfeito
  2. Como Refutar Falsas Acusações Contra a Igreja
  3. O que Jesus quis dizer com "Está Consumado"? João 19:19-30

Conclusão

Uma congregação local forte não é fruto do acaso ou apenas do trabalho dos líderes; é o resultado de membros que decidiram, individualmente, fazer a sua parte. Cada um de nós tem a responsabilidade de tornar a igreja o mais robusta possível para a glória de Deus.

Ao analisarmos nossas vidas hoje, devemos nos perguntar: "Eu tenho ajudado ou tenho prejudicado a congregação através das minhas escolhas e ações?" Que possamos nos comprometer a viver de tal maneira que nossa presença seja uma benção e nossa ausência seja sentida por todos.


Como Conhecer O Amor Perfeito

 O Amor Perfeito: Transformando o Medo em Confiança

Texto Base: 1 João 4:17-21

Introdução

Mito se fala sobre o "amor" nos dias de hoje. O mundo canta sobre o amor, escreve poesias e produz filmes, mas, na maioria das vezes, o conceito humano de amor é confundido com luxúria, sentimento passageiro ou desejo egoísta. No entanto, a Bíblia nos apresenta uma categoria superior: o "Amor Perfeito".

O termo "perfeito" aqui não significa apenas algo sem defeitos, mas algo que atingiu a sua maturidade, o seu objetivo final (teleios, no grego). Quando o amor de Deus amadurece em nós, ele altera a nossa perspectiva sobre o futuro, muda as nossas motivações e redefine os nossos relacionamentos. Vamos explorar como o amor perfeito de Deus impacta a vida do cristão.


I. O Amor Perfeito nos dá Confiança

O ser humano, por natureza, teme o desconhecido e, acima de tudo, teme o acerto de contas final. No entanto, João afirma que o amor perfeito lança fora o medo.

A. A Realidade do Juízo

As Escrituras são claras sobre o Dia do Juízo. Jesus falou sobre a separação do joio e do trigo (Mateus 13:24-30) e o julgamento das nações (Mateus 25). Paulo reforçou que todos compareceremos diante do tribunal de Cristo (2 Coríntios 5:10) e que aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo depois disso o juízo (Hebreus 9:27).

B. Confiança em Meio ao Exame

Como podemos ter confiança diante de um Deus santo? João nos dá a chave: "Nisto é perfeito o amor para conosco, para que no dia do juízo tenhamos confiança; porque, qual ele é, somos nós também neste mundo" (1 Jo 4:17).

    • Seguir os Passos do Mestre: Se andamos como Ele andou (1 Coríntios 11:1; Filipenses 4:9), temos ousadia para entrar no santuário pelo sangue de Jesus (Hebreus 10:19-25). A confiança não vem da nossa perfeição própria, mas do fato de estarmos em Cristo e Seu amor estar amadurecido em nós.


II. O Amor Perfeito nos dá a Motivação Correta

O que nos move a obedecer a Deus? É apenas o medo do inferno ou o desejo de ser visto como "bom"? O amor perfeito purifica nossas intenções.

A. O Papel do Temor Piedoso

Existe um medo que é saudável: o temor do Senhor, que nos afasta do mal (Êxodo 20:20; Provérbios 16:6). Deus deseja que tenhamos esse coração que O teme para que nos vá bem (Deuteronômio 5:29). O medo servil paralisa, mas o temor filial nos santifica (2 Coríntios 7:1).

B. A Motivação da Retidão

À medida que o amor amadurece, a motivação muda do "tenho que fazer" para o "quero fazer porque O amo".

    • O Grande Mandamento: Amar a Deus sobre todas as coisas é a base de toda a retidão (Mateus 22:36-38).

    • Imitadores de Deus: Como filhos amados, somos motivados a ser imitadores de Deus (Efésios 5:1), produzindo o fruto do Espírito, que começa justamente pelo amor (Gálatas 5:22-23). O amor perfeito nos faz querer agradar ao Amado.


III. O Amor Perfeito nos Ensina a Amar o Próximo

O amor a Deus é vertical, mas ele é validado pela sua expressão horizontal. João é enfático: se alguém diz "amo a Deus", mas odeia seu irmão, é mentiroso.

A. O Teste da Pleascência a Deus

Não podemos ser agradáveis a Deus se ignoramos o segundo maior mandamento: amar o próximo como a nós mesmos (Mateus 22:39). O amor perfeito não nos permite ver o irmão em necessidade e fechar-lhe o coração.

B. O Amor Fraternal Específico

Existe um carinho e compromisso especial que deve existir entre os irmãos na fé (Hebreus 13:1). Esse amor é a marca registrada dos discípulos de Cristo.

    • Buscando a Reconciliação: O amor perfeito nos impele a resolver conflitos. Se você está adorando e lembra que seu irmão tem algo contra você, pare tudo e vá se reconciliar (Mateus 5:23-24; 18:15-17).

    • Cuidado com a Língua: Não podemos usar a mesma língua para bendizer a Deus e amaldiçoar homens feitos à Sua imagem (Tiago 3:9-12). O amor perfeito purifica a nossa fala.

Como Conhecer O Amor Perfeito

Veja também

  1. Como Refutar Falsas Acusações Contra a Igreja
  2. O que Jesus quis dizer com "Está Consumado"? João 19:19-30
  3. Quais são os Perigos de Impor Condições para Obedecer a Deus?

Conclusão

Deus já fez a Sua parte. Ele demonstrou o Seu "amor perfeito" de forma definitiva: "Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores" (Romanos 5:6-8). Ele não esperou que fôssemos amáveis; Ele nos amou primeiro para que pudéssemos aprender a amar.

Agora, o desafio é nosso. Devemos fazer a nossa parte:

    1. Aprender esse amor através do estudo da Sua Palavra.

    2. Estender esse amor através da prática diária com o próximo.

O amor que começou na cruz deve encontrar sua perfeição (seu objetivo) na maneira como tratamos uns aos outros e na confiança com que aguardamos o Senhor.

O amor de Deus já atingiu o objetivo de transformar o seu medo em confiança e o seu egoísmo em serviço?


Como Refutar Falsas Acusações Contra a Igreja

 Como Refutar Falsas Acusações Contra a Igreja

Texto Base: 2 Timóteo 4:1-5

Introdução

Vivemos em um tempo de profunda ignorância religiosa. Infelizmente, a Igreja de Cristo é frequentemente alvo de equívocos, boatos e ataques deliberados. O apóstolo Paulo já avisava a Timóteo que viria o tempo em que muitos "não suportariam a sã doutrina", mas se cercariam de mestres que lhes dissessem o que queriam ouvir (2 Tm 4:3).

Muitas dessas acusações são projetadas para dissuadir as pessoas de buscarem a verdade ou de se tornarem membros do corpo de Cristo. Dizem que somos exclusivistas, que somos uma seita ou que somos uma invenção moderna. No entanto, essas ideias podem ser refutadas quando conhecemos as Escrituras. Paulo nos ordena: "prega a palavra... redarguas, repreendas, exortes com toda a longanimidade e doutrina" (2 Tm 4:2). Vamos analisar quatro acusações comuns e a resposta bíblica para cada uma.


I. "A Igreja de Cristo acredita que só ela vai para o Céu"

Esta é uma tentativa comum de fazer a igreja parecer arrogante por simplesmente crer no que a Bíblia diz.

    • O Juiz é Deus: O homem não determina quem entra no Céu. O julgamento pertence a Deus e será baseado na Sua Palavra. Jesus afirmou que nem todo o que diz "Senhor, Senhor" entrará no Reino, mas aquele que faz a vontade do Pai (Mateus 7:21-23).

    • O Plano de Salvação: A Bíblia ensina que aqueles que são salvos são acrescentados pelo Senhor à Sua igreja (Atos 2:47).

    • Um Só Corpo: Paulo ensina que Cristo é o Salvador do corpo, que é a igreja (Efésios 5:23; 1:22-23). Se a Bíblia diz que há "um só corpo" (Efésios 4:4), o cristão fiel apenas repete o que a Escritura estabelece. Não se trata de exclusivismo humano, mas de exclusividade divina na verdade.

II. "A Igreja de Cristo é uma Seita"

A acusação de ser uma "seita" (ou culto) é uma tática de medo usada desde o primeiro século.

    • Um Ataque Antigo: Paulo foi acusado de ser o líder da "seita dos nazarenos" (Atos 24:5). Naquela época, dizia-se que essa "seita" era contestada em toda parte (Atos 28:22). Ser chamado de seita não prova erro; muitas vezes prova fidelidade que incomoda o sistema.

    • O Teste do Controle vs. Liberdade: Seitas tentam controlar o pensamento dos membros e proíbem o questionamento. A Igreja de Cristo faz o oposto: incentivamos cada indivíduo a examinar as Escrituras por si mesmo (Atos 17:11).

    • Manejo da Verdade: O comando bíblico é: "Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade" (2 Timóteo 2:15). Uma igreja que incentiva o estudo bíblico individual não pode ser uma seita.

III. "A Igreja de Cristo acredita que é a única com a verdade"

Esta acusação confunde a posse da verdade com a submissão à verdade.

    • Onde está a Verdade? Jesus disse: "A tua palavra é a verdade" (João 17:17). Ele também disse que conheceríamos a verdade e ela nos libertaria (João 8:32).

    • Submissão, não Supressão: A igreja não "paga" pela verdade nem a "suprime". Nós simplesmente incentivamos as pessoas a voltarem ao padrão bíblico. Se a Bíblia é a verdade, então qualquer grupo que siga estritamente a Bíblia estará seguindo a verdade. Nosso apelo é para que todos abandonem credos humanos e retornem unicamente à Palavra de Deus.

IV. "A Igreja de Cristo é uma igreja 'nova', iniciada por homens"

Muitos olham para o Movimento de Restauração do século XIX e confundem os restauradores com os fundadores.

    • Restaurar não é Inventar: Homens como Alexander Campbell e Barton W. Stone não tentaram criar uma nova denominação. O objetivo deles era restaurar a igreja original (Jeremias 6:16).

    • A Origem Real: A Igreja de Cristo começou em Jerusalém, no dia de Pentecostes (Atos 2). Jesus prometeu edificá-la muito antes de qualquer homem moderno nascer (Mateus 16:18).

    • A Analogia da Semente: Jesus ensinou que a Palavra de Deus é a semente (Lucas 8:11). Se você planta a mesma semente hoje que foi plantada no primeiro século, você colherá o mesmo fruto: cristãos, membros da igreja do Senhor. Campbell e Stone apenas "plantaram e regaram", mas quem deu o crescimento foi Deus (1 Coríntios 3:6-8). Se restauramos algo à sua forma original, não estamos começando algo novo; estamos retornando ao que é eterno.

Como Refutar Falsas Acusações Contra a Igreja

Veja também

  1. O que Jesus quis dizer com "Está Consumado"? João 19:19-30
  2. Quais são os Perigos de Impor Condições para Obedecer a Deus?
  3. Uma Mulher que Encontrou a Cura Espiritual para sua Enfermidade

Conclusão

A ignorância sobre a identidade da igreja é desenfreada, mas a solução é a educação bíblica. Como membros da Igreja de Cristo, devemos ser pacientes e bondosos ao responder a essas acusações, mas nunca devemos nos envergonhar da sã doutrina.

O conselho de Paulo a Timóteo termina com estas palavras: "Mas tu, sê sóbrio em tudo, sofre as aflições, faze a obra de um evangelista, cumpre o teu ministério" (2 Tm 4:5). Devemos fazer a nossa parte para ajudar os outros a enxergarem as bênçãos de ser apenas um cristão, membro da igreja que Cristo comprou com Seu próprio sangue.


Pregação sobre Crescimento Espiritual: Como Crescer Espiritualmente? 2 Pedro 3:18

Antes crescei na graça e conhecimento de nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo. A ele seja dada a glória, assim agora, como no dia da eternidade. Amém. 2 Pedro 3:18

Pregação: Sabe porque você não Cresce Espiritualmente? 2 Pedro 3:18

Introdução:
Alguns cristãos sabem muito pouco sobre crescimento espiritual e, como resultado, sua caminhada com o Senhor é fraca e seu interesse pelas coisas espirituais é muito baixo, até ao ponto de não existir!

Com o crescimento espiritual eles conhecerão melhor a Deus, eles serão usados ​​por Deus melhor como obreiro aprovado, eles chegarão a abençoar os outros vão glorificar a Deus.

Busque processo de Crescimento Espiritual:

Como é o processo de Crescimento Espiritual? O processo vitalício de santificação progressiva, cujo objetivo final é ser um crente totalmente crescido e formado em Jesus Cristo e preparado para o Céu

O que é Maturidade espiritual? É Mostrar características semelhantes às de Cristo em nossas vidas terrenas que correspondem à nossa posição em Cristo. É o resultado final ou produto do crescimento espiritual.

Blocos de construção para o crescimento espiritual
# 1 - Vida (Salvação, Regeneração)
# 2 - Nutrição (Palavra de Deus)
# 3 - Amor (Comunhão com Deus)
# 4 - Proteína (Doutrina)

“ Carne forte ” = alimento espiritual para o crescimento; nutrição para adultos
“ Doutrina ” = ensino espiritual
“A fé ” = corpo completo de ensino (doutrina) da fé cristã

 

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O Imperativo do Crescimento Espiritual Texto Base: 2 Pedro 3:18

Uma das leis fundamentais da vida biológica é que tudo o que tem vida deve crescer. Na vida espiritual, o princípio é o mesmo. O apóstolo Pedro encerra sua segunda epístola com um comando imperativo: "Antes, crescei na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo".

O crescimento espiritual não é uma opção para o cristão; é uma responsabilidade individual e contínua. Todos nós iniciamos nossa jornada como "bebês em Cristo", mas Deus não deseja que permaneçamos na infância espiritual. Somos chamados a desejar o leite racional para o crescimento (1 Pe 2:2), deixando para trás a dependência de alimentos infantis para alcançarmos a maturidade (1 Co 3:1), sendo plenamente equipados pela Palavra (2 Tm 3:16-17).

João, em sua primeira epístola, descreve estágios desse crescimento — filhinhos, jovens e pais — e nos mostra o caminho para amadurecer (1 João 2:12-14).

I. Crescendo pela Certeza do Perdão

O primeiro passo para o crescimento maduro é a segurança de nossa posição em Cristo. João escreve aos "filhinhos" porque os seus pecados foram perdidos.
    • A Obediência ao Evangelho: O crescimento começa quando nascemos de novo através da obediência. Isso envolve crer, arrepender-se e ser batizado para a remissão dos pecados (At 2:38; Rom 6:3-4). Sem este fundamento, não há vida para crescer.
    • A Segurança da Salvação: Saber que temos um Advogado junto ao Pai (1 João 2:1) nos dá a estabilidade necessária para avançar. A salvação não é algo que conquistamos por mérito, mas recebemos através de Cristo, o único caminho (Jo 14:6; At 4:12).
    • Olhando para Frente: Um cristão que cresce não vive paralisado pela culpa do passado. Paulo, o principal dos pecadores, decidiu esquecer o que ficou para trás e avançar para o que estava adiante (1 Tm 1:12-15; Fp 3:12-14). Crescer espiritualmente significa abandonar as velhas vestes do pecado e revestir-se do novo homem (Cl 3:5-17), evitando o erro de Demas, que abandonou a fé por amar o mundo presente (2 Tm 4:10).

II. Crescendo pelo Conhecimento dAquele que é desde o Princípio

João escreve aos "pais" porque eles "conheceram aquele que é desde o princípio". A maturidade espiritual é medida pela profundidade do nosso relacionamento com Deus.
    • Conhecer vs. Saber sobre: Muitos sabem fatos sobre Deus, mas poucos O conhecem intimamente. Podemos ver o poder de Deus através da criação (Rom 1:20-21), mas O conhecemos verdadeiramente através da Palavra viva, Jesus Cristo, que estava com Deus desde o princípio (Jo 1:1-2; 17:5).
    • Comunhão e Prática: Conhecer a Deus exige comunhão (1 Jo 1:1-3). A prova de que conhecemos a Deus não é um diploma teológico, mas a presença do amor em nossas vidas, pois "aquele que não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor" (1 Jo 4:7-8). Quem permanece no pecado demonstra que ainda não O viu nem O conheceu verdadeiramente (1 Jo 3:6).

III. Crescendo pela Vitória sobre as Ciladas do Diabo

João escreve aos "jovens" porque eles são fortes e venceram o Maligno. O crescimento espiritual é forjado no campo de batalha.
    • Força Espiritual: Não somos chamados a ser fortes em nós mesmos, mas no Senhor e na força do Seu poder (Ef 6:10-13). Deus não nos deu espírito de covardia, mas de poder (2 Tm 1:7).
    • A Palavra como Arma: João diz que os jovens venceram porque a "Palavra de Deus permanece neles". Jesus venceu a tentação citando as Escrituras. Para crescer, devemos esconder a Palavra no coração para não pecar (Sl 119:11).
    • Vigilância e Temor: O amadurecimento nos traz o discernimento das astutas ciladas do diabo. Aprendemos a não ser negligentes, cuidando para que não fiquemos para trás, como a geração de Israel que pereceu no deserto por falta de fé e obediência (Hb 4:1-11).

1. Para que haja crescimento espiritual é necessário dedicação

Não seria legal se você pudesse alcançar um corpo tonificado ou saudável, sem ir à academia e comer direito? Sim!

E é assim que somos, como pessoas. Gostaríamos do produto sem suportar o processo; gostaríamos da recompensa sem pagar o preço.

Nós gostamos do forno de microondas e fast-food, e de dicas do tipo fique rico rapidamente. Nós gostamos de atalhos para o topo.

Infelizmente, todo o sucesso real, seja educacional, relacional, financeiro, profissional ou
o espiritual não pode ser alcançado através de atalhos.

Há um processo que deve ser suportado; um preço que deve ser pago.

A Bíblia diz em Persiste em ler, exortar e ensinar, até que eu vá. 1 Timóteo 4:13. Como você alcança o crescimento espiritual? Treinamento.

Assim como há hábitos, rituais, disciplinas e exercícios que devem ser seguidos consistentemente a longo prazo para alcançar crescimento físico e condicionamento físico, você precisa persistir em hábitos de leitura, estudo bíblico e disciplina na meditação da Palavra para o crescimento espiritual.


2. Você não tem Crescimento Espiritual porque não avalia suas atitudes

Deus espera que Seus filhos cresçam espiritualmente e Sua Palavra incentiva o exame pessoal como um elemento de crescimento.

Vamos procurar e examinar nossos caminhos… Lamentações 3:40. O Senhor dos Exércitos diz para que você Pense bem nos seus caminhos. Ageu 1: 5.

Declare a Deus para que conheça teu coração teste e conheça tuas preocupações, vendo se há algum maneira ofensiva. Salmos 139: 23-24.

Também aprendemos com a Palavra que você preste muita atenção, então, em como você anda - não como pessoas imprudentes, mas como sábias. Efésios 5:15.

Esse processo de avaliação pode ajudá-lo a concluir um exame e uma pesquisa cuidadosa de seu crescimento espiritual.

Características de um cristão sem crescimento espiritual

  • Uma criança espiritual é enganada por falsos ensinamentos - Ef 4:14
  • É enganado por falsos mestres - Ef 4:14
  • É carnal (carnal) - I Co 3:1
  • Não pode comer alimentos sólidos - I Co 3:2
  • Comporta-se como um mero homem - I Co 3:3
  • É limitado em seu entendimento - I Co 13:11
  • Está surdo de ouvir - Hb 5:11
  • Precisa reaprender o básico - Hb 5:12
  • É inexperiente na palavra da justiça - Hb 5:13
  • Não é maduro o suficiente para discernir - Hb 5:14.

3. Para que haja crescimento espiritual é necessário abandonar o pecado.

Possuímos uma propensão natural ao pecado, e se nosso pecado for deixado sem controle,
apenas se afastará de um relacionamento adequado com nosso Salvador (Ef 4: 14,17).

O crescimento espiritual é uma vida esforço. É uma batalha diária. Nenhum crente pode jamais alcançar o lugar em sua vida onde ele pode reivindicar ter completamente amadureceu à imagem de Cristo.

Se o apóstolo Paulo lutou contra o mundo, a carne e o diabo e precisava crescer espiritualmente, certamente precisamos fazê-lo também (Rm 7: 17-18).

Ao longo da história da raça humana, o homem tem lutado com essa área de crescimento espiritual porque o homem é naturalmente escravo do pecado. Nossa natureza pecaminosa faz do crescimento espiritual uma luta contínua.

No entanto, nunca devemos desistir. Precisamos crescer continuamente porque, como Paulo, estamos em uma batalha diária com o mundo, a carne e o diabo.

A Palavra de Deus nos ensina que nosso homem interior deve ser renovado diariamente (II Cor 4:16) e nunca deve deixar de crescer à imagem de nosso Salvador (Col 3:10)

Pregação sobre Crescimento Espiritual: Como Crescer Espiritualmente? 2 Pedro 3:18


Veja também + 10 Pregações sobre Vida Espiritual:

Conclusão

O crescimento espiritual não acontece no vácuo. A vitória espiritual de uma pessoa exige superar tentações, hábitos e comportamentos pecaminosos - envolve mudar na maneira como pensamos.

O “Princípio de Filipenses 4: 8” é um ponto de partida: medite naquelas coisas que são verdadeiras, nobres, corretas, puras, amáveis, admiráveis, excelentes e louváveis. Correr em direção a Deus é a solução para o crescimento espiritual

O que Jesus quis dizer com "Está Consumado"? João 19:19-30

O Grito de Vitória: O que Jesus quis dizer com "Está Consumado"?

Texto Base: João 19:19-30

Introdução

As últimas palavras de um homem antes de morrer costumam revelar o que há de mais profundo em seu coração. No Calvário, após horas de agonia, Jesus proferiu uma única palavra no grego original: Tetelestai. Em português, traduzimos como "Está consumado" (Jo 19:30).

Jesus não disse isso como um suspiro de derrota ou um alívio por Seus sofrimentos estarem terminando. Foi um brado de triunfo. Ele estava plenamente consciente de cada profecia a Seu respeito; Ele havia sido diligente em fazer a vontade do Pai desde a infância. Na cruz, Ele não estava apenas morrendo; Ele estava selando a salvação da humanidade, um plano que começou a ser traçado logo após a queda no Éden (Gn 3:12-15).


I. Jesus Cumpriu a Promessa de Deus

A expressão "está consumado" significa que uma dívida foi paga por completo ou que uma tarefa foi levada à perfeição.

    • O Esmagador da Serpente: Em Gênesis 3:15, Deus prometeu que a semente da mulher esmagaria a cabeça da serpente. Na cruz, Jesus desferiu o golpe fatal contra o império de Satanás.

    • O Fim do "Aio": A Lei serviu como um tutor (aio) para nos conduzir a Cristo (Gálatas 3:24-25). Ao dizer que terminou, Jesus cumpriu todas as exigências da Lei, inaugurando uma nova era onde a reconciliação é possível (2 Coríntios 5:17-21). A escrita de dívida que era contra nós foi cancelada e pregada no madeiro.


II. Jesus Tornou-Se o Antítipo da Salvação

Para entender o que foi "consumado", precisamos olhar para as figuras (tipos) do Antigo Testamento que apontavam para este momento.

    • A Serpente de Bronze: Jesus explicou a Nicodemos que, assim como Moisés levantou a serpente no deserto para que quem olhasse fosse curado do veneno, Ele precisava ser levantado (João 3:14-17; Números 21:4-9). O "antítipo" — a realidade por trás do símbolo — aconteceu na cruz. A cura para o veneno do pecado foi consumada ali.


III. Jesus Tornou-Se o Cordeiro Sacrificial

O sistema de sacrifícios do Antigo Testamento era uma sombra; a realidade é Cristo, o Cordeiro de Deus (João 1:29).

    • Sem Defeito: Assim como o cordeiro da Páscoa deveria ser perfeito (Êxodo 12:5), Jesus viveu uma vida sem pecado, tornando-Se o sacrifício aceitável.

    • Ossos Intatos: A profecia dizia que nenhum de Seus ossos seria quebrado (Êxodo 12:46; Sl 34:20). João destaca que, enquanto os soldados quebraram as pernas dos ladrões, não o fizeram com Jesus, pois a Escritura precisava se cumprir (Jo 19:33-36).

    • Substituição: A essência do sacrifício é a substituição. O castigo que nos traz a paz estava sobre Ele. Ele pagou o que não devia porque nós devíamos o que não podíamos pagar.


IV. As Consequências do "Está Consumado"

O trabalho de Jesus na cruz mudou o cosmos e a nossa realidade espiritual para sempre.

    1. Servimos a um Rei Ressurreto: Porque o trabalho da expiação terminou na sexta-feira, o túmulo pôde ser aberto no domingo. Jesus não ficou na cruz; Ele ressuscitou, subiu ao céu e sentou-se à destra de Deus (1 Coríntios 15:5-8; Atos 1:9-11; Hebreus 1:3).

    2. Temos uma Aliança Melhor: A antiga aliança era baseada em sangue de animais, que nunca poderia tirar pecados (Hebreus 10:4). Agora, temos um pacto superior, selado com sangue perfeito, que limpa a consciência (Hebreus 8:7-13; 9:22).

    3. Temos uma Esperança Viva: A morte não é mais o fim. Porque o pecado foi pago e a justiça foi satisfeita, não tememos o juízo final nem a "segunda morte" (Hebreus 9:27; Apocalipse 20:14). Temos a garantia de uma morada eterna (2 Coríntios 5:1-8).

O que Jesus quis dizer com "Está Consumado"? João 19:19-30

Veja também

  1. Quais são os Perigos de Impor Condições para Obedecer a Deus?
  2. Uma Mulher que Encontrou a Cura Espiritual para sua Enfermidade
  3. Aprendendo As Estratégias de Jesus para ser um Bom Professor

Conclusão

Jesus fez tudo o que era necessário para que pudéssemos ser salvos. Ele não deixou "pontas soltas". Ele não nos deu um manual de como nos salvarmos; Ele nos deu a salvação pronta.

A pergunta que ecoa do Calvário hoje é: você aceitará o que já foi consumado? Rejeitar esse amor é permanecer sob o peso de uma dívida que você nunca poderá pagar. Humilhe-se diante da cruz e obedeça ao Evangelho, pois ele é o poder de Deus para a sua salvação (Romanos 1:16).

Se Jesus disse que "está consumado", por que você ainda tenta carregar o peso da sua própria culpa?


Quais são os Perigos de Impor Condições para Obedecer a Deus?

O Perigo de Impor Condições para Obedecer a Deus

Texto Base: Mateus 7:13-14

Introdução

Sejamos honestos: a natureza humana busca instintivamente o "caminho mais fácil". Em quase todas as áreas da vida, procuramos atalhos, conforto e o menor esforço possível. No entanto, quando aplicamos essa mentalidade à nossa vida espiritual, corremos um risco eterno. Jesus foi claro: a porta que conduz à vida é estreita e o caminho é apertado (Mt 7:13-14). Não há espaço para bagagens de conveniência nesse caminho.

Muitas pessoas estão dispostas a seguir a Deus, desde que isso não interfira em seus planos, sentimentos ou reputação. Elas impõem condições. Mas a verdadeira fidelidade exige obediência independentemente das consequências. O que acontece quando tentamos negociar com o Criador?


I. Obedeceremos quando não estivermos "com vontade"?

Vivemos na ditadura dos sentimentos. Se não "sentimos" vontade, achamos que temos o direito de não agir.

    • E se Deus agisse assim? Já parou para pensar se Deus apenas cumprisse Suas promessas ou mantivesse o universo quando estivesse "com vontade"? Sua fidelidade é a nossa segurança.

    • A Ordem da Prontidão: Paulo instruiu Timóteo a pregar a palavra e estar preparado "a tempo e fora de tempo" (2 Timóteo 4:2). Isso significa estar pronto quando é favorável e quando não é; quando estamos inspirados e quando estamos exaustos.

    • O Padrão do Amor: O mandamento é amar a Deus de todo o coração, alma, entendimento e forças (Marcos 12:30). Isso envolve a vontade, não apenas o humor. Recusar-se a obedecer porque não estamos "no clima" é um ato de profundo desrespeito à soberania de Deus.

II. Obedeceremos quando for "inconveniente"?

Para muitos, a obediência é um acessório que se usa apenas quando não atrapalha a agenda social ou financeira.

    • O Exemplo de Félix: Quando Paulo pregou sobre a justiça e o juízo, Félix estremeceu, mas disse: "Quando tiver ocasião favorável (conveniência), te chamarei" (Atos 24:25). Ele perdeu a eternidade esperando por um momento que não fosse inconveniente.

    • O Custo da Conveniência: O jovem rico queria a vida eterna, mas a obediência era "inconveniente" demais para o seu bolso (Mateus 19:21-22).

    • Prioridades Reais: Como podemos dizer que buscamos "primeiro o Reino de Deus" (Mateus 6:33) se colocamos a nossa conveniência acima dos Seus mandamentos? Deus não aceita "agendamentos" ou "sobras" do nosso tempo; Ele exige o trono das nossas vidas.

III. Obedeceremos mesmo sem entender o "porquê"?

A fé verdadeira não exige explicações completas antes de agir; ela confia no caráter de quem deu a ordem.

    • Modelos de Fé: Noé construiu uma arca para um dilúvio que nunca tinha visto (Gênesis 6:13-22). Abraão levou seu filho ao altar sem entender como a promessa se cumpriria (Gênesis 22:1-18). Eles obedeceram porque conheciam a Voz, não necessariamente o plano completo.

    • Temas Difíceis: Podemos não "entender" ou não "concordar" com as restrições bíblicas sobre o divórcio (Mateus 19:9) ou com a simplicidade do louvor a cappella (apenas cântico) estabelecida no Novo Testamento (Colossenses 3:16). Mas a autoridade de Deus não depende da nossa compreensão ou aprovação intelectual.

IV. Obedeceremos quando preferiríamos outro caminho?

O maior conflito humano é entre o "meu jeito" e o "jeito de Deus".

    • O Perigo da Intuição Humana: "Há caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos da morte" (Provérbios 14:12). Jeremias reforçou que o homem não tem o poder de guiar seus próprios passos (Jeremias 10:23).

    • O Exemplo de Naamã: Ele quase perdeu a cura da lepra porque queria que o profeta agisse do jeito que ele imaginava. Ele só foi restaurado quando abandonou sua preferência e obedeceu à instrução simples de Deus (2 Reis 5:10-14).

    • O Exemplo de Jesus: No Getsêmani, a natureza humana de Cristo desejava outro caminho ("passa de mim este cálice"), mas Sua obediência foi incondicional: "Não se faça a minha vontade, mas a tua" (Lucas 22:41-44).

V. Obedeceremos mesmo se sentirmos "vergonha"?

O medo da opinião pública é um dos maiores entraves à obediência.

    • A Queda por Vergonha: Pedro negou a Jesus porque teve medo do que as pessoas ao redor da fogueira pensariam (Lucas 22:54-62). Mais tarde, ele vacilou novamente por medo da pressão dos judeus (Gálatas 2:11-13).

    • Glória dos Homens: Muitos líderes nos dias de Jesus criam n'Ele, mas não O confessavam para não serem expulsos da sinagoga, pois "amavam mais a glória dos homens do que a glória de Deus" (João 12:42-43).

    • O Aviso de Cristo: Jesus alertou que, se alguém se envergonhar d'Ele e das Suas palavras nesta geração, Ele também se envergonhará dessa pessoa diante do Pai (Marcos 8:38).

Quais são os Perigos de Impor Condições para Obedecer a Deus?

Veja também

  1. Uma Mulher que Encontrou a Cura Espiritual para sua Enfermidade
  2. Aprendendo As Estratégias de Jesus para ser um Bom Professor
  3. Como a Igreja Começou?

Conclusão

Impor condições a Deus é, na verdade, tentar ser o deus da própria vida. A obediência condicional é, em essência, desobediência. Precisamos "esmurrar o nosso corpo" e treiná-lo para a submissão, como um atleta que corre para ganhar o prêmio (1 Coríntios 9:24-27).

Não existe desculpa legítima para não obedecer a Deus. O caminho largo é cheio de justificativas, mas o caminho estreito é trilhado por aqueles que dizem: "Senhor, eu irei onde Tu mandares, farei o que Tu ordenares e serei o que Tu desejares — sem condições".

Há alguma "condição" na sua vida hoje que está impedindo você de seguir a Cristo plenamente?


Uma Mulher que Encontrou a Cura Espiritual para sua Enfermidade

Uma Mulher que Encontrou a Cura Espiritual para sua Enfermidade

Texto Base: Marcos 5:25-34

Introdução

Em algum momento de nossas vidas, a doença nos afeta. Todos conhecemos a fragilidade do corpo humano, a dor da enfermidade e a busca incessante por alívio. No entanto, existe uma condição muito mais severa do que qualquer diagnóstico médico: a enfermidade da alma.

Muitos de nós podemos estar fisicamente saudáveis, mas interiormente doentes. A Bíblia nos ensina que o pecado é uma patologia espiritual que drena a nossa vida. A pergunta fundamental hoje é: onde encontrar a cura? Através da história da mulher mencionada em Marcos 5, descobriremos que a fonte da cura espiritual não reside em métodos humanos, mas exclusivamente em Deus. Você já foi curado por Ele?


I. O Alto Custo da "Enfermidade" Espiritual

A doença cobra um preço caro do ser humano, tanto física quanto espiritualmente.

A. O Sofrimento Extenuante

Os hospitais estão constantemente lotados de pessoas buscando tratamento. Em Marcos 5:25-26, lemos sobre uma mulher que sofria há doze anos. Ela gastou tudo o que possuía com médicos, mas, em vez de melhorar, piorava a cada dia. Ela estava falida, isolada e sem esperança humana.

B. A Gravidade da Doença Espiritual

Por pior que fosse a condição dessa mulher, a "doença espiritual" (o pecado) é infinitamente mais devastadora.

    1. O Fim dos Prazeres: O pecado pode oferecer prazeres temporários, mas eles rapidamente dão lugar à realidade da condenação da alma (Hebreus 11:25; Romanos 6:23).

    2. O Custo Insuportável: O pecado sempre custa mais do que o homem está disposto a pagar. Veja o exemplo de Caim, cuja punição lhe pareceu "maior do que podia suportar" (Gênesis 4:13-14), ou do Rei Saul, que perdeu seu reino e sua comunhão com Deus por causa da desobediência (1 Samuel 15:24-29).


II. A Cura é Encontrada no Senhor

Quando os recursos humanos se esgotam, a fé nos aponta para o Médico dos Médicos.

A. A Fé que Toca o Mestre

A mulher de nossa história ouviu falar de Jesus e nutriu uma confiança absoluta: "Se eu apenas tocar em suas vestes, ficarei curada" (Marcos 5:27-28). Ela não buscou um debate teológico; ela buscou um encontro pessoal com o poder de Cristo.

B. Confiança na Suficiência de Cristo

Da mesma forma, devemos confiar que Jesus é o único capaz de tratar a raiz do nosso problema espiritual.

    • Jesus afirmou que Ele é o único Caminho (João 14:6).

    • Sem crer n'Ele, o homem permanece em seus pecados (João 8:24).

    • Não há salvação nem cura em nenhum outro nome (Atos 4:12).

C. Do Toque à Obediência

Nossa confiança no Senhor não deve ser apenas um sentimento, mas deve nos levar à ação: a obediência ao Evangelho. O Evangelho é o "poder de Deus para a salvação" (Romanos 1:16), e Jesus se tornou o autor da salvação eterna para todos os que Lhe obedecem (Hebreus 5:9).


III. Uma Vez Curado, o Homem Pode Ter Paz

A cura de Cristo não é apenas a remoção da dor, mas a restauração da paz e do propósito.

A. O Fim da Agonia

A mulher, que sofreu por mais de uma década, sentiu em seu corpo que estava livre do seu flagelo. Jesus lhe disse: "Filha, a tua fé te salvou; vai em paz e sê curada do teu mal" (Marcos 5:29-34). A cura física foi acompanhada por uma restauração espiritual e emocional.

B. A Paz que Excede o Entendimento

Não importa há quanto tempo você sofre espiritualmente — seja por causa de vícios, mágoas, culpa ou vazio — a paz de Deus está disponível.

    • É uma paz que o mundo não pode dar nem tirar (João 14:27).

    • É a paz que guarda nossos corações e mentes (Filipenses 4:7).

    • Quando andamos na luz, o sangue de Jesus nos purifica e temos plena comunhão com Ele (1 João 1:6-7; 5:13).

Uma Mulher que Encontrou a Cura Espiritual pra sua Enfermidade

Veja também

  1. Aprendendo As Estratégias de Jesus para ser um Bom Professor
  2. Como a Igreja Começou?
  3. Por que o Mundo Parece Injusto?  

Conclusão

Não há necessidade de permanecer "espiritualmente doente"! O Médico está passando por aqui hoje, assim como passou por aquela multidão em Israel. A mulher não foi curada apenas por estar na multidão, mas por estender a mão com fé e tocar no Senhor.

A "cura" aguarda todos aqueles que decidirem parar de tentar resolver seus problemas sozinhos e se renderem à obediência a Cristo. Se o pecado tem drenado suas forças e sua vida, aproxime-se de Jesus hoje.

Você está pronto para tocar nas vestes do Salvador e ser restaurado por completo?


Aprendendo As Estratégias de Jesus para ser um Bom Professor

 As Estratégias de Jesus: Lições com o Mestre dos Mestres

Texto Base: Marcos 6:34

Introdução

Todos nós temos lembranças de professores que marcaram nossas vidas, seja pelo incentivo que nos deram ou pela habilidade singular de transmitir conhecimento. Na Bíblia, Jesus é identificado por muitos títulos: Filho de Deus, Filho do Homem, Messias e Salvador. No entanto, um dos títulos mais frequentes que Ele recebeu foi o de "Rabi" ou Mestre.

Nos Evangelhos, Jesus é mencionado como professor ou mestre cerca de quarenta vezes. Isso ocorre porque o Cristianismo é uma religião ensinada. Ninguém nasce cristão por herança genética; torna-se cristão através do aprendizado e da obediência à Verdade. Por isso, não é surpresa que Jesus seja "O Maior Professor" que o mundo já conheceu, deixando-nos o modelo perfeito de como transmitir a vontade de Deus (Mt 28:20; 2 Tm 2:2).


I. Jesus Ensinava com Autoridade

Diferente dos escribas da Sua época, o ensino de Jesus não era uma colcha de retalhos de opiniões de outros rabinos.

    • Fonte Direta: Jesus não dependia de tradições humanas ou interpretações de terceiros. As multidões se maravilhavam porque Ele falava como quem tem autoridade própria (Mt 7:28-29). Ele condenou o ensino que colocava preceitos de homens acima dos mandamentos de Deus (Mt 15:9).

    • Fundamentação Bíblica: Embora tivesse autoridade divina, Jesus honrava a Escritura. Ele a citava com precisão e a aplicava à vida real (Mt 21:42; Jo 8:40-46). No caminho de Emaú, Ele deu a maior aula de exegese da história, explicando o que constava a Seu respeito em todas as Escrituras (Lc 24:27).

    • Aplicação para hoje: Professores e pregadores modernos não devem confiar em filosofias humanas, escritos puramente seculares ou suposições próprias. Devemos fazer tudo "em nome do Senhor Jesus" (Cl 3:17), sabendo que é a Sua Palavra que nos julgará (Jo 12:48).


II. Jesus Sustentava o Ensino com a Ação

O autor de Atos resume a vida de Jesus como tudo o que Ele "começou a fazer e a ensinar" (At 1:1). O fazer vinha antes ou junto com o ensinar.

    • O Exemplo Vivo: Jesus não apenas dizia o caminho; Ele era o Caminho. Ele percorria cidades ensinando e curando, demonstrando o Reino em cada passo (Mt 9:35).

    • Praticar o que se prega: Jesus ensinou a amar os inimigos e demonstrou isso na cruz ao orar pelos Seus algozes (Mt 5:44; Lc 23:34). Existe um ditado que diz: "As pessoas não se importam com o quanto você sabe, até que saibam o quanto você se importa".

    • O Ensino como ato de compaixão: Em Marcos 6:34, vemos que Jesus teve compaixão da multidão porque eram como ovelhas sem pastor. A resposta da Sua compaixão não foi apenas um milagre físico, mas o texto diz que Ele "passou a ensinar-lhes muitas coisas". Ensinar a Verdade é a maior forma de caridade.


III. Jesus era Equilibrado em Seu Ensino

Jesus nunca foi um mestre de uma nota só. Ele apresentava a totalidade do caráter de Deus.

    • Amor e Juízo: Ele ensinou sobre o amor infinito do Pai através das parábolas da ovelha, da dracma e do filho perdido (Lucas 15). Mas também ensinou com clareza sobre a realidade do juízo e a responsabilidade das nossas escolhas (Mt 18:21-35; 25:14-30).

    • O Conselho de Deus: Paulo seguiu essa estratégia equilibrada de Jesus, afirmando que nunca deixou de anunciar "todo o conselho de Deus" (At 20:27). Um bom mestre não evita temas difíceis para agradar ouvintes, mas apresenta a justiça e a bondade de Deus em harmonia.


IV. Jesus Ensinava conforme a Capacidade dos Ouvintes

Um mestre eficaz sabe que o objetivo não é "dar a aula", mas garantir que o aluno "aprenda o conteúdo".

    • Ajuste Gradual: Jesus disse aos discípulos: "Tenho ainda muito que vos dizer, mas vós não o podeis suportar agora" (Jo 16:12). Ele respeitava o tempo de maturação de cada pessoa.

    • Leite e Carne: Paulo mais tarde usaria essa mesma pedagogia, distinguindo entre o "leite" para iniciantes e o "alimento sólido" para os maduros (1 Co 3:2). Jesus usava parábolas do dia a dia para tornar conceitos espirituais complexos acessíveis a todos.


V. Jesus Ensinava em Toda Oportunidade

Jesus não estava restrito a um púlpito ou a um horário comercial. Ele via cada momento como uma sala de aula em potencial.

    1. Ambientes Formais: Na sinagoga (Mt 13:54) e diariamente no Templo (Lc 19:47).

    2. Ambientes Informais: À mesa na casa de um fariseu (Lc 7:36ss) ou sentado em um barco à beira-mar (Lc 5:3).

    3. Grandes Multidões e Indivíduos: Ele ensinava aos milhares nas montanhas (Mc 2:13), mas também parava tudo para dar uma lição teológica profunda a uma única mulher samaritana à beira de um poço (Jo 4:4-26).

Aprendendo As Estratégias de Jesus para ser um Bom Professor

Veja também

  1. Como a Igreja Começou?
  2. Por que o Mundo Parece Injusto?  
  3. Por que não é Possível Enganar Deus?

Conclusão

Jesus é o Exemplo Perfeito do que um mestre da Palavra deve ser. Ele uniu autoridade com humildade, verdade com compaixão, e doutrina com vida. Ele não apenas transmitiu informações; Ele transformou corações.

Que tenhamos o desejo e a coragem de ensinar como Ele nos ordenou na Grande Comissão. Sejamos professores que não apenas falam, mas que vivem e amam a verdade, aproveitando cada oportunidade para guiar ovelhas perdidas ao Bom Pastor.


 

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